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25.09.14
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25.09.14
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Cartilha do Eleitor Consciente para esclarecer os cidadãos sobre as eleições de 2014
Como parte dos preparativos para as Eleições Gerais 2014, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou uma série de iniciativas para conscientizar o eleitorado brasileiro. Além das campanhas publicitárias veiculadas em emissoras de rádio e TV, lançadas para despertar nos cidadãos a consciência sobre importância do voto e do ato de votar, a Escola Judiciária Eleitoral (EJE) do TSE também lançou a Cartilha do Eleitor Consciente.
O objetivo da cartilha é esclarecer o eleitor e tirar suas dúvidas sobre o processo eleitoral, bem como incentivar a escolha consciente do presidente e vice-presidente da República, senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais ou distritais. O material também visa ampliar a fiscalização por parte dos cidadãos de eventuais irregularidades cometidas durante o processo eleitoral. Segundo a secretária-geral da EJE, Cristiana Duque, a cartilha será distribuída em sua versão impressa em alguns locais públicos de Brasília, além de já ter sido disponibilizada gratuitamente para download no Portal do TSE na internet, no endereço www.tse.jus.br (para acessar, clique aqui). O texto pode ser acessado clicando no link “Institucional”, na aba azul na parte superior da página, e selecionando “Escola Judiciária Eleitoral”. Ao ser direcionado para a página, selecione “Cartilha Eleitor Consciente” na coluna à esquerda.
Num texto claro e objetivo, a cartilha foi organizada no formato de perguntas e respostas, por meio das quais o eleitor poderá se informar sobre o processo eleitoral, como participar melhor das eleições, escolher o seu candidato ou quais as principais irregularidades que podem ocorrer nas campanhas eleitorais. O voto obrigatório, as consequências do voto nulo, o cronograma das eleições de 2014 e as atribuições dos cargos que serão eleitos em outubro também são alguns dos assuntos abordados nas 35 páginas do material produzido pela EJE/TSE.
A importância da participação do eleitor no processo político teve uma atenção especial na concepção da cartilha. “O voto é a forma pela qual todo cidadão pode escolher quem o representará na elaboração de leis e na aplicação do dinheiro público para melhoria do país, dos estados e dos municípios”, diz o texto. E arremata: “o eleitor deve fiscalizar os políticos eleitos, ficar de olho no que está acontecendo e acompanhar os projetos que estão em debate e votação na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional. Apresente sugestões ao deputado e/ou senador que você elegeu. Entre em contato pessoalmente, por carta, telefone ou por e-mail. Participe de forma efetiva”.
Confira o conteúdo da cartilha no endereço: http://www.tse.jus.br/institucional/escola-judiciaria-eleitoral/cartilha-eleitor-consciente (para acessar, clique aqui).
Fonte: DIAP
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24.09.14
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Primeira eleição geral com Lei da Ficha Limpa já tem mais de 500 impugnações
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24.09.14
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Justiça do Trabalho realiza Semana Nacional da Execução Trabalhista
A Justiça do Trabalho realiza até sexta-feira (26) a 4ª Semana Nacional de Execução Trabalhista, esforço concentrado para encerrar, definitivamente, milhares de processos com condenação transitada em julgado, mas nos quais os trabalhadores ainda não recebem o que lhes é devido. A Semana da Execução mobiliza Varas do Trabalho, os Tribunais Regionais e o Tribunal Superior do Trabalho, principalmente por meio de audiências de conciliação, que reúnem credores e devedores visando ao pagamento de dívidas trabalhistas.
Até 2012, existiam mais de 2,7 milhões de processos trabalhistas na fase de execução. Para o presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, a execução é uma preocupação de todo o Judiciário, mas, na Justiça do Trabalho, “ela ganha conotação de dramaticidade”, uma vez que as verbas têm natureza alimentar.
Além das conciliações, o trabalho se concentra também em pesquisas para identificação de bens dos devedores, com a utilização de ferramentas eletrônicas como o BacenJud (contas bancárias), Renajud (veículos) e Infojud (bens constantes da declaração à Receita Federal). Localizados os bens, a Justiça pode dar continuidade a processos até então parados à espera da iniciativa do devedor. Outra frente é a reavaliação de processos em arquivo provisório por falta de bens a serem penhorados, com novas tentativas de sensibilizar os devedores. No último dia, como nas edições anteriores, será realizado um leilão nacional de bens penhorados.
Maiores devedores – O maior devedor atual da Justiça do Trabalho é a VASP – Viação Aérea de São Paulo, com 4.679 processos. O dono da empresa, Wagner Canhedo, lidera o ranking das pessoas físicas, com 1.189 processos, seguido por seu filho, Wagner Canhedo Filho, com 1.135 processos.
Todos os processos envolvendo a Vasp estão localizados em São Paulo. Com tanto volume sobre um mesmo assunto e uma mesma empresa, a situação tomou um rumo inédito no país: o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) centralizou todos numa única Vara, o Juízo Auxiliar em Execução – Especializado em Vasp, que ficou conhecido na capital paulista como Vara Vasp.
Para conhecer toda a lista dos cem maiores devedores da Justiça do Trabalho, clique aqui.
Fonte: Tribunal Superior do Trabalho
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24.09.14
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Dieese aponta mais lucros e menos empregos no setor bancário
A 6ª edição do estudo “Desempenho dos Bancos”, divulgada ontem (22) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostra mais uma vez um quadro de contradição entre o setor patronal e os empregados da categoria bancária: enquanto os lucros do setor apresentaram um aumento volumoso no primeiro semestre de 2014, houve grave redução na quantidade de postos de trabalho disponíveis. O estudo está disponível para download no site do Dieese.
Entre os números da pesquisa, o que mais se destaca é o do aumento da margem de lucro dos seis maiores bancos do Brasil, que juntos cresceram seus ativos líquidos em R$ 28,4 bilhões nesses seis meses – um aumento de 14,3% no comparativo do mesmo período de 2013. Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Santander e HSBC acumulam ativos de R$ 5,1 trilhões, 80% de todo o sistema financeiro.
Este saldo positivo do balanço patrimonial não se reflete na relação que os bancos têm com seus empregados e clientes, infelizmente. No mesmo período, o Dieese registrou o fechamento de 9.095 postos de trabalho entre as seis corporações – fato atenuado apenas pelo último concurso da Caixa, que contratou 4.143 pessoas por todo o Brasil. Quanto à relação com o consumidor, o grupo agravou o peso das tarifas que cobra sobre seus serviços em 9,7%, em média, com especial destaque para o Itaú Unibanco: apenas nos últimos 12 meses, esse valor subiu 16,3%. A estratégia de compensar a redução de juros no crédito com uma elevação dramática nos encargos tarifários é evidente.
Greve é inevitável
É diante deste quadro que a categoria bancária entrou em campanha salarial em 2014, com o objetivo mínimo de conquistar 12,5% de aumento (aumento real de 5,4%). A Fenaban ofereceu apenas 7% depois de várias rodadas de negociação, ignorando a reinvindicação de equiparação do piso salarial com o sugerido pelo Dieese, de R$ 2.979,25.
Para Adilson Araújo, presidente da CTB, a situação exige a mobilização dos bancários por todo o Brasil: “A categoria padece de uma série de doenças e de insegurança, causados pelo falta de investimentos, já que a maioria dos bancos entende que investir em segurança faz parte da conta das despesas. Mesmo à luz da gravidade da crise, nada tem afetado o sistema financeiro nacional. Se verificarmos a alta lucratividade da categoria nos últimos anos, teremos a clareza de que é possível procurar um patamar mais elevado na campanha salarial”.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) indica forte possibilidade de greve do setor a partir do dia 30, até o momento.
Por Renato Bazan – Portal CTB
Fonte: Portal CTB
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24.09.14
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Vítimas de ligações 06565 podem solicitar bloqueio
O celular toca e o número que aparece no visor tem as iniciais 06565. Assim que é atendida, a ligação é finalizada. Se você ainda não viveu esta experiência, possivelmente deve conhecer alguém que passou por ela.
Isto porque casos como este têm se tornado frequentes na telefonia móvel baiana nas últimas semanas. E o mistério em torno da origem destas ligações também aumenta. Mensagens compartilhadas pelas redes sociais e aplicativos como o Whatsapp teorizam sobre seu verdadeiro objetivo. A maioria delas trata de um novo golpe aplicado por uma quadrilha que, supostamente, clona e rouba os dados pessoais cadastrados no celular.
Entretanto, isto ainda é uma incógnita, visto que seria necessário a própria pessoa passar suas informações para os criminosos. Outra teoria, defendida pelo professor Jorge Fernandes, do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UNB), é a de um golpe feito por um serviço de discagem.
“A pessoa contrata um serviço de discagem com minutagem e estipula um preço pelo minuto. É o mesmo funcionamento dos tele-sexos de antigamente”, disse ele em entrevista ao jornal O Tempo, acrescentando que as pessoas que retornaram as ligações de seus celulares tiveram os créditos gastos rapidamente.
Uma das vítimas foi a técnica em Segurança do Trabalho Luciana Almeida, que recebeu a ligação no último domingo, 21. “Achei que era algum parente que mora em outra cidade, mas foi estranho porque foi apenas um toque. Antes de pensar em retornar, busquei logo na internet se havia casos parecidos e achei informações sobre um possível golpe”, diz ela.
A reportagem do Portal A TARDE entrou em contato com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que, por meio de sua assessoria, informou não atuar sobre casos criminosos. Já a Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes (Dreof) de Salvador disse não ter conhecimento sobre a situação.
As reclamações sobre o recebimento de chamadas do tipo só aumentam. No site unknownphone.com, inúmeros usuários denunciam diariamente os números para tentar identificar a origem das ligações.
“Recebi uma ligação com esse número e com outro número com essa mesma inicial. A primeira ligação eu não atendi, porém retornei. Quando atenderam, foi uma voz de um computador desejando um ótimo dia e coisas do tipo”, escreveu uma dos internautas, que não se identificou.
Bloqueio das ligações
Por conta do código de área 65, a operadora de telefonia Telecom 65 – com sede no Rio de Janeiro e atuação em diversas cidades, entre elas Salvador – foi apontada como autora das ligações e recebeu diferentes queixas sobre o caso, principalmente de vítimas que estavam sendo importunadas durante a noite e madrugada.
De acordo com a ouvidoria da empresa, quem se sentir lesado pode entrar em contato através dos canais de atendimento e pedir o bloqueio do celular para ligações com iniciais 065. Para isso, basta ligar para o número 10365 ou enviar um e-mail para cobranca@telecom65.com.br e informar o número do seu celular.
Fonte: A Tarde
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Ausência de perícia técnica inviabiliza adicional de insalubridade a carpinteiro
A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu a condenação imposta à empresa Egelte Engenharia Ltda. de pagamento de adicional de insalubridade a um carpinteiro deferido sem a realização de perícia técnica. A Turma determinou o retorno processo à Vara do Trabalho para nova sentença, após a realização da prova pericial pertinente.
O empregado reclamou que trabalhava na construção do Porto de Itupanema (PA) exposto a agentes nocivos à saúde, como poeira, ruído, cimento, calor intenso e ventilação precária. Afirmou que, embora usasse os equipamentos de proteção (EPIs) fornecidos pela empresa, estes não neutralizavam os agentes insalubres.
A sentença julgou o improcedente pedido. Ao julgar recurso do trabalhador, o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA) deferiu o adicional de insalubridade em grau médio (20%) sobre o seu salário base, com o entendimento que não há obrigatoriedade de realização de prova pericial quando a “insalubridade pode ser aferida por outros meios”.
Diferentemente, o relator do recurso da empresa ao TST, ministro Fernando Eizo Ono, afirmou que, em princípio, a perícia técnica é imprescindível para o deferimento do adicional. Assim, considerando que a decisão regional violou o artigo 195, parágrafo 2º, da CLT, excluiu a condenação imposta à empresa e determinou o retorno do processo à Vara do Trabalho de Abaetetuba (PA) para que dê nova sentença, após a realização da perícia. A decisão foi unânime.
(Mário Correia/CF)
Processo: RR-775-05.2013.5.08.0101
Fonte: TST
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Justiça eleitoral reconhece ser difícil investigar prática da compra de votos
Apesar de a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE-BA) não ter o levantamento de quantas denúncias por compra de votos foram feitas este ano, dirigentes dos órgãos que organizam o processo eleitoral admitem a existência da prática ilícita, porém, relatam as dificuldades para realizarem investigações.
Não é de hoje que se fala da aquisição ilícita de pleito, prática de adquirir votos em troca de bem ou vantagem de qualquer natureza, como dinheiro, emprego e influência política.
Muitos postulantes se arriscam com o método mesmo com as punições que vão desde o pagamento de multas à cassação do registro ou do diploma.
Entretanto, mesmo com o conhecimento de que esses casos existem, muito pouco ainda é averiguado.
Na Bahia, 900 pessoas tiveram suas candidaturas deferidas, o que impossibilita diante da estrutura do Poder Judiciário uma maior fiscalização. Pelo menos, esse é o cenário apresentado pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Lourival Almeida.
Segundo ele, o Judiciário precisa ser provocado para investigar as ocorrências. A argumentação também é de que o sistema existente abre brechas para as ocorrências de caixa dois e compra de votos.
“Nosso poder Judiciário tem um compromisso muito sério com as eleições, mas é evidente que ele deve ser provocado pelas partes. Qualquer denúncia que tiver e aí eu aproveitopara convocar até a imprensa para que nos ajude neste particular para que tenhamos eleições transparentes”, afirmou.
Conforme o presidente do Tribunal, o poder econômico no atual processo chega a ser abusivo e para que isso seja mais coibido seria preciso transformar as leis vigentes no país.
“É de fazer vergonha. Nas eleições, o poder econômico está acima de tudo, e aí é preciso mudar a legislação eleitoral e não jogar a sobrecarga para o Judiciário eleitoral. Tem uma legislação que aí está que é caótica, eu diria que chega a ser hipócrita em demasia. Por que não mudam lá no Congresso para que haja uma reforma eleitoral profunda para que a campanha seja financiada com dinheiro público e não dessa forma como aí está?”, questionou em tom de cobrança aos próprios políticos que encabeçam as casas legislativas.
Almeida destacou que o Tribunal cumpre bem seu papel, apesar de frisar que há limitações. “Nós diuturnamente estamos atentos mais do que tudo, desde que a denúncia não seja apócrifa e anônima, – mas ainda assim até denúncia anônima eu já mandei investigar –, mas o poder Judiciário não tem poder investigativo policialesco a esse ponto porque alguém disse que houve uma negociação espúria e a gente tem que entrar nesse emaranhado. Nós estamos aqui é para julgar”, ressaltou.
As informações foram respostas aos questionamentos ligados às afirmações de candidatos, a exemplo do petista Rui Costa, na corrida ao governo, que na última semana acusou, sem citar nomes, adversários de omitirem gastos em suas declarações e de que tem deputado comprando votos no interior, sem ter pisado os pés no município.
A concorrente ao Senado, Eliana Calmon (PSB), também já revelou à reportagem da Tribuna, de que lideranças estariam cobrando para fazer campanha nos bairros de Salvador. “Não podemos nos transformar aqui em super juízes em juízes Hercules, mas não tergiversaremos nem um instante sequer em nossas atividades,sem dúvida e sem qualquer titubeio”, frisou Almeida.
O procurador regional eleitoral, Rui Nestor, disse que em relação aos casos apresentados pelos candidatos na imprensa, não cabe à Procuradoria a “apuração de denúncias genéricas de compra de votos, sem indicação de pessoas que teriam realizado a compra de votos ou de testemunhas, apenas a apuração de casos concretos”.
Segundo ele, maior investigação demandaria rastreamento de transação bancária, comparação com dados apresentados à Receita Federal. Porém ainda assim ele destacou ser fundamental a denúncia dos cidadãos. “Por exemplo, alguém pode nos dizer que em um megaevento houve uma irregularidade e depois na prestação de contas nós vamos fazer uma avaliação”, citou.
Papel da mídia
O papel da mídia nas eleições foi assunto de destaque no workshop realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ontem.
A importância de uma relação mais próxima com os veículos de comunicação foi ressaltada pelos juízes eleitorais, que citaram casos ao longo da história, como impeachment do ex-presidente Collor, o episódio do Mensalão e, mais recente, a delação premiada de um ex-diretor da Petrobras, com denúncias de irregularidades, para reforçarem o exercício democrático da imprensa.
O evento teve a participação do presidente do órgão, Lourival Almeida, do procurador regional eleitoral Rui Nestor, do assessor técnico Jaime Barreto, do professor e pesquisador Wilson Gomes e dos jornalistas Osvaldo Lyra, editor de Política deste jornal, e Jefferson Beltrão, âncora do telejornal BATV e da rádio Globo FM, da Rede Bahia.
Integrante da mesa, o editor de política da Tribuna, Osvaldo Lyra falou sobre o trabalho diário da busca de informações e da cobertura eleitoral.
O profissional deu ênfase à “busca incessante pelo equilíbrio desde a produção das pautas ao fechamento, dando espaço a todos os candidatos”.
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Trabalhador consegue anular processo por falta de intimação pessoal
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho anulou todo o processo, desde a audiência de instrução, movido por um trabalhador contra a Evolu Servic Ambiental e o Município de São Paulo. Ele conseguiu provar que não fora intimado pessoalmente para a audiência, e a Turma entendeu que o fato de seu advogado ter sido intimado não excluía a sua regular intimação.
Por não ter comparecido à audiência de instrução – destinada ao depoimento das partes e à oitiva de testemunhas –, o juízo da 28ª Vara do Trabalho de São Paulo aplicou ao trabalhador a pena de confissão quanto à matéria de fato, considerando verdadeiras as alegações apresentadas pela empresa e o Município. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional da 2ª Região (SP), que considerou não ter havido nulidade. Para o Regional, a intimação para a audiência de instrução por intermédio do advogado é suficiente para garantir a ciência do empregado a respeito do ato, pois os poderes conferidos por ele na procuração incluíam o de receber intimações.
O trabalhador recorreu ao TST sustentando que advogado não é parte, mas representante legal, e que ausência de intimação pessoal lhe tirou a chance de prestar depoimento e de produzir prova testemunhal.
O relator do recurso na Segunda Turma do TST, ministro José Roberto Freire Pimenta, observou que, conforme aSúmula 74, item I, do TST, a pena de confissão deve ser aplicada à parte que deixar de comparecer à audiência apenas quando for intimada pessoalmente, requisito que não foi observado. “O fato de o advogado ter poderes expressos para receber intimação em nome do trabalhador não afasta a imprescindibilidade da intimação pessoal”, afirmou.
Por violação à Súmula 74 e ao artigo 343, parágrafos 1º e 2º do Código de Processo Civil, a Turma determinou o retorno do processo à 28ª Vara do Trabalho para que reabra a fase de instrução processual e intime pessoalmente o empregado, a fim de que ele possa comparecer à audiência e prestar depoimento.
Fonte: TST
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15.09.14
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Carteira de trabalho poderá ser emitida por meio eletrônico
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7705/14, do Senado Federal, que permite a emissão da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) por meio eletrônico, se houver requerimento escrito do trabalhador.
O projeto acrescenta artigo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT- Decreto-Lei5.452/43). Pelo texto, o titular da carteira de trabalho expedida em meio físico poderá optar pela sua emissão em meio eletrônico, na forma do regulamento, que disciplinará a transferência das informações contidas no documento físico para o meio eletrônico. Caso seja transformada em lei, a medida entrará em vigor 180 dias após a sua publicação.
O autor da proposta, ex-senador Blairo Maggi, lembra que a carteira de trabalho armazena todas as informações relativas à vida profissional do trabalhador. Para ele, o formato atual da carteira não acompanhou a evolução dos meios de armazenamento de informações. “A informatização da CTPS a protege contra a perda dos dados”, aponta.
Tramitação
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.Fonte: Agência Câmara
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15.09.14
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MK Bhadrakumar: Finalmente Obama lança sua neoguerra imperial
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Caso dos Cinco: 16 anos é muito tempo
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15.09.14
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Projeto veda incentivo fiscal a empresa que discriminar mulher no trabalho
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12.09.14
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Sistema tributário brasileiro onera mais negros e mulheres, mostra estudo
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12.09.14
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Para Mantega, desemprego no país continua sendo “um dos menores do mundo”
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considera normal a queda do emprego industrial. ontem (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a indústria brasileirateve redução de 0,7% no emprego em julho, na comparação com junho. Em 2014, o setor já acumula perda de 2,6%.
“Nós temos uma rotatividade que é normal. Em alguns momentos é um pouco maior a saída em algum setor. Mas o que interessa é o saldo geral, que [indica que] o emprego continua aumentando e o nosso desemprego continua sendo um dos menores do mundo”, defendeu Mantega.
O IBGE informou ainda que, no índice acumulado no ano, o emprego industrial acumulou taxas negativas em treze dos quatorze locais e em quatorze dos dezoito setores investigados. São Paulo (-3,7%) apontou o principal impacto negativo, vindo a seguir Rio Grande do Sul (-4,0%), Paraná (-3,9%), Minas Gerais (-1,8%), Região Nordeste (-1,3%) e Rio de Janeiro (-1,9%). O instituto destacou, porém, que Pernambuco, com avanço de 1,1%, exerceu a única pressão positiva.
Setorialmente, apontam os dados do IBGE, as contribuições negativas mais relevantes vieram de produtos de metal (-6,7%), máquinas e equipamentos (-5,0%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-6,7%), calçados e couro (-7,7%), meios de transporte (-3,7%), produtos têxteis (-5,1%), refino de petróleo e produção de álcool (-8,3%), vestuário (-2,6%) e outros produtos da indústria de transformação (-3,2%). Já os principais impactos positivos vieram de alimentos e bebidas (0,5%) e produtos químicos (1,9%).
Fonte: Agência Brasil
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12.09.14
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Empresa terá de pagar indenização por cancelar plano de saúde de trabalhador
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12.09.14
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Micro e pequenas empresas são incluídas em programa de aprendizes
Ampliação do Pronatec foi anunciada nesta quarta pelo governo federal.
Empresas com apenas 1 funcionário poderão contratar aprendiz.O governo anunciou nesta quarta-feira (10) a ampliação do Pronatec Apendiz (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), que passarão a incluir micro e pequenas empresas para a inclusão de jovens no mercado de trabalho.
Segundo Secretaria da Micro e Pequena Empresa, empresas com apenas um funcionário agora podem contratar um jovem aprendiz. Antes, o número mínimo exigido era de 7 trabalhadores, o que restringia o programa às empresas maiores, segundo o órgão. Outra mudança anunciada é a idade mínima para participar, que passou de 16 para 15 anos.
Para estimular a contratação de jovens aprendizes, as micro e pequenas empresas vão contar com redução de custos, recolhendo apenas 2% de FGTS (normalmente, são cobrados 8%), sem indenização por rescisão do contrato. Além disso, ainda de acordo com a secretaria, o curso de formação do jovem contratado será pago pelo Ministério da Educação (MEC), ao contrário do que acontece em médias e grandes empresas, que arcam com esse custo.
As vagas incluem as áreas de informática, operação de loja e varejo, serviços administrativos e alimentação. A remuneração é de um salário mínimo, variando de acordo com a jornada de trabalho, de 4 a 6 horas. O tempo máximo de duração do contrato como aprendiz é de dois anos. É necessário estabelecer vínculo empregatício, com anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. Ao final do programa, o jovem recebe certificação técnica pelo MEC e pode ser efetivado na empresa.
Para a seleção de participantes, a prioridade é para adolescentes em situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino, segundo o governo.
As micro e pequenas empresas que queiram contratar um jovem aprendiz precisam se inscrever, a partir desta quarta, no site “Mais Emprego”, do Ministério do Trabalho.
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa informou que, segundo os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, estima-se a possibilidade de oferta de cursos de aprendizagem em ao menos 17 estados: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Fonte: MEC
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12.09.14
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Carpinteiro receberá horas extras por tempo gasto em fila de refeitório
A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou provimento a recurso do Consórcio Interpar contra condenação ao pagamento de hora extra a um carpinteiro que gastava mais de uma hora no deslocamento e na fila do refeitório da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), onde prestava serviços, sobrando apenas 20 minutos para o almoço. Como ele era obrigado a almoçar no restaurante da refinaria, o entendimento foi o de que ele não usufruía integralmente de seu intervalo intrajornada.
De acordo com o processo, o empregado ia e voltava do o refeitório em transporte fornecido pela Petrobras, uma vez que era proibido andar a pé nas dependências da refinaria. Como cerca de 300 pessoas eram liberadas simultaneamente para almoçar, havia congestionamento tanto para o transporte quanto para se servir e pagar o restaurante.
O juízo da 1ª Vara do Trabalho de Araucária condenou a empresa a pagar como extras as horas decorrentes da supressão do intervalo intrajornada. “A situação peculiar nas dependências da Petrobras (distância e obrigatoriedade do uso de transporte coletivo da própria empresa até a catraca) não permitia que os trabalhadores realizassem suas refeições em local que melhor lhes aprouvesse, ou seja, tinham que, necessariamente, utilizar os refeitórios disponibilizados pelo empregador”, afirma a sentença.
Em recurso para o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), a empresa defendeu que o deslocamento até o refeitório demandava aproximadamente cinco minutos, e sugeriu que a situação era semelhante à dos trabalhadores de empresas situadas fora do complexo da Repar, que para suas refeições necessitam se deslocar até um restaurante ou residência e, mesmo tendo direito a uma hora de intervalo, não recebem indenização pelo tempo de trajeto ou fila. O TRT, no entanto, manteve a condenação, levando a empresa a recorrer ao TST.
O relator do recurso, ministro João Oreste Dalazen, afirmou que a circunstância de o empregado não dispor livremente de seu intervalo para repouso e alimentação equivale à supressão do direito ao intervalo intrajornada, garantido por norma de ordem pública, conforme o artigo 71 da CLT.
Por unanimidade, a Turma considerou correta a decisão do TRT-PR e não conheceu do recurso.
Fonte: TST
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12.09.14
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Estudo afirma que carga tributária brasileira reforça as desigualdades
Caracterizado por onerar proporcionalmente os mais pobres em relação aos mais ricos, o sistema tributário brasileiro provoca um tipo mais profundo de injustiça. Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) intitulado “As implicações do sistema tributário brasileiro nas desigualdades de renda”, divulgado nesta quinta-feira (11), revela que os impostos punem mais os negros e as mulheres em relação aos brancos e aos homens.
O levantamento cruzou dados de duas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo baseou-se na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), que fornece dados sobre a renda das famílias, e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que capta informações demográficas como raça e gênero.
Segundo o levantamento, os 10% mais pobres da população comprometem 32% da renda com o pagamento de Tributos. Para os 10% mais ricos, o peso dos tributos cai para 21%. A relação com o gênero e a raça aparece ao comparar a participação de cada fatia da população nessas categorias de renda.
Nos 10% mais pobres da população, 68,06% são negros e 31,94%, brancos. A faixa mais desfavorecida é composta por 45,66% de homens e 54,34% de mulheres. Nos 10% mais ricos, que pagam menos imposto proporcionalmente à renda, há 83,72% de brancos e 16,28% de negros. Nessa categoria, 62,05% são homens e 31,05%, mulheres.
Historicamente, o sistema tributário brasileiro pune os mais pobres porque a maior parte da tributação incide sobre o consumo e os salários, em vez de ser cobrada com mais intensidade sobre o patrimônio e a renda do capital. Segundo o estudo, no Brasil, 55,74% das receitas de Tributos vieram do consumo e 15,64% da renda do trabalho em 2011, somando 71,38%. Nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média está em 33%.
Os tributos sobre o consumo são regressivos do ponto de vista social por estarem embutidos nos preços dos bens e dos serviços. Dessa forma, uma mercadoria com R$ 1 de imposto embutido no preço pesa mais para as camadas de menor renda.
Link para o estudo: http://www.inesc.org.br/biblioteca/textos/as-implicacoes-do-sistema-tributario-nas-desigualdades-de-renda/publicacao/
Fonte: Inesc e Agência Brasil
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08.09.14
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Dilma diz que não vai desempregar para conter inflação
IBGE informou que em agosto inflação fechou 0,01% acima da meta.
Para Dilma, governo faz ‘todo esforço’ para manter inflação sob controle.A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (5) que tem compromisso com a meta da inflação, de 6,5%, mas que para isso não vai desempregar o “povo brasileiro”.
A presidente criticou aqueles que, segundo ela, sugerem que a pressão inflacionária pode ser causada pelo pleno emprego. Nesta sexta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou a inflação dos últimos 12 meses, que chegou em 6,51% em agosto. O teto da meta é de 6,5%.
“Meu compromisso é com a meta de inflação. Eu procurarei sistematicamente buscar o centro da meta. Agora para isso, não vou desempregar o povo brasileiro porque muitas vezes o que está por trás dessa discussão é: ‘vocês não acham necessário desempregar um pouco, porque está muito alto o emprego? Porque nós estamos com pressão, porque estamos muito no pleno emprego? Vocês não acham que tem que parar de valorizar o salário mínimo?'”, disse a presidente.
A presidente discursou na Expointer, feira agropecuária em Esteio (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.
Ela disse ainda que o governo procura sempre o centro da meta (4,5%) e que “faz todo o esforço” para manter a inflação sob controle.
“A meta é 4,5%, mas dois para cima e menos dois para baixo. O centro da meta é 4,5%. Eu, a minha preocupação, é sempre mirar no centro da meta e caminhar para que cada vez mais prossigamos para colocar a inflação o mais baixo possível”, afirmou.
Ela disse ainda que, em 15 anos de meta de inflação, o índice esteve na maior parte das vezes pouco acima do centro da meta.
“A verdade é que no período de mais ou menos nos 15 anos em que temos meta de inflação, em nove anos sempre estivemos pouco acima do centro da meta. Nunca estivemos sistematicamente no centro, a não ser em três anos se não me engano”, afirmou a presidente.
‘Cachorro’
A presidente disse que é criticada “por ter cachorro e não ter cachorro”.
“Aqueles que dizem que não tenho cachorro, que sou criticada por isso, dizem o seguinte: ‘está deixando a inflação fugir do centro da meta’. […] Os outros que falam que eu tenho cachorro, dizem que eu manipulo os preços, que não dou reajuste para a gasolina”, declarou.
Dilma afirmou que, o reajuste dos preços da gasolina acumulou 31% durante o governo dela.
“Se a gente descontar o IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Ampliado, indicador oficial da inflação], vocês obterão a inflação real. Então, a gasolina se comportou pouco acima da taxa de inflação do IPCA”, afirmou.
Fonte: fetraconspar.org.br
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08.09.14
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BRF Foods pagará adicional de insalubridade por fornecer EPI sem aprovação do MTE
A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso da BRF Brasil Foods S/A contra decisão que a condenou a pagar adicional de insalubridade a um trabalhador por fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) sem o certificado de aprovação (CA) expedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o relator, ministro Cláudio Mascarenhas Brandão, a entrega de equipamentos em desconformidade com os artigos 166 e 167 da CLT e com a Norma Regulamentadora 6 do MTE acarreta a obrigação de pagar o adicional, pois em tais condições não serão capazes de suprimir os agentes agressores presentes no ambiente insalubre.
Exercendo a função de ajudante de produção numa sala de cortes com ruídos acima de 85 decibéis causados por máquinas e amolação de facas, entre outros, o empregado afirmou que nunca recebeu adicional de insalubridade nos 16 anos que ali trabalhou. Para comprovar suas alegações, utilizou laudo pericial realizado em outra ação semelhante, onde se constatou que, na sala de cortes, o ruído era de 89,70 decibéis, acima do limite estabelecido no Anexo I da Norma Regulamentadora 15 do MTE.
Certificado de Aprovação
O mesmo laudo verificou que, nas fichas dos protetores auriculares fornecidos pela BRF, não havia o certificado de aprovação nem a comprovação de sua efetiva utilização pelos empregados.
O juízo de primeiro grau assinalou que o certificado fornecido pelo MTE é o documento que permite saber exatamente qual é o tipo de EPI utilizado pelo trabalhador e se é adequado para eliminar o excesso de ruído no local de trabalho. A prova da entrega do equipamento é feita pela ficha de registro de EPIs, na qual deve constar a descrição do equipamento e seu certificado.
Segundo a sentença, não basta, para fins de prova da entrega do EPI adequado, o registro como “protetor auricular” ou mesmo “protetor auricular tipo concha”, pois “há muita diferença entre um “tipo concha” e um ‘tipo concha com CA aprovado pelo MTE'”. Este último traz a garantia de que aquele equipamento, de fato, suprime o excesso de ruído.
Diante dessa constatação, condenou a empresa a pagar o adicional de insalubridade em grau médio (20% do salário mínimo). A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC).
No recurso ao TST, a BRF Foods sustentou que a legislação não exige que as fichas de controle de equipamentos entregues aos trabalhadores contenham a indicação de certificado de aprovação. Mas o relator destacou que a NR-6 prevê expressamente que cabe ao empregador, quanto ao EPI, “fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho”. Com isso, afastou as alegações da empresa e não conheceu do recurso. A decisão foi unânime.
Fonte: TST
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08.09.14
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Turma vê violação a liberdade sindical e isenta bancários de multa por greve de 2009
A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários do Piauí de pagar multa imposta pela 2ª Vara do Trabalho de Teresina (PI) por impedir o acesso dos trabalhadores às agências do Banco Bradesco S.A. na paralisação dos bancários de 14 de agosto de 2009. A Turma entendeu que a decisão atentou contra o direito de greve, previsto no artigo 9º daConstituição Federal, pois não ficou provada ameaça efetiva ao acesso dos empregados às agências do banco.
O Bradesco alegou, na ação de interdito proibitório, que temia a ocorrência de atos de violência durante a greve da categoria ou invasão dos imóveis onde ficavam as agências. Alertou, ainda, para a possibilidade de o sindicato impedir o funcionamento das agências e o acesso de clientes e prestadores de serviços. Sua pretensão era a de que a Justiça do Trabalho ordenasse ao sindicato que se abstivesse de praticar tais atos, com a imposição de multa diária no valor de R$ 10 mil.
O sindicato afirmou que a paralisação foi aprovada em assembleia com base na Lei de Greve (Lei 7.783/1989) e que os interditos proibitórios têm sido cada vez mais usados pelas empresas para tentar impedir os movimentos grevistas. Com a ação, segundo o sindicato, o Bradesco estaria buscando impedir a livre manifestação dos bancários nas calçadas próximas às agências.
O banco obteve a liminar, que fixou multa de R$ 1 mil ao sindicato em caso de descumprimento da decisão. Na sentença, a 2ª Vara do Trabalho de Teresina manteve a multa e julgou a ação procedente por entender que foram praticados atos que impediram a entrada nas agências. O Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região negou provimento ao recurso do sindicato, considerando que houve cerceamento do direito de locomoção e do livre exercício do trabalho.
No recurso ao TST, o desfecho foi outro. A Turma afirmou que a utilização regular dos meios de persuasão pelo sindicato, inclusive mediante piquetes pacíficos, não leva à conclusão de que o empregador se encontra na iminência de ver violada a sua posse, tendo em vista a necessidade de se ponderar os direitos de greve e de propriedade.
Segundo o relator, ministro Hugo Carlos Scheuermann, não ficou configurada ameaça efetiva à liberdade de acesso dos empregados ou atos de violência por parte do sindicato, o que o levou a julgar improcedente o interdito proibitório e a afastar a multa. “A desarrazoada proliferação dessas ações possessórias vem inviabilizando, na prática, o exercício do direito de greve por inúmeras categorias, em especial, pelos bancários”, acrescentou o ministro.
A decisão se deu por maioria de votos, tendo ficado vencido o ministro Walmir Oliveira da Costa.
Fonte: TST
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08.09.14
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Julgamento de aposentadoria especial para quem usa EPI é suspenso
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08.09.14
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Receita da construção civil sobe 9,3% em 2012, diz IBGE
Valor dos empreendimentos da indústria de construção aumentou 10,2%.
Houve ainda aumento de 12,5% no número de empresas ativas no setor.O valor dos empreendimentos da indústria de construção aumentou 10,2% em 2012 em comparação com ano anterior, atingindo R$ 336,6 bilhões em incorporações, obras e serviços. A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que anunciou a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) de 2012. Nesse mesmo período de comparação, o IBGE detalhou que a receita líquida das empresas do setor subiu 9,3% em termos reais, atingindo R$ 312,9 bilhões.
O levantamento do instituto mostra ainda que, em 2012, houve aumento de 12,5% no número de empresas ativas no setor em relação a 2011, atingindo patamar de 104 mil companhias. Essas empresas empregavam em torno de 2,8 milhões de pessoas, com remunerações que atingiam 32,5% do total de seus custos e despesas.
O IBGE apurou ainda que o salário médio mensal dos trabalhadores da construção teve aumento real de 7,9% em 2012 ante 2011, para R$ 1.648,70.
Ainda segundo a pesquisa, o valor adicionado da indústria da construção subiu 16,9% em 2012, em relação a 2011. Entre os segmentos analisados pelo instituto dentro do setor, a construção de edifícios teve o maior crescimento nominal no valor adicionado, de 22,7% no mesmo período de comparação. Isso porque, nesse segmento, houve aumento de 32,2% no numero de empresas ativas, no mesmo período. Além disso, houve expansão de crédito imobiliário e obras para a Copa de 2014, no período.
O instituto detalhou também que, assim como na pesquisa anterior, o Sudeste era origem de mais da metade (55,1%) do total de pessoal ocupado na indústria da construção em 2012. Além disso, a região englobou 62% do total do valor das incorporações, obras e serviços da construção.
Ainda de acordo com o IBGE, em 2012, o valor corrente total das incorporações, obras e/ou serviços da construção executados pelas empresas com 30 ou mais pessoas ocupadas foi de R$ 281,7 bilhões, o que representou um crescimento real (deflacionado pelo índice Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi, também calculado pelo instituto) de 13,5% em relação a 2011.
Fonte: G1
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08.09.14
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Diap lança cartilha para explicar como funciona o Poder Legislativo
Entender o funcionamento do Poder Legislativo é fundamental para que as entidades sindicais, entre as quais a Contee, possam acompanhar a tramitação e o processo de votação de matérias de interesse dos trabalhadores e de setores fundamentais para a sociedade, como a educação. É justamente por isso que a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) conta com uma Secretaria de Assuntos Institucionais e está atenta aos trâmites na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, a fim de municiar os sindicatos e federações com informações e também mobilizar a categoria na luta pela aprovação de propostas que vão ao encontro das nossas reivindicações e pela rejeição daquelas que contrariam o interesse público e ferem direitos fundamentais.
Para auxiliar nesse processo, a assessoria do Diap está a cartilha “Poder Legislativo: como é organizado, o que faz e como funciona”. A nova publicação tem por finalidade levar ao conhecimento da população informações acerca do que são, o que fazem e como funcionam as instituições do Poder Legislativo brasileiro
Os interessados em adquirir exemplares da versão impressa da cartilha devem falar com o Diap pelo telefone (61) 3225-9744 ou enviar e-mail paraiva@diap.org.br. Mas também basta fazer o depósito em nome do DIAP, na Agência do Banco do Brasil 0452-9, C/C 401.918-0, e enviar o comprovante com o endereço de correspondência para o fax (61) 3225-9150 ou para o e-mail acima.
Segundo o Diap, para filiados, o exemplar custa R$ 8. Caso queiram adquirir o pacote promocional de cem exemplares, o preço unitário sai a R$ 7, sendo que valor da remessa já está incluso. Já para os não filiados, o exemplar da publicação custa R$ 10. Caso queiram adquirir o pacote promocional de seis exemplares, o preço unitário sai a R$ 8. A remessa da publicação é cobrada à parte e custa R$ 6 até dois exemplares. A partir de três unidades, o envio é por PAC, cujo valor depende da localidade e do peso.
Clique aqui para baixar a versão virtual da nova cartilha
Fonte: Contee
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