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Faturamento da indústria cresce em fevereiro, aponta CNI
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01.04.15
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PL da terceirização terá emendas, mas falta acordo sobre principal polêmica
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01.04.15
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Bancada sindical reforça articulação contra projeto da terceirização
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31.03.15
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Terceirização: projeto de Vicentinho propõe igualdade de direitos
Em contraponto ao PL 4.330, que pode ir a votação na Câmara dos Deputados no próximo dia 7, a CUT defende o PL 1.621/2007, apresentado pelo deputado Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), que propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre terceirizados e efetivos (saúde, ambiente de trabalho, plano de saúde, tíquete-refeição etc) e proíbe a terceirização na atividade-fim.
O projeto do deputado petista também prevê a responsabilidade solidária da empresa tomadora de serviços, que fica obrigada a arcar com os direitos trabalhistas quando a terceirizada deixar de cumprir suas obrigações, como depositar o FGTS e pagar homologações.
Nesta entrevista à RBA, respondida por escrito, o deputado avaliou os riscos da aprovação do PL 4.330/2004 para os trabalhadores.
O deputado tem se posicionado contra a aprovação do PL 4.330. Quais são os principais problemas desse projeto?
O projeto que será votado é um grave retrocesso nas condições de trabalho que estão querendo promover. Ele objetiva, na verdade, aumentar a exploração da mão de obra e os lucros dos patrões, em detrimento da qualidade de vida e de trabalho.
Em vez de resguardar os direitos dos trabalhadores, a proposta foi engendrada para liberalizar ainda mais as relações de trabalho. Por isso mesmo, é rechaçada pela maioria dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), pela Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), pelo Ministério Público do Trabalho, pelos advogados trabalhistas que, reunidos em recente congresso no Rio de Janeiro, se posicionaram contrários a essa proposta e, por unanimidade, por todas as centrais sindicais.
Quais seriam as principais consequências da aprovação desse projeto para os trabalhadores?
O texto que irá a votação liberaliza a terceirização e quarteirizações para todas as atividades das empresas, incluindo as atividades principais e permanentes. Mantém a responsabilidade subsidiária entre contratantes e contratadas e diz explicitamente que salários, direitos e benefícios serão diferenciados em função do enquadramento sindical.
Assim, prevalece o enquadramento sindical pelo conceito de categoria profissional, quando na verdade todas as categorias serão esfaceladas. A classe trabalhadora será ainda mais fragmentada em sua organização e representação e, com isso, em pouco tempo, seus direitos conquistados após décadas de lutas serão solapados. As negociações coletivas só terão alguma efetividade onde os empresários tiverem interesse e para os segmentos que avaliarem ser necessário.
O Diap observa que nesta legislatura a bancada sindical encolheu e a empresarial aumentou e que existe um grande risco desse projeto ser aprovado, sem a mobilização dos trabalhadores e um posicionamento firme do governo. O que os representantes dos trabalhadores podem fazer para barrar a aprovação desse projeto. Em um ano em que o governo editou MPs polêmicas, como a 664 e 665, o que se pode esperar dele na tramitação dessa matéria?
Tem razão o Diap em sua avaliação. Na legislatura passada, o movimento sindical foi fundamental com suas mobilizações, pressionando os deputados, denunciando em suas bases os seus interesses nocivos à classe trabalhadora. Com efeito, o projeto foi parado. Com o perfil da legislatura atual, a pressão precisará ser ainda maior, pois estamos distantes das próximas eleições federais. Do governo esperamos apoio.
Não se pode ignorar que há uma parcela dos trabalhadores que hoje é terceirizada. O que seria uma regulamentação adequada sobre a terceirização do ponto de vista dos trabalhadores?
Entre outros critérios, os principais são os que estabelecem a igualdade de direitos, a obrigatoriedade de informação prévia, a proibição da terceirização na atividade-fim, a responsabilidade solidária e a penalização das empresas infratoras. Esses são fatores decisivos no combate à precarização.
Fonte: RBA
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31.03.15
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Lula confirma presença em ato pela democracia nesta terça (31) em SP
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31.03.15
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Dívida trabalhista de construtora falida será repassada a empresa do mesmo grupo
A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo da Poyry Tecnologia Ltda. contra decisão que a condenou solidariamente em ação trabalhista movida contra a JP Engenharia Ltda. As duas empresas foram sócias até 1999, quando houve a cisão.
A ação foi movida por um ex-gerente de projetos da JP Engenharia contra a massa falida e as demais empresas do grupo econômico. Em 2012, requereu também a inclusão da Poyry na execução. Desde então, a empresa vem recorrendo contra a decisão do juízo da 5ª Vara do Trabalho de São Paulo, que entendeu que houve sucessão empresarial e, portanto, a Poyry deveria arcar com os débitos da JP.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) negou recurso da empresa, explicando que a documentação comprovava a relação comum entre as empresas, já que as duas são sócias e ambas estão sob comando comum. O Regional também afastou a alegação de incompetência da Justiça do Trabalho – a empresa sustentava que os créditos deviam ser habilitados no juízo falimentar.
TST
Na tentativa de trazer o caso ao TST, a Poyry Tecnologia alegou que a decisão do TRT violou o princípio da segurança jurídica, argumentando, entre outros pontos, que a cisão de empresas ocorreu em 1999, 13 anos antes da falência, e, mesmo assim, foi considerada responsável solidária.
O agravo de instrumento, porém, foi desprovido. Para a relatora, ministra Dora Maria da Costa, a decisão foi acertada em relação à competência da Justiça do Trabalho, tendo em vista que a execução não se dirige contra massa falida. A ministra também não acolheu o argumento de violação do artigo 5º da Constituição da República, que trata do princípio da isonomia, porque não cuida especificamente do tema em discussão – sucessão e/ou cisão de empresas, como exige o artigo 896, parágrafo 2º, da CLT para a admissão do recurso.
Após a publicação do acórdão, a empresa interpôs recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal, cuja admissibilidade ainda não foi examinada pelo TST.
Fonte: TST
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30.03.15
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Empresários pressionam votação de projeto da terceirização para evitar decisão no Judiciário
Nos gabinetes da Câmara, STF e TST é dado como certo que bancada empresarial teme julgamento, uma vez que vários magistrados já se posicionaram contrários à terceirização da atividade-fim.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não confirma, mas informações que circulam na Câmara dos Deputados e nos gabinetes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) são de que a pressa da entidade para aprovar o Projeto de Lei 4.330 (que regulamenta a atividade de terceirização) tem o objetivo de evitar que a decisão acabe partindo do Judiciário.
Caso isso ocorra, são grandes as chances de o empresariado não conseguir atingir o seu anseio, que é permitir a terceirização tanto na atividade-fim, como também na atividade-meio – o que é contestado pelas centrais sindicais, pelo risco de levar à precarização do trabalho.
Hoje, a maior parte dos magistrados, sobretudo os trabalhistas, posiciona-se contrária à terceirização na atividade-fim, como estabelece o teor do texto que está na Câmara, dando razão às preocupações das centrais e da bancada dos trabalhadores no Congresso Nacional.
Além disso, o STF encontra-se prestes a colocar em julgamento uma ação que avalia a constitucionalidade da terceirização de serviços de call centers. Embora a matéria refira-se especificamente a esse tipo de atividade, o tema, de um modo geral, ficará sob a luz dos holofotes da imprensa, dos operadores de Direito e da sociedade, durante a discussão pelo colegiado da mais alta corte do país. Motivo pelo qual o intuito da bancada empresarial é se antecipar.
O ponto de partida nessa movimentação foi dado em fevereiro, com o anúncio, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que a matéria será votada em 7 de abril. Pretexto para isso não falta: o fato de o projeto tramitar há mais de dez anos é o principal.
Passivos trabalhistas
Para a CNI, que divulgou um livro com a agenda legislativa da indústria para 2015 na última terça-feira (24), o argumento principal para que o projeto de lei – de autoria do ex-deputado Sandro Mabel e relatado pelo deputadoArthur Maia (PMDB-BA) – seja aprovado da forma como foi apresentado pelo relator é que a falta de legislação sobre serviços terceirizados “gera insegurança jurídica para as empresas, criando passivos trabalhistas e inibindo a criação de novos empregos”.
“O empregado terceirizado tem todos os direitos trabalhistas garantidos e ainda conta com a proteção extra, dada pela obrigatoriedade da fiscalização, pela contratante, do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias que cabem à contratada”, enfatiza o documento da entidade.
O presidente da confederação, Robson Andrade , ao falar sobre a agenda, também destacou pesquisa da própria CNI, segundo a qual 54% das empresas industriais do país utilizam serviços terceirizados e 46% delas teriam sua competitividade prejudicada caso não fosse possível utilizá-los.
O resultado do trabalho enfatiza que os setores elétrico, petroquímico, da indústria da celulose, do agronegócio e da construção civil têm necessidade de profissionais altamente especializados em certos períodos do ano e, por isso, não se justifica a contratação permanente de um quadro tão grande e especializado de colaboradores – daí a necessidade de se terceirizar.
“O que não pode acontecer é o assunto continuar parado no Congresso. A questão do que é atividade-fim ou atividade-meio pode ser melhor discutida posteriormente, embora eu ache que não haja problema terceirizar também a atividade-fim. O problema é o Brasil passar a ter, rapidamente, um marco seguro para a terceirização”, afirma o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto – presidente emérito da CNI.
“Precisamos desatar as amarras existentes hoje no país para criar um ambiente empreendedor que seja propício ao desenvolvimento e ao crescimento econômico. E a demora para a aprovação do PL 4.330 é uma destas amarras”, acrescentou Robson Andrade.
‘Dramático retrocesso’
Mas em um parecer sobre o PL, divulgado em uma das discussões sobre o texto, os ministros do TST Antonio José de Barros Levenhagen (presidente do tribunal), Delaíde Arantes e Alberto Luiz Bresciani externaram que a medida “abre caminho a um dramático retrocesso na legislação e nas relações trabalhistas do Brasil, comprometendo o mercado interno, a arrecadação tributária, o SUS (Sistema Único de Saúde) e o desenvolvimento nacional”.
“O projeto de lei esvazia o conceito constitucional e legal do que conhecemos por ‘categoria’ profissional’, permitindo transformar a grande maioria de trabalhadores em prestador de serviço. Assim, deixam de existir bancários, metalúrgicos, comerciários, etc”, ressalta o documento.
A avaliação dos ministros trabalhistas também é de que, com a aprovação do PL no Congresso da forma como se encontra o seu teor, a remuneração dos trabalhadores tenderá a cair, uma vez que os direitos e garantias dos trabalhadores terceirizados são inferiores aos dos empregados regulares.
Ou seja: sairá bem mais barato para o empregador terceirizar. Por isso, se nada o obrigar a cumprir os direitos conquistados pela classe trabalhadora, a tendência será que o modelo do empregado terceirizado vá se tornando a regra no mercado de trabalho brasileiro.
O parecer dos magistrados chama a atenção, ainda, para os níveis de remuneração e contratação significativamente mais modestos. “Isso ocasionará um profundo e rápido rebaixamento do valor social do trabalho na vida econômica e social brasileira, envolvendo potencialmente milhões de pessoas”, ressaltaram os magistrados no documento.
Mobilizações das centrais
Diante da polêmica em torno do PL e do escasso tempo dado pelo presidente da Câmara para que a matéria possa ser melhor debatida, centrais sindicais pretendem se mobilizar na próxima semana, percorrendo gabinetes dos deputados e durante manifestações em todo o país, programadas para serem realizadas na data prevista para a votação da matéria – 7 de abril.
As principais queixas das centrais dizem respeito, além do projeto aceitar a terceirização tanto na atividade-meio das empresas como na atividade-fim, também ao fato de passar a estabelecer que os salários, benefícios e demais direitos sejam diferenciados, de acordo com a natureza da atividade desempenhada, mesmo que o trabalho seja prestado de maneira idêntica e no mesmo ambiente de trabalho da empresa contratante.
O temor dos especialistas é que isso leve à pulverização das organizações e representações sindicais – resultando em rebaixamento das condições de trabalho. O texto determina, ainda, que a responsabilidade entre tomadores e prestadores de serviços será subsidiária, item com o que não concordam nem as centrais nem os ministros que se posicionaram sobre o assunto.
Fonte: Rede Brasil Atual
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Custo da construção cai em março, diz FGV
Quatro capitais apresentaram desaceleração em suas taxas.
Índice de Confiança recuou 8%, menor nível da série iniciada em 2010.O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou variação de 0,36% em março, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,5%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,41%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,77%. O índice correspondente a materiais e equipamentos registrou variação de 0,41%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,65%. Três dos quatro subgrupos apresentaram decréscimo nas taxas de variação, com destaque para materiais para acabamento, cuja taxa passou de 1,24% para 0,68%.
Já o índice referente à mão de obra registrou variação de 0,31%. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,26%. A aceleração ocorreu pelo reajuste salarial em Salvador.A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 1,24%, em fevereiro, para 0,44%, em março. Houve desaceleração do subgrupo vale-transporte, cuja variação passou de 4,83% para 1,01%.
Quatro capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Já em Salvador, Brasília e Recife houve aceleração.
Confiança
O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 8% entre fevereiro e março, atingindo 76,3 pontos, o menor nível da série iniciada em julho de 2010. A queda, além de ser a quarta consecutiva, foi a mais expressiva da série, retratando um empresariado crescentemente insatisfeito e pessimista em relação aos rumos de curto prazo do setor, de acordo com a FGV.“Os sucessivos recordes negativos registrados pela sondagem mostram que o nível de atividade do setor está caindo rapidamente. O elemento inesperado está vindo do segmento de infraestrutura, porque, neste caso, as dificuldades não estão relacionadas ao término de obras, como no segmento imobiliário, mas a obras que estão sendo paralisadas independentemente do estágio, o que tende a gerar um impacto ainda mais forte. E a percepção dos empresários é de que este quadro tende a se agravar nos próximos meses”, diz Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.
A queda do ICST em março decorreu principalmente da piora das expectativas de curto prazo: o Índice de Expectativas (IE-CST) variou -7,3%, a maior queda histórica, após recuar 4,7% no mês anterior. Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST), caiu 8,9% no mês, ante -9,9% em fevereiro. Ambos os índices chegaram aos menores níveis da série, confirmando a continuidade do quadro de desaceleração do setor no início de ano, diz a FGV.
A piora das expectativas atingiu os dois quesitos que integram o IE-CST: o indicador que mede o grau de otimismo em relação à situação dos negócios nos seis meses seguintes recuou 9%, a maior variação negativa da série, ao passar de 98,5 pontos, em fevereiro, para 89,6 pontos, em março. O quesito que mede as expectativas em relação à evolução da demanda nos três meses seguintes passou de 88,4 pontos para 83,8 pontos no mesmo período, uma queda de 5,2%.
O recuo do ISA-CST no mês foi influenciado principalmente pelo indicador de evolução recente da atividade, que declinou 11,4% em relação a fevereiro, atingindo 61,4 pontos. O indicador que mede o grau de satisfação com situação atual dos negócios recuou, 6,5%, ao passar de 75,1 para 70,2 pontos entre fevereiro e março.
Fonte: G1
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27.03.15
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Trabalho aprova inscrição gratuita em concurso para quem recebe até meio salário mínimo
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) proposta que dispensa de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos federais quem tiver renda familiar per capita de até meio salário mínimo, o que equivale, atualmente, a R$ 394. O candidato também precisa fazer parte de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal, que traz os dados dos beneficiários do Bolsa Família.
A isenção também vale, de acordo com o texto, para candidato que comprove:
– estar desempregado;
– ter doado leite materno pelo menos 3 vezes nos 12 meses anteriores à publicação do edital; ou
– ser cadastrado como doador de medula óssea em entidade reconhecida pelo Ministério da Saúde.O texto original garantia a isenção apenas para quem recebesse renda familiar per capita de até um salário mínimo.
A proposta é um substitutivo do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) ao Projeto de Lei3641/08, do Senado, e a outros 15 projetos. A comissão rejeitou outras 26 propostas apensadas que previam, por exemplo, a gratuidade da inscrição para todos os candidatos. Almeida argumenta que isso faria com que as despesas dos concursos fossem custeadas com recursos públicos pelos órgãos que os realizassem, “onerando a totalidade dos contribuintes”.
Segundo o relator, a taxa de inscrição dos concursos é um impedimento para cidadãos com baixa renda. “O amplo acesso aos cargos públicos só se verificará caso os candidatos de baixa renda sejam dispensados do pagamento de taxa de inscrição em concurso público”, disse Almeida. O deputado falou que a necessidade de o candidato estar inscrito no CadÚnico vai simplificar a concessão do benefício.
Informação falsa
Quem falsificar informação para deixar de pagar a inscrição poderá ser excluído do concurso, se a fraude for descoberta antes do resultado; deixar de ser nomeado ou ter a nomeação anulada, se for comprovada a informação falsa nas fases seguintes da seleção.Tramitação
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.Fonte: Agência Senado
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Faculdade de Direito da USP lança documentário crítico à terceirização
Para entender mais sobre o Projeto de Lei 4330/2004, que se aprovado irá ampliar de forma ilimitada a possibilidade de terceirização do trabalho por parte das empresas, vale assistir ao documentário Terceirizado, um trabalhador brasileiro, que será lançado nesta quinta-feira (26), às 20h, em uma sessão gratuita no prédio da Faculdade de Direito da USP.
O filme, que será seguido de debate sobre o tema, foi produzido pelo Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital, sob coordenação do professor Souto Maior. Trata-se de um documentário denúncia, que mostra alguns efeitos da terceirização para a vida dos trabalhadores.
As imagens e relatos apresentados no documentário servem também como um instrumento de luta para a defesa dos direitos da classe trabalhadora, além de se prestar a um questionamento crítico da sociedade como um todo e sobre o papel do Estado.
De acordo com a análise do grupo de pesquisa, o documentário deixa no ar as perguntas: se você soubesse o que acontece com os trabalhadores terceirizados, o que você faria? Não daria a menor importância? E mais: estamos mesmo, todos nós, dispostos a fazer com que se cumpram os preceitos da Constituição Federal de 1988? Ou os interesses econômicos particulares, a busca de “status”, a afirmação das desigualdades, as conveniências políticas partidárias e as lógicas corporativas continuarão ditando nossos comportamentos?
O documentário sublinha o caráter inconstitucional do projeto, que lança por terra as garantias previstas na carta maior e mais progressista do país, que se originou da assembleia constituinte formada após o fim da ditadura militar, em 1988: “Fato é que o tema da terceirização nos obriga a um posicionamento expresso, não deixando margem a dissimulações, dada a sua inevitável materialidade, que gera, no plano formal, uma afronta direta à Constituição, mesmo no que se refere às atividades empresariais na iniciativa privada, já que o projeto constitucional é o da valorização social do trabalho, a eliminação de todas as formas de discriminação, a elevação da condição social dos trabalhadores e a organização da economia seguindo os ditames da justiça social”.
Para saber mais, acesse o blog.
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24.03.15
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24.03.15
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Eleitos presidentes e relatores que vão analisar MPs 664 e 665
O Congresso realizou, nesta quinta-feira (19), reunião para instalação das comissões mistas que vão analisar as Medidas Provisórias (MPs) 664/14 e 665/14, que alteram regras para concessão de aposentadoria, pensão, auxílio-doença, seguro-desemprego, abono salarial e seguro-defeso para os pescadores, entre outros.
O Senador José Pimentel (PT/CE) foi eleito presidente da Comissão Mista destinada a proferir parecer à MP 664/14. A vice-presidência caberá ao deputado Carlos Zarattini (PT/SP); a relatoria, ao deputado Eduardo da Fonte (PP/PE); e a revisão da relatoria, ao senador Telmário Mota (PDT/RR).
No que tange à MP 665/2014, foi eleito o deputado Zé Geraldo (PT/PA) para presidir a comissão, e o senador Benedito de Lira (PP/AL) para vice-presidente. O senador Paulo Rocha (PT/PA) é o relator, e a deputada Gorete Pereira (PR/CE) foi designada relatora revisora.
Audiência pública
Também na manhã desta quinta-feira (19), a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) realizou audiência pública para tratar das MPs. Desta vez, foram ouvidos os ministros do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas. A audiência foi requerida pelo presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), em atendimento à solicitação das centrais sindicais e movimentos social e sindical, preocupados com as consequências das atuais medidas do governo.
A CTB e demais representantes dos movimentos social e sindical também foram ouvidos em audiência pública, realizada no dia 12 de março, quando se posicionaram contrários às MPs por restringir direitos trabalhistas e representar retrocesso (relembre aqui).
Fonte: Portal CTB
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20.03.15
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Deputado Sérgio Souza vai relatar vedação de contribuição sindical de trabalhadores não sindicalizados
A PEC 71/1995, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que altera o dispositivo do inciso IV do art. 8º da Constituição para vedar a cobrança da contribuição sindical de trabalhadores não sindicalizados tem como relator o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados.
A proposta altera a Constituição para proibir a fixação de qualquer contribuição compulsória dos não filiados à associação, sindicato ou entidade sindical.
Tramitação
Aguarda parecer do relator para discussão e votação no colegiado. Sendo aprovado, o próximo passo é a criação de comissão especial.Leia íntegra da proposta
Fonte: Diap
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20.03.15
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Ministros admitem no Senado mudanças em MPs sobre benefícios sociais
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20.03.15
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20.03.15
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Jornada de trabalho excessiva pode render condenação de R$ 6 milhões para supermercado
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Prazo para entrega da RAIS 2014 termina nesta sexta-feira (20)
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20.03.15
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Andrea Dip: Machismo é a regra da casa
Publicitárias denunciam abusos de que são vítimas no trabalho e afirmam: os anúncios que indignam as mulheres nascem da cultura interna das próprias agências.
Por Andrea Dip, da Agência Pública
“Não existem muitos casos de propagandas machistas no Brasil porque a publicidade brasileira é madura para perceber que a pior coisa que pode fazer é irritar o consumidor, seja ele mulher, homem ou criança. De qualquer forma, nós não temos uma declaração oficial a respeito desse assunto”. Essa foi a resposta da assessoria de imprensa do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), por telefone, à pergunta da Pública referente a algumas peças publicitárias lançadas no Carnaval e no Dia Internacional da Mulher, rechaçadas nas redes sociais por serem consideradas machistas – algumas inclusive retiradas de circulação.
O Conar é um órgão de autorregulamentação das agências publicitárias, encarregado de receber denúncias de consumidores ou órgãos públicos e julgar se a propaganda deve ser tirada do ar e a agência eventualmente advertida. Das 18 denúncias de machismo em propaganda recebidas em 2014 (pesquisadas pela Pública no site do Conselho), 17 foram arquivadas, e apenas uma, da cerveja Conti, que dizia em sua página do Facebook “tenho medo de ir no bar pedir uma rodada e o garçom trazer minha ex” terminou com um pedido de suspensão e advertência da agência que realizou a campanha.
Outra campanha, do site de classificados bomnegócio.com, em que o Compadre Washington chamava uma mulher de “vem ordinária”, que havia recebido pedido de suspensão, foi posteriormente reavaliada e o processo arquivado. As justificativas das decisões geralmente são de que as propagandas não são machistas mas sim humorísticas, como esta de março de 2014, referente a um spot de rádio da Itaipava: “Uma consumidora paulistana entendeu haver preconceito machista em spot de rádio da cerveja Itaipava. A anunciante e sua agência alegam o caráter evidentemente humorístico da peça publicitária. O relator aceitou esse ponto de vista e recomendou o arquivamento, voto aceito por unanimidade”.
A visão do Conar parece ser compartilhada pela maioria das agências, criadoras das peças publicitárias. Chamada a dialogar sobre a campanha “Verão” em que uma mulher chamada Vera é impedida de passar por um homem na praia, ela tentando correr e ele barrando sua passagem com o slogan “não deixe o Verão passar” ou em uma que ela leva e traz cervejas para os homens só de biquíni enquanto eles olham para seu corpo e chamam “vem Verão, vai Verão” ou ainda uma terceira em que a moça aparece de biquíni com uma lata e uma garrafa de cerveja na mão com o slogan “faça sua escolha” com a indicação de 300, 350 ou 600 ml – estes em uma alusão ao silicone do seio da modelo, a agência preferiu se pronunciar apenas por e-mail de sua assessoria de imprensa. “A Y&R, agência que criou a campanha, respeita, bem como seu cliente, todas pessoas e em especial as mulheres. Em momento nenhum faz qualquer tipo de alusão para desmerecer ou agredir quem quer que seja e considera que o humor utilizado não tem tom de agressividade ou qualquer juízo de valor”.
As entrevistas também foram negadas pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, responsável pela campanha da Skol para o Carnaval que teve que mudar a campanha depois que seus cartazes de “Deixei o não em casa” foram pichados com a frase complementar “mas trouxe o nunca” por duas garotas de São Paulo, e pela Ajinomoto do Brasil, fabricante da Sopa Vono, que teve sua fanpage no Facebook invadida por reclamações por peças consideradas machistas e também teve de tirá-las do ar. Via assessoria de imprensa a F/Nazca Saatchi & Saatchi e a Ajinomoto disseram que lamentam o ocorrido, respeitam as mulheres, que o objetivo da peça era humorístico e que estão repensando suas estratégias.
De onde surge então o machismo das peças criadas pelas agências? Uma nova pista surgiu quando através de um pedido feito em um grupo fechado no Facebook, 15 mulheres de 20 a 40 anos, atuantes em áreas diversas da publicidade contaram à Pública como é o ambiente em que trabalham, dentro das agências. Os relatos, feitos sob anonimato pelo temor de perder o emprego, trazem casos de abuso, assédio e violência psicológica que viveram ou ainda vivem em suas carreiras. Trechos destes depoimentos estão destacados ao longo do texto.
“Antes de falarmos sobre publicidade machista, temos que falar sobre machismo na publicidade” argumenta a diretora de criação Thaís Fabris, idealizadora do projeto 65|10 que discute o papel da mulher na publicidade. “O ‘65’ vem do dado de uma pesquisa do Instituto Patrícia Galvão que aponta que 65% das mulheres brasileiras não se identificam com a publicidade e com a forma com que são retratadas pela publicidade. O número ‘10’ é de uma pesquisa que nós fizemos que mostrou que apenas 10% dos criativos dentro das agências brasileiras são mulheres. E é na criação que as campanhas são feitas”.
A gerente de planejamento Carla Purcino concorda: “Quando a gente olha para a representatividade feminina na publicidade percebe que é praticamente 50%. Mas a distribuição dentro dos departamentos é muito diferente. Entende-se que a criação é um reduto masculino e que a mulher é mais adequada para o departamento de atendimento. E na maioria das vezes as mulheres do atendimento precisam ser bonitas para seduzir os clientes. Quem trabalha no meio sabe de agências que já demitiram times inteiros de funcionárias dessa área por não serem tão bonitas. ‘Contratem garotas bonitas’. E isso obviamente influencia sobremaneira o resultado final”.
“Os meninos de uma agência na qual trabalhei encontraram com uma modelo famosa numa padaria e voltaram dizendo o quanto ela era gostosa, “rabuda” entre outros adjetivos horríveis. Senti-me enojada com os comentários, a ponto de não aguentar e rebater dizendo que mulher não era pedaço de carne. Isso foi suficiente para que todos se unissem contra mim e começassem então um massacre machista. Tudo o que eu falava era contestado. Todas as opiniões que eu dava eram minimizadas. Todos os meus trabalhos eram “meia-boca”. Acho que minha estadia nessa agência, em especial, foi uma das piores experiências profissionais que tive na minha vida”. C.C, 34 As duas disseram topar dar o nome por trabalharem hoje em agências mais inclusivas mas Carla lembra que chegou a ouvir de um diretor de uma agência onde trabalhou, após pedir a negociação de alguns direitos trabalhistas, que “se ela fosse homem ele meteria a mão na sua cara”. Por outro lado, por se colocar contra campanhas machistas nas agências onde trabalhou, ela já foi chamada a ajudar quando uma delas foi atacada nas redes sociais: “Me pediram ajuda para contornar a situação e a gente conseguiu resolver mas a coisa ainda acontece muito de fora pra dentro. Por pressão das pessoas as agências são obrigadas a resolver aquelas campanhas pontuais, a coisa não parte de dentro pra fora. É algo como ‘ai, que gente chata’. E as publicitárias ainda têm muito medo de se pronunciar. Elas normalmente se calam diante de piadas e colocações machistas para não perderem seus empregos. Tem uma grande agência que entrega, na festa de fim de ano, um prêmio chamado ‘calota de ouro’ referindo-se ao volume da vagina da mulher. E para sobreviver, elas acabam entrando no jogo”.
“Trabalhei para marcas como Brahma, Skol e Budweiser, em que o machismo impera em qualquer peça de comunicação. Por mais que tentássemos abrandar ou mostrar um novo viés para a campanha, sempre éramos obrigadas a seguir os conceitos e o lugar-comum das marcas de cerveja em que a mulher é só mais um ser criado para satisfazer e obedecer o homem”.R.J. 32 Como diretora de criação, Thaís diz que, para fazer parte do grupo, muitas mulheres também acabam se masculinizando e até reproduzindo esse machismo. “É a maneira que encontram de preservar suas carreiras. Emudecem e não questionam ou entram na lógica e reproduzem”.
Não existem dados oficiais sobre diferenças de salários e cargos na publicidade brasileira separados por gênero mas no geral, segundo o PNAD de 2013, mulheres recebiam cerca de 26,5% a menos que homens na mesma posição. E segundo a pesquisa “A mulher publicitária, preconceito e espaço profissional: estudo sobre a atuação de mulheres na área de criação em agências de comunicação em Curitiba” realizada em 2009, as mulheres correspondiam a menos de 20% nas áreas de criação. Em sua conclusão, o estudo aponta que muitas vezes as próprias mulheres contavam casos de discriminação sem entender como tal: “Percebe-se, assim, que a discriminação por parte do gênero masculino em relação ao feminino está tão enraizada na profissão, que acaba sendo acatada como uma manifestação sociocultural natural para as mulheres que trabalham dentro desses ambientes extremamente machistas. O discurso dos indivíduos que atuam na área, afirmando que existem mulheres que não servem para essa profissão por serem muito frágeis e fracas, é típico da construção hierárquica desigual da sociedade, que surge de seus tempos mais remotos.”
“Existe quase uma ordem natural de colocar as mulheres nas áreas de atendimento e gerenciamento de projeto do que em qualquer outra. existe uma série de piadas extremamente machistas e misóginas que ‘brincam’ com essa relação de mulher sempre virar atendimento”. F.B, 32 A pesquisa “Representações das mulheres nas propagandas na TV” citada pela Thaís no começo da matéria, foi publicada em 2013 pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Data Popular. De acordo com os dados obtidos 84% dos entrevistados (homens e mulheres de todo o país) reconhecem que o corpo da mulher é usado para venda de produtos; 58% entendem que as propagandas na TV mostram a mulher como objeto sexual e – ao contrário do que acredita o Conar – 70% defendem a punição aos responsáveis por propagandas que mostram a mulher de modo ofensivo.
O Brasil é signatário da Declaração e Plataforma de Ação da 4ª Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada em 1995 em Pequim, que determina: “incentivar a participação das mulheres na elaboração de diretrizes profissionais e códigos de conduta ou outros mecanismos apropriados de auto-regulação, para promover uma imagem equilibrada e não-estereotipada das mulheres na mídia; incentivar a criação de grupos de vigilância que possam monitorar os meios de comunicação e com eles realizar consultas, a fim de garantir que as necessidades e preocupações das mulheres estejam apropriadamente refletidas neles; promover uma imagem equilibrada e não-estereotipada da mulher nos meios de comunicação”.
Mas depois disso, o país já recebeu recomendações internacionais para que preste mais atenção à forma como retrata a mulher em suas propagandas. Em 2003, o relatório do comitê da Cedaw (Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher do qual o Brasil é signatário) afirmava: “O Comitê está preocupado com a evidente persistência de visões conservadoras e estereotipadas, comportamentos e imagens sobre o papel e responsabilidades de mulheres e homens, os quais reforçam um ‘status’ inferior das mulheres em todas as esferas da vida”. O relatório também recomendava que fossem criados programas para fomentar “a eliminação de estereótipos associados aos papéis tradicionais na família, no trabalho e na sociedade em geral”; e que os meios de comunicação (mídia) “fossem encorajados a projetar uma imagem positiva das mulheres e da igualdade no ‘status’ e nas responsabilidades de mulheres e homens, nas esferas pública e privada”.
“O diretor da agência onde eu trabalhava diversas vezes insinuava que eu (por ser lésbica) queria ficar com as meninas da equipe dele. Quando tinha Happy Hour da agência, ele me fazia perguntas constrangedoras a respeito da minha vida pessoal e ainda ficava perguntando o que eu gostaria de fazer com as meninas da equipe dele se elas me dessem bola. Isso tudo é pouco. Diversas vezes esse diretor insinuou coisas pra mim, fazia aqueles “elogios” desconfortáveis sobre roupa, corpo, olhar. Dizia que se eu conhecesse como ele era, eu não seria lésbica”. P.R, 2 De acordo com a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – Convenção de Belém do Pará – de 1994 – o Brasil tem cinco formas de violência contra a mulher tipificadas: sexual, física, moral, psicológica e econômica, explica Raquel Marques, diretora da ONG Artemis. “Na Venezuela, a mesma convenção deu origem a uma lei com 14 tipificações de violência contra a mulher, inclusive a midiática. Porque você transmitir mensagens que reforcem estereótipos ou reforcem violência causa dano coletivo e o dano coletivo vem da naturalização dos comportamentos. A publicidade, mais do que nenhum outro veículo traz expressões que se tornam até parte do nosso vocabulário, jingles, chavões, é muito poderoso”.
Incentivo à violência contra a mulher
E essa violência pode ser incentivada pela publicidade como observa Thaís Fabris. “Nós publicitários temos que perceber a responsabilidade que temos enquanto criadores de comunicação em massa. Não é porque uma coisa funciona, que as pessoas compram, que a gente pode reforçar estes estereótipos muito perigosos. Quando a gente fala em ‘mulher objeto’, essa mulher está lá na outra ponta, com o homem se achando dono dela e acreditando que se aquele brinquedo não funcionar do jeito que ele quer, ele pode quebrar. E você tem uma mulher morrendo a cada 90 minutos no Brasil. A gente está sim reforçando e habilitando esse comportamento. A propaganda que pergunta ‘você está pronta pra ir pra praia?’ tem responsabilidade sobre a mulher que está morrendo em mesa de cirurgia ou morrendo de anorexia! A propaganda é feita pra isso, pra influenciar decisões e gerar a compra de produtos. Mas eu já disse e repito: antes de falar sobre publicidade machista, precisamos falar sobre machismo na publicidade. Porque ela existe, é real, acontece todos os dias dentro das agências”.
A reação delas
Esse machismo dentro e fora da publicidade começa a criar novos nichos de atuação para as
“Cansei de contar quantas infinitas vezes tive que dizer em voz alta para os diretores e supervisores o quanto eles estavam sendo machistas com determinadas peças. Às vezes, nem só nas campanhas mas também na conversinha de cozinha. Por eu sempre me posicionar firmemente, eles me chamavam de feminazi e sempre que podiam, faziam piadas machistas perto de mim para me ver reagir”. T.B. 29 mulheres que se levantam contra ele. A Think Eva, é uma empresa criada pelas amigas Juliana de Faria (Jules), Maíra Liguori, e Nana Lima para prestar consultoria para marcas, agências, instituições, ONGs e órgãos públicos que queiram dialogar com as mulheres de um “jeito não ofensivo, mais efetivo e respeitoso”. Jules é a idealizadora do Think Olga, site sem fins lucrativos que promove o empoderamento feminino e responsável pela campanha Chega de Fiu Fiu. “As mulheres não estão mais deixando passar. Muito porque hoje elas mesmas falam de suas angústias e não dependem mais de uma revista feminina pra isso, por exemplo. A gente vive um momento de transição e existe gente querendo entender isso. Nós trabalhamos com essas pessoas” explica Jules. Apesar de ter sido lançada há pouco mais de um mês, a empresa já recebeu vários pedidos inclusive de palestras para funcionários de agências e revistas. O 65|10 da Thaís Fabris também oferece serviços de consultoria criativa para empresas e coaching profissional para criativos. Até uma cerveja feminista foi criada pelo grupo, que pretende com isso levar a discussão pra mesa do bar. “Pensamos em criar com a cerveja um ‘puxador de assunto’. Não é sobre supremacia feminina, é sobre igualdade entre gêneros” define Thaís.
Fonte: Vermelho
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Adiada instalação das comissões mistas das MPs 664 e 665
Adiada para quinta (19), a primeira reunião das comissões que vão analisar as MPs 664 e 665. Serão definidos os presidentes e vices. Os relatores também poderão ser indicados
Foi adiada para a quinta-feira (19), a primeira reunião das comissões mistas que vão analisar as medidas provisórias 664 e 665, que alteram direitos trabalhistas e previdenciários.
Estão previstas a instalação das comissões e a eleição dos presidentes e vices-presidente, caso ainda seja possível, os relatores também poderão ser escolhidos.
A instalação da comissão mista que vai examinar a MP 664 será às 9h50. A comissão da MP 665 acontece às 10h. Ambos os colegiados funcionarão na Ala senador Nilo Coelho, plenário 3, do Senado Federal.
Conteúdo das MPs
A MP 664/14, apresentada no dia 30 de dezembro pelo Executivo, institui novos critérios para concessão de vários benefícios previdenciários, como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-reclusão e pensão por morte, todos com restrições.Foram apresentadas ao texto 517 emendas dos congressistas, cujo prazo expirou na última segunda-feira (9). Deputados têm até 1º de março para votá-la.
A MP 665/14, apresentada no dia 30 de dezembro pelo Executivo, altera as regras do seguro-desemprego. Antes, o trabalhador tinha direito ao benefício após seis meses de trabalho. Com as novas regras, a primeira solicitação só pode ser feita após 18 meses; e a segunda, após 12 meses trabalhados. O prazo cai para seis meses somente a partir do terceiro pedido.
Também houve alteração na concessão do abono salarial. Antes, quem trabalhava um mês durante o ano e recebia até dois salários mínimos tinha direito a um mínimo como abono. Agora, são exigidos seis meses de trabalho ininterruptos, e o pagamento passa a ser proporcional ao tempo trabalhado.
O auxílio-doença era de 91% do salário do segurado, limitado ao teto do INSS. Além disso, as empresas arcavam com o custo de 15 dias de salário antes do INSS. As novas regras fixam o teto do benefício pela média das últimas 12 contribuições, e as empresas passam a arcar com o custo de 30 dias de salário antes do INSS.
Veja a composição da MP 664/15 e também da MP 665/15
Fonte: Diap
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Dilma: governo errou ao deixar setor privado controlar matrículas do Fies
Ao comentar as manifestações de ontem (15) contra o governo, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que o governo errou ao deixar que o setor privado controlasse as matrículas feitas com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Em entrevista a jornalistas nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, a presidenta disse que cometem-se erros em qualquer atividade humana. Ela admitiu inclusive a possibilidade de o governo ter cometido algum erro na condução da política econômica, mas pediu que sejam apontados os momentos em que ela não foi humilde para que possa avaliar se se tem razão.
Logo depois, Dilma lembrou de um erro cometido pelo governo: “quem controlava as matrículas era o setor privado. Esse é um erro que cometemos, detectamos, voltamos atrás e estamos ajustando o programa. Antes, as matrículas eram feitas diretamente com as instituições, agora elas vão ter de passar pelo governo”.
A presidenta garantiu, no entanto, que esse erro não é culpa do setor privado, já que esse controle é feito em outras áreas como o Programa Universidade para Todos (ProUni).
Desde que foram publicadas, no final do ano passado, alterações nas regras do Fies, o fundo tem sido alvo de embate entre governo e instituições privadas. Restrições de qualidade e de valores foram impostas à oferta de financiamento. Estudantes não estão conseguindo renovar contratos com instituições que tiveram reajustes nas mensalidades acima de 6,4% e estão enfrentando um sistema congestionado para novos financiamentos.
Sobre a exigência de nota mínima, de 450 pontos em média, nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a presidenta defendeu a medida, e disse ser inaceitável alguém que tirou “zero em português” ter acesso ao financiamento. “Esse que teve zero compromete o Brasil”, disse Dilma.
Ela negou que haja problemas com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e reafirmou o compromisso de oferta total de 12 milhões de vagas.
Fonte: Agência Brasil
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Dia 15 – a passeata do ódio fascista manobrada espertamente
Passeatas contra ou a favor de qualquer governo são fatos que devem ser encarados com absoluta tranquilidade. São mesmo fundamentais para o aprofundamento da democracia. O que não deve ser encarado como fato normal é a pregação despolitizada, de um ódio cego, de uma histeria verdadeiramente fascista que o discurso anti-Dilma assumiu e que é a marca principal da passeata do dia 15 de março.
O “mar de lama”
Muita gente deixou-se levar pelo discurso udenista que repete, contra Lula, Dilma, o PT e a esquerda, a velha tática do “mar de lama” já usada contra Getúlio e contra Jango para pavimentar o caminho da reação. A história repete-se com os mesmos ingredientes: velhos representantes do que há de mais atrasado na política, acusando setores progressistas de atos de corrupção que eles mesmos sempre praticaram impunemente. Pessoas de várias partes do país mandam notícias de que empresários e firmas especializadas estão alugando ônibus e recrutando pessoas pagas para os “protestos” do dia 15. Veja ao lado a imagem enviada por um leitor. A mídia hegemônica faz uma convocação geral. AVeja, por exemplo, publicou uma matéria especial indicando o local das manifestações.
Guerra midiática
Se fosse só até aí, já seria bastante grave, mas vai muito além. Coloca-se a convivência democrática em risco. Poucas vezes a manipulação midiática atingiu este ápice. As forças progressistas convocam um ato em defesa da Petrobrás, em local fechado no Rio de Janeiro, a ABI. Meia dúzia de provocadores, um deles um policial federal armado (como mostrou a reportagem do jornal O Dia), agride um militante do PT, e quando os petistas reagem o que se vê no dia seguinte na mídia foi apenas a reação do PT. As imagens ao lado, do militante do PT sendo agredido, muito pouca gente viu, pois só o que saiu foram fotos do revide e manchetes dizendo que Lula tinha convocado a guerra, quando a essência do que Lula disse é que ele queria a paz, mas que sabia lutar. Enquanto isso, a verdadeira guerra subterrânea contra a democracia avança. Todo dia uma indústria de boatos entra em ação. No dia 26 de outubro, 2º turno das eleições presidenciais, já havia circulado como verdade que o doleiro Youseff tinha sido “assassinado pelo PT”. Agora, Dilma vai acabar com o 13º. A poupança será confiscada no dia 18 março, bem como todos os recursos aplicados em investimentos. Fontes “inquestionáveis” alertam que devem ser estocados alimentos pois vem aí uma guerra civil. Um general de pijama escreve artigo no jornal O Estado de S. Paulodizendo que o exército está pronto para intervir.
Quem incentiva o ódio
Estas e outras mentiras alimentam um clima de ódio que assume contornos explosivos. Em Chapecó (SC) um homem invadiu um apartamento onde mãe e filha tinham na varanda bandeiras do MST e do PCdoB (painel acima). Agrediu as duas moradoras sobre os aplausos de uma pequena turba. Apesar da violência as duas mulheres resistiram e não deixaram as bandeiras serem levadas. Um guarda municipal publica a foto de uma reconhecida liderança do MST, João Pedro Stédile, oferecendo uma recompensa para que Stédile seja entregue “vivo ou morto” (painel acima). No dia 05 de março o menino Peterson Ricardo de Oliveira, de 14 anos, foi agredido na porta de uma escola em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, na última quinta-feira e faleceu. Tudo indica que o motivo do assassinato foi o fato de Peterson ser filho adotivo de um casal homossexual. O que isso tem a ver com o dia 15? Tudo. Ilude-se quem acha que este clima de ódio – divulgado por fãs de Bolsonaros e outros trogloditas – atinge só a esquerda e o PT.
De quem é a passeata do ódio fascista
Se alguém pensa que o dia 15 será a passeata anticorrupção, é melhor marcar outra e com alvos diferentes. O dia 15 será a passeata de Jair Bolsonaro e do apelo à volta da ditadura, de Rachel Sheherazade e da justiça pelas próprias mãos. Será a passeata do obscurantismo e pode entrar para a história como mais sombria do que a famigerada passeata da TFP com “Deus, pela família” realizada em 1964, que com a desculpa da “defesa da constituição”, clamou na verdade pela instalação de um regime militar. Na época, como hoje, a mídia hegemônica apoiou de forma unânime os golpistas.
Quem manipula a passeata do ódio fascista
Por trás de tudo, manobrando espertamente, os caciques do PSDB e de outras siglas se preparam para dois movimentos coordenados: insuflar as manifestações de ódio o mais que for possível para depois aparecerem com apaziguadores, buscando tirar todo o proveito político que puderem. Como diz o editorial de hoje do Portal Vermelho, “o momento é de alerta máximo e prontidão absoluta em defesa da legalidade, da democracia e do mandato da presidenta Dilma Rousseff”.
Noblat e o orgulho branco
Os nazistas e neonazistas fazem camisetas e fundam organizações com o nome de “orgulho branco”. O argumento deles é que se existe “orgulho negro”, por que não existir “orgulho branco”? Tal sofisma busca esconder o óbvio: todas as organizações que ostentam o orgulho branco são racistas fanáticas. O resgate do orgulho negro é fundamental para aqueles que tiveram os seus antepassados escravizados durante 388 dos 515 anos da nossa história e que até hoje sofrem com a discriminação e sustentam sobre seus ombros o peso maior da injustiça social. Os brancos no Brasil nunca sofreram discriminação racial e, portanto, o “orgulho branco” é uma forma, consciente ou inconsciente, de reforçar o estereótipo do dominador (branco) frente ao dominado. Mas no jornal O Globodesta quarta-feira (11), na página 8, um dos mais graduados colunistas amestrados do jornal golpista, Ricardo Noblat, publica um artigo onde, tentando usar de certa ironia reveladora, reclama que uma pessoa branca e rica não pode protestar que é logo tachada de golpista. E a “discriminação” fica pior, segundo Noblat, se o branco e rico em questão for paulista. Realmente, os brancos, ricos (principalmente se forem paulistas) sofrem muito preconceito e precisam do braço amigo do Noblat. O argumento é tão patético que a pretensa ironia não o redime. Registro apenas que em passado recente Noblat escreveu uma coluna onde, em nome da liberdade de expressão, defendia o deputado Jair Bolsonaro que havia naquela oportunidade ofendido negros e homossexuais. Os momentos de enfrentamento político mais agudo têm mesmo estas características. As coisas vão ficando mais nítidas e cada ator do confronto tem sua identidade relevada. Mas no caso do Noblat, nem precisava.
Colabore com o Notas Vermelhas: envie sua sugestão de nota ou tema para o email wevergton@vermelho.org.br
Fonte: Vermelho
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Dia Nacional de Lutas: 13 de março é dia de ir às ruas!
Sexta-feira, 13 de março, é dia de ir para as ruas defender a democracia e o projeto de nação mais justa para todos. Já são 24 as capitais já confirmaram o horário e o local onde realizarão o ato do Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora, da Petrobrás, da Democracia e Reforma Política, Contra o Retrocesso.
O objetivo da mobilização é fazer frente aos ataques especulativos e políticos que recaem sobre a Petrobrás, reiterar a necessidade de derrubar as MPS 664 e 665, que restringem direitos trabalhistas como seguro-desemprego e auxílio-doença, já em vigor, e para defender a democracia.
Como ressalta o Manifesto assinado por representantes dos movimentos sindical e social, o ato de sexta-feira é em defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras, em defesa da sociedade brasileira.
“Essa jornada requer uma ampla mobilização para derrotarmos o golpismo e retomarmos a contraofensiva política contra a direita. Dia 13, vamos ganhar ruas, praças e avenidas em defesa da Petrobras, da indústria nacional e de uma reforma política democrática”, defendeu Adilson Araújo, presidente Nacional da CTB.
Em São Paulo, a concentração será às 16 horas, na Avenida Paulista, 901, em frente ao prédio da Petrobras.
Em Salvador, o movimento sindical e social têm três eventos importantes neste dia: o ato em defesa da democracia e da soberania popular; o seminário sobre conjuntura, organizado pela CTB, e a grande marcha das mulheres, no Campo Grande.
Em Alagoas, a concentração será na Praça Sinimbu, a partir das 9h00, no Centro de Maceió. Faremos depois uma grande caminhada pelas ruas do comércio. A atividade é organizada pela CTB em parceria com centrais, movimentos sociais e os partidos políticos de esquerda”, informou Sinval Costa, presidente da CTB-AL.
Já no Amazonas, a concentração começa às 16h, na Praça da Polícia e segue em caminhada até a Avenida Eduardo Ribeiro, em Defesa da Petrobras, pela Democracia, contra o Golpe em Manaus.
Confira a relação das manifestações nos estados:
Alagoas
9h: Maceió, concentração na Praça Sinimbu e caminhada até a Assembleia LegislativaAmazonas
15h: Manaus, concentração na Praça da Polícia, seguida de caminhada até a rua Eduardo Ribeiro esquina com 7 de setembro para panfletagem.Amapá
8h: Macapá, concentração na Praça da Bandeira
10h: caminhada até a Praça do ForteBahia
7h: Salvador, concentração em frente ao prédio da Petrobrás no ItaiagraCeará
8h: Fortaleza, concentração na Praça da Imprensa, e caminhada até a Assembleia Legislativa,
Distrito Federal
17h: Brasília na RodoviáriaEspírito Santo
16h30: Vitória, concentração em frente à UFESGoiás
10h: Goiânia, no Coreto da Praça CívicaMaranhão
7h: São Luís, panfletagem na Praça Deodoro.
15h: Concentração na Praça João Lisboa e passeata na Rua Grande até o final da mesma rua – Canto da Viração – para o Ato PolíticoMinas Gerais
16h: Belo Horizonte, concentração na Praça Afonso ArinosMato Grosso do Sul
9h: Campo Grande, será na Praça do Rádio, às 09h,Mato Grosso
11h: Belém, Praça da RepúblicaPará
15h: Belém, Praça da RepúblicaParaíba
15h: João Pessoa, em frente ao Cassino da LagoaPernambuco
7h: Recife, concentração no Parque 13 de Maio, depois segue para Av Guararapes,Piauí
15h: Teresina, na Praça da Liberdade, 15h,Paraná
17h: Curitiba, Praça Santos Andrade, marcha até a Boca MalditaRio de Janeiro
15h: Rio de Janeiro, concentração na Cinelândia com todos movimentos sociais e com as centrais sindicais.Rio Grande do Norte
16h: Natal, em frente à CatedralRio Grande do Sul
9h: Porto Alegre, concentração em frente ao IPE-RS (Av. Borges de Medeiros, 1945), em defesa do IPE público. Após, concentração no Largo Glênio Peres, no centro da capital, seguindo em caminhadas às 12h, rumo à Praça da Matriz.Santa Catarina
14h: Florianópolis – em frente à CatedralSergipe
9h: Praça CarmerinoSão Paulo
16h: concentração na Avenida Paulista, 901 (em frente à Petrobrás) e caminhada até a Praça da RepúblicaTocantins
15h30 – Concentração no Posto do Trevo 2, caminhada na Avenida Tocantins, em Taquaralto até a Praça da Igreja São JoséFonte: Portal CTB
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Dilma: programas terão ajustes, exceto Minha Casa e Bolsa Família
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