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Provocador, Aécio diz ser o líder do “exército da oposição”
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05.11.14
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Sindicatos e oposição culpam governo espanhol por desemprego
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05.11.14
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Trifil indenizará operário por obrigá-lo a exibir cós de roupa íntima em revista
A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Itabuna Têxtil S.A., (Trifil-Scala), fabricante de calcinhas, sutiãs e meias, a pagar indenização de R$ 3 mil a um auxiliar de produção submetido a revista íntima em que tinha que exibir o cós da cueca a vigilante. A Turma deu provimento a recurso de revista do empregado e reformou decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), que considerara que a revista não era dirigida exclusivamente ao trabalhador e, por isso, não o teria colocado em situação vexatória.
O auxiliar de produção afirmou que os empregados eram forçados a mostrar os trajes íntimos, mesmo que parcialmente, para que se verificasse se estavam levando alguma peça da produção. Alegou que isso lhe causava constrangimento perante os demais colegas de trabalho e a sociedade, “que forma o convencimento de que os funcionários daquela fábrica não são dignos de confiança”.
Em sua defesa, a empresa alegou que a inspeção consistia na exibição do cós da cueca/calcinha, alça do sutiã e meias, somente diante do vigilante e em local restrito, e era aleatória, mediante sorteio eletrônico. Segundo a empresa, o procedimento era lícito, nos limites do seu poder diretivo, e previsto, inclusive, no contrato de trabalho e no acordo coletivo de trabalho da categoria.
O relator do recurso de revista, ministro Mauricio Godinho Delgado, entendeu que o acórdão do TRT violou o artigo 5º, inciso X, da Constituição da República. Ele explicou que o poder do empregador engloba o poder fiscalizatório (ou de controle), mas “não é dotado de caráter absoluto”, pois há no ordenamento jurídico uma série de princípios limitadores. “A realização da inspeção pessoal pelo empregador configura inegável abuso no exercício do poder fiscalizatório”, ressaltou Godinho Delgado.
Ele destacou também que, ainda que não tenha havido contato físico, a revista implicou exposição indevida da intimidade, e frisou que o fato de o procedimento ser generalizado, dirigido a qualquer empregado sorteado eletronicamente, não afasta a sua ilicitude. Dessa forma, concluiu que o auxiliar de produção faz jus à indenização por danos morais.
Fonte: TST
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05.11.14
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Não permitir tratamento de doença gera dano moral a empregado, decide TRT-4
Demitir portador de doença grave e incurável atenta contra a dignidade da pessoa humana, contrariando o artigo 170, incisos II e III, da Constituição. Afinal, todos têm o direito a uma existência digna, com justiça social. O entendimento levou a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) a determinar a reintegração de uma gerente do Banco Santander no interior gaúcho, demitida enquanto estava doente. Ela foi diagnosticada com lúpus, doença provocada por desequilíbrio do sistema imunológico e potencializada por fatores de estresse.
Para o colegiado, o fato de a autora não estar recebendo benefício previdenciário na época da dispensa é irrelevante, já que ela não conseguia se afastar do trabalho nem mesmo para fazer as sessões de quimioterapia. De acordo com os desembargadores, os autos mostram que, embora estivesse trabalhando, ela não poderia ser declarada como ‘‘apta para a dispensa’’ pelo departamento de recursos humanos.
O relator dos recursos, desembargador Marcelo Ferlin D’Ambroso, lembrou no acórdão que o Santander tem tanta responsabilidade quanto o Estado na promoção dos princípios da dignidade humana, dos valores sociais do trabalho e da solidariedade. Logo, não poderia promover a dispensa de trabalhadora doente, o que é contrário ao princípio da função social da propriedade.
‘‘Comprovado o dano, a configuração da ofensa prescinde de prova quanto ao prejuízo causado, bastando restar configurado o desrespeito aos direitos fundamentais tutelados, pois a prática de ato ilícito atenta contra postulados consagrados na Constituição da República’’, afirmou, arbitrando a reparação moral em R$ 50 mil.
O relator esclareceu que, embora não haja prova que o trabalho tenha sido o agente causador do lúpus, ficou evidenciado no processo que o banco não adotou nenhuma medida para amenizar o sofrimento da sua funcionária, sequer lhe dando a chance de se ausentar do trabalho para tratamento médico. O acórdão foi lavrado na sessão do dia 7 de outubro.
Excesso de estresse
A autora narrou, na inicial da reclamatória, que foi admitida em 2 de agosto de 2000, para trabalhar na agência de Gramado, lá permanecendo até junho de 2006 — quando foi promovida a gerente-geral. Em maio do ano seguinte, foi transferida para a agência de Canela e, em 2009, para a agência de Igrejinha, sempre no cargo de gerente-geral. Teve o contrato rescindido em 21 de junho de 2010, dia em que o Sindicato dos Bancários emitiu a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). O Instituto Nacional do Seguro Social deferiu o benefício de auxílio-acidente até 31 de agosto daquele ano.Na ação trabalhista, dentre outras verbas, a bancária pediu a nulidade da rescisão de contrato de trabalho, com a reintegração ao seu último posto, e o pagamento de danos morais. Argumentou que o quadro clínico em que se encontrava na época da rescisão já mostrava que era portadora de lúpus, causado pela rotina estressante de trabalho: excesso de jornada e cobrança de metas impossíveis de serem alcançadas. Citou a emissão do CAT e o consequente recebimento de benefício previdenciário, o que prova nexo de causalidade entre a doença e o trabalho.
O banco apresentou contestação, alegando que a rescisão contratual não é nula, uma vez que não ocorreu durante acidente ou doença do trabalho. É que o exame demissional concluiu que a trabalhadora estava apta para a rescisão. Além disso, a emissão da CAT teria ocorrido após o ato de desligamento. Logo, o ato de demissão é válido, eficaz e legal.
Na fase de instrução, o juízo da 1ª Vara do Trabalho de Taquara determinou perícia médica. E o perito atestou o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES), transtornos glomerulares em doenças sistêmicas do tecido conjuntivo, transtorno depressivo recorrente e doença renal hipertensiva. No entanto, concluiu pela inexistência de nexo de causalidade entre tais diagnósticos e as condições de trabalho da autora.
Em manifestação à Justiça do Trabalho, o Instituto Nacional do Seguro Social informou que a autora estava em gozo do auxílio-doença.
Sentença improcedente
O juiz do trabalho Eduardo de Camargo, ao julgar o mérito da ação trabalhista, afirmou que a reclamante, quando da dispensa, não estava afastada, recebendo o auxílio-doença. Isto é, seu contrato de trabalho naquele momento não estava suspenso. Destacou que os artigos 476 da Consolidação das Leis do Trabalho e 63 da Lei 8.213/1991 (Lei dos Benefícios Previdenciários) consideram o período de afastamento como de licença. Assim, o empregador tinha o direito potestativo de dispensa, não se podendo falar de arbitrariedade ou ilegalidade.‘‘O art. 118 da Lei 8.213/91 assegura a estabilidade provisória por doze meses ao empregado que sofreu acidente do trabalho e, por isso, usufruiu do auxílio-doença acidentário. Não faz jus a essa garantia o trabalhador que gozou de auxílio-doença, não tendo sido comprovado nos autos o nexo de causalidade entre a moléstia e a atividade profissional desenvolvida em prol do reclamado’’, justificou na sentença.
Para o julgador, o nexo causal, para efeito de reconhecimento de doença ocupacional equiparada a acidente de trabalho, pode se dar quando verificado que a atividade contribuiu para o agravamento da doença — a chamada concausa. No entanto, a seu ver, no caso presente, não existe vinculação direta das patologias da reclamante, comunicadas por CAT emitida pelo sindicato da categoria, com as atividades profissionais.
Por consequência, o fato de inexistir nexo de concausalidade entre doença e o trabalho desempenhado pela reclamante isenta o empregador do pagamento de indenização por danos morais. Para que houvesse o dever de indenizar — definiu o julgador —, seria necessária a caracterização de todos os requisitos previstos no artigo 186 do Código Civil: o dano, o nexo de causalidade e a culpa pela violação de um direito.
Fonte: CONJUSaiba mais >
04.11.14
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INSS: pagamento de benefícios para quem recebe acima do mínimo começou nesta segunda
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou hoje (3) os depósitos para os segurados que recebem acima do salário mínimo. O pagamento começa a ser liberado para quem possui cartão com final 1 e 6, desconsiderando-se o dígito. Aqueles que recebem até o salário mínimo e possuem cartão com final 6, desconsiderando-se o dígito, também terão seus benefícios depositados nesta segunda-feira. O pagamento referente ao mês de outubro será depositado até o dia 7 de novembro.
A folha de pagamento do INSS paga atualmente mais de 31 milhões de benefícios e injeta na economia do país mais de R$ 29 bilhões todos os meses.
Extrato
O extrato de pagamento de benefícios já está disponível para consulta dos segurados nos terminais de autoatendimento dos bancos pagadores. A consulta ao extrato permite ao segurado visualizar o valor do pagamento dos benefícios. A consulta do extrato pode ser feita também no site da Previdência Social –www.previdencia.gov.br – na Agência Eletrônica Segurado.
Fonte: PPT
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04.11.14
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03.11.14
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Desoneração do custo do Vale-Transporte recebe parecer favorável
Apresentado parecer na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao PLS 242/13, do senador Fernando Collor (PTB-AP), que institui o vale-transporte e dá outras providências – para estabelecer que o empregador arcará com todas as despesas referentes à aquisição dos Vales-Transportes sendo-lhe vedado descontar da remuneração do trabalhador qualquer valor relativo a esse benefício.
Parecer
Parecer do relator, senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), foi pela aprovação do projeto e contrário às emendas oferecidas no plenário do Senado Federal.Agora, a matéria aguarda inclusão na pauta do colegiado para discussão e votação. A matéria ainda deve ser apreciada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e depois no plenário do Senado Federal.
Leia íntegra do parecer
Fonte: Diap
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Equador rechaça recomendações da SIP: ‘atentado contra a soberania’
A Assembleia Nacional do Equador rechaçou, nesta terça-feira (28), as recomendações feitas pela Sociedad Interamericana de Prensa (SIP), órgão que reúne os proprietários dos grandes meios de comunicação latino-americanos. Com 91 votos afirmativos, 24 negativos, um em branco e apenas uma abstenção, os parlamentares determinaram que as recomendações feitas “atentam contra a soberania, a independência e a autodeterminação do Estado equatoriano”.
A nota publicada no portal da Assembleia Nacional equatoriana recorda que a SIP, em sua 70ª Assembleia Geral, realizada em Santiago do Chile, demandou “respeito por parte do Estado à liberdade de expressão” e a revogação daLey Orgánica de Comunicación, que regulamenta e democratiza o setor no país. A entidade patronal também insinuo que o país não respeita as diretrizes da Lei de Transparência e Livre Acesso à Informação. A resolução, segundo os equatorianos, “é um ataque ao princípio de não-intervenção, que estabelece a independência das nações, o direito de autodeterminação dos povos e a não-ingerência nos assuntos internos do país”.
O rechaço foi fundamentado, principalmente, no fato de o país ter levado os temas da democratização da comunicação, da transparência e do acesso à informação à consulta popular, em 7 de maio de 2011, quando “o povo equatoriano expressou a sua opinião sobre questões relacionadas à comunicação e regulação, apoiando a erradicação da influência do poder econômico e do poder político sobre os meios de comunicação, assim como a melhora da qualidade de conteúdo difundido por eles”.
A Assembleia também propôs aos parlamentos latino-americanos e caribenhos a formação de um órgão fiscalizador interparlamentar para “preservar o direito dos cidadãos receberem informação não-manipulada sobre os processos democráticos que enfrentam os países”. A sugestão será feita formalmente ao Parlamento Latino-Americano (Parlatino), ao Parlamento Andino e ao Parlamento Europeu.
O presidente Rafael Correa, líder da ‘Revolução Cidadã’ pela qual passa o país desde 2007, não tem boas relações com os grandes meios de comunicação privados do país. Enquanto não se reuniu nenhuma vez com os ‘donos da mídia’ equatoriana, Correa mantém relação de proximidade e cordialidade com os meios públicos e comunitários, participando frequentemente do quadro de programação de veículos comunitários. Foi em sua gestão que a Ley Orgánica de Comunicacón foi aprovada. Dentre outras medidas, a legislação redistribuiu as conceções do espectro radioelétrico equatoriano, historicamente dominado pela iniciativa privada, o que gerou insatisfação nos setores conservadores.
No final de semana, o presidente já havia se posicionado, em programa semanal no qual presta contas à população, sobre a postura da SIP. “No dia em que a SIP me felicitar, aí sim ficarei preocupado. Se os cachorros ladram, é porque avançamos. Se a SIP questiona, critica, então (…) está sendo inaugurada a verdadeira liberdade de expressão em nosso país”.
Fonte: Barão de Itararé
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30.10.14
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OIT: mais da metade da América Latina trabalha na informalidade
Mais de 50% dos trabalhadores da América Latina trabalham de maneira informal, o que coloca em risco as democracias da região, assegurou quinta (24) no Panamá um funcionário da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
“Entre 50% e 60% estão em condições de informalidade”, diz o jornalista Virgilio Levaggi, diretor da OIT para América Central, Haiti e República Dominicana.
Segundo Levaggi, uma pessoa que tem um trabalho formal pensa em progredir, enquanto os trabalhadores informais querem apenas sobreviver, sem sequer ter acesso a todos os direitos e a recursos básicos.
A Declaração de Lima pediu o combate à desigualdade por meio de políticas públicas integradas, econômicas e sociais, que promovam a inclusão social, o trabalho decente e o emprego produtivo.
Trabalho decente – “A grande preocupação da América Latina é a qualidade do emprego”, afirmou Levaggi, que acha necessário aumentar a produtividade e reduzir a desigualdade de renda.
De acordo com o funcionário da OIT, a informalidade no trabalho existe desde a época colonial, com taxas que há alguns anos superaram os 80%, principalmente no comércio, na agricultura e, um pouco menos, na indústria.
Menores – A situação dos menores é preocupante. A OIT estima que 12,5 milhões de crianças e adolescentes trabalham na América Latina. Destas, 9,5 milhões atuam em condições perigosas.
Fonte: www.em.com.br
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29.10.14
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Proposta democratiza gestão de conselho do FGTS
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7407/14, do Senado, que muda as regras de gestão do conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pelo texto, a presidência do conselho, eleita a cada dois anos por maioria absoluta, passará a ter caráter rotativo entre as representações dos trabalhadores, dos empregadores e do Governo. Atualmente, a presidência do órgão é exercida pelo representante do Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
Outra alteração na Lei do FGTS (8.036/90) obriga os dirigentes do conselho a apresentarem ao Senado, após os dois primeiros meses do ano, relatórios de gestão, incluindo balanços e explicações de como os recursos estão sendo aplicados, além de resultados alcançados e de planos e ações a serem realizadas nos próximos 12 meses.
O projeto, de autoria do senador Paulo Bauer (PSDB-SC), também modifica a legislação vigente para transferir a função de gestor do conselho ao ministro das Cidades, em substituição ao ministro do Desenvolvimento Social.
No Senado, a relatora do texto aprovado, senadora Ana Amélia (PP-RS), destacou que hoje o maior problema do FGTS é o baixo rendimento de seus depósitos. Segundo ela, a remuneração das contas vinculadas do fundo corresponde à Taxa Referencial de Juros (TR) mais juros de 3% ao ano, o que torna o FGTS um dos investimentos com a pior remuneração do mercado, abaixo da inflação.
O FGTS foi criado em 1967 pelo governo para proteger o trabalhador demitido sem justa causa. O fundo é formado por contas vinculadas, abertas em nome de cada trabalhador, quando o empregador faz o primeiro depósito. O saldo da conta vinculada inclui depósitos mensais efetivados pelo empregador, equivalentes a 8% do salário pago ao empregado, acrescido de atualização monetária e juros.
Tramitação
O projeto, tramita em caráter conclusivo, e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.Saiba mais >
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28.10.14
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Embate final da eleição será hoje à noite
Apenas 32 horas separam o fim do debate da Rede Globo do início da votação do 2.º turno presidencial. Por isso o encontro marcado para hoje, às 22h10, é considerado a cartada final para os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Seja qual for o desenrolar das discussões, especialistas e integrantes das duas campanhas são unânimes em afirmar que o importante é falar em propostas e evitar ataques. “Não adianta ganhar a discussão e perder o voto. O Enéas cansou de ganhar debate, mas nem por isso venceu a eleição”, resume Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos.
Disputa mais acirrada desde a eleição entre Collor e Lula, em 1989, o pleito deste ano terá o capítulo final decidido ao vivo, na emissora de maior audiência do país. E a melhor estratégia, segundo Manhanelli, é não repetir o debate do SBT, de uma semana atrás, quando o estúdio se transformou em um “octógono de MMA”, com ataques de ambos os lados. “O debate é uma passarela, não um ringue. É preciso se dirigir ao eleitor para conquistá-lo, e não ficar desacatando, xingando o adversário”, afirma. “Eles têm de aproveitar a maior janela que vai ser aberta neste momento para falar com os eleitores.”
Manhanelli diz ainda que não se pode subestimar o impacto de um debate na antevéspera da eleição. Ele aconselha que os candidatos dediquem todo o dia à preparação para o encontro e cita como exemplo o primeiro debate presidencial na televisão, realizado nos Estados Unidos, em 1960, entre Richard Nixon e John Kennedy. “O Nixon achava que o encontro não ia mudar nada. Apareceu com a barba por fazer e a roupa amassada, depois de um grande comício no dia anterior”, lembra. “O Kennedy passou 15 dias num iate na Flórida estudando pesquisas para saber como se posicionar no debate. No fim, virou a disputa e foi eleito presidente.”
Propostas
Presidente do PT do Paraná, o deputado Enio Verri afirma que, depois da etapa de desconstrução do adversário, o momento agora é de mostrar o futuro. “Ela [Dilma] deve prender-se, fundamentalmente, nas propostas para o futuro do Brasil. E, quando for necessário, responder à altura”, diz Verri. Para ele, a comparação entre as gestões PSDB e PT será a essência do debate. “E, nessa comparação, estamos tranquilos.”
Do lado tucano, o deputado Abelardo Lupion (DEM), coordenador da campanha de Aécio no Sul e no Centro-Oeste, também afirma que o candidato deve focar nas propostas e na visão que o PSDB tem do Brasil. Na avaliação dele, quem partir para os ataques vai perder. Por isso o ideal, segundo Lupion, é “ouvir as mentiras” do PT e rebatê-las. “O Aécio vai mostrar que esse é um governo que prometeu 500 obras e fez 100, todas superfaturadas”, diz. “Ele cresce muito nos debates. Já a nossa adversária não tem o que mostrar, vai ter de explicar a corrupção, as obras mentirosas.” De acordo com a campanha tucana, o mineiro vai priorizar o tripé fracasso econômico, corrupção e má gestão do governo Dilma.
Debate será em formato de arena e com indecisos fazendo perguntas
Quarto e último debate do segundo turno das eleições, o encontro de hoje é organizado pela Rede Globo e começará às 22h10. A mediação será feita por William Bonner. A Gazeta do Povo vai acompanhar em tempo real o debate. A cobertura especial será feita no site do jornal (www.gazetadopovo.com.br) a partir das 22 horas e trará informações e comentários sobre os temas discutidos.
O debate da Globo, que tem previsão de duração de 1h50, será dividido em quatro blocos. No primeiro e no terceiro, Aécio e Dilma farão perguntas um ao outro, com tema livre. Já no segundo e no quarto blocos, eles responderão a oito perguntas de eleitores indecisos selecionados pelo Ibope. Os últimos minutos serão reservados às considerações finais dos dois candidatos. Outra diferença em relação aos debates anteriores, é que o cenário será em forma de arena e os candidatos poderão caminhar pelo estúdio enquanto respondem aos questionamentos.
Fonte: Gazeta do Povo
Fonte: fetraconspar.org.br
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23.10.14
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Cuba celebra o nascimento de sua identidade cultural
Cuba celebra nesta segunda-feira (20) o nascimento de uma nação rebelde e sua identidade. Trata-se do Dia Nacional da Cultura Cubana, instituído em homenagem à primeira entoação de “La Bayamesa” (hino nacional), assim batizada pelo povo quando tropas independentes liberaram a cidade de Bayamo, em 1868. A data se tornou comemorativa em 1980, por meio de um decreto assinado pelo então presidente Fidel Castro e, atualmente, é considerada uma janela para o panorama artístico do país.
Segundo o decreto, a canção é o “símbolo no qual se entrecruzam o sentimento de amor a pátria e a decisão de combate, a expressão artística deste ato cultural por excelência no qual o povo afirma e conquista sua identidade plena, a guerra libertadora”.
Para os cubanos, cultura e nação são processos inseparáveis de permanente construção. É o que afirma a colunista Graziella Pogolotti, do site Cuba Debate em seu artigo “Por que um 20 de outubro?”. A cultura nacional foi forjada ao longo de séculos de resistência e nutrida por homens que conseguiram sustentar o espírito rebelde com sonhos, aspirações legítimas e direitos inalienáveis.
De acordo com Wikie Delgado Correa, em um texto intitulado “Os cubanos, o dia da cultura nacional e um canto para a liberdade”, o hino cubano é um grito de combate, uma proclamação em defesa da pátria a qualquer preço, um canto para viver em liberdade e não em submissão, uma exortação à ação e ao valor dos combatentes.
“Ao combate correi bayameses, que a pátria vos contempla orgulhosa; Não temais uma morte gloriosa, que morrer pela pátria é viver!”, diz o primeiro trecho do hino.
Para exaltar os valores e as realizações culturais, na cidade de Bayamo aconteceu a chamada Fiesta de la Cubanía”, iniciativa que contribui a conhecer mais sobre o surgimiento da nacionalidade cubana. Aos festejos se uniram as manifestações de música, teatro e artesanato, vinculdas ao universo juvenil.
Fonte: Vermelho
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21.10.14
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O Irã estará sempre do lado da Palestina, diz ministro do país
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Mesmo não prevista em lei, doença grave justifica saque do FGTS
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21.10.14



