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Rodoviários de Salvador e secretário discutem negociações
Em estado de greve há seis dias, os rodoviários se reuniram com o secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Fábio Motta, na manhã desta terça-feira, 12, para discutir o andamento das negociações salariais 2015.
A categoria reivindica, entre outros, reajuste salarial de 20%, tíquete-alimentação de R$ 20, plano médico e odontológico pagos integralmente pelos patrões, cesta básica no valor de R$ 300, participação nos lucros e resultados, adicional de insalubridade e fim da dupla função para motoristas de micro-ônibus.
Existem, ainda, solicitações para a contratação de mais mulheres e diminuição da carga horária de trabalho de sete para seis horas diárias.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado da Bahia (Sintroba), Hélio Ferreira, como as negociações não avançaram até agora, nesta quarta, 13, às 9h, haverá mais uma reunião de conciliação entre patrões e empregados na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT).
“A data-limite da categoria é na próxima terça-feira. Se até lá não houver acordo com o patronato, a greve pode ser declarada já a partir dessa data”, disse Ferreira. Antes, rodoviários realizam uma nova assembleia nesta quinta, 14.
Mediação
No último dia 5, o MPT apresentou uma proposta conciliadora na tentativa de reabrir o diálogo entre rodoviários e patrões.
Entre outros, a proposta do MPT prevê ganho real de 2,5% acima da inflação no ano e redução do valor descontado dos funcionários para o plano de saúde, dos atuais R$ 27 para R$ 13,50. Os empresários prometeram dar uma resposta durante o encontro de hoje.
Segundo o secretário municipal Fábio Motta, ambas as partes afirmaram estar fazendo “o máximo de esforços para que a greve não seja efetivada”.
Fonte: A Tarde
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13.05.15
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Semi-aposentadoria: brasileiro quer transição mais lenta do trabalho para o descanso
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12.05.15
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Coca-Cola indenizará empregado exposto em lista de devedores por diferença de caixa
A Spaipa S.A. Indústria Brasileira de Bebidas, fabricante e distribuidora da Coca-Cola em Curitiba (PR), vai pagar indenização por danos morais a um auxiliar de motorista que teve seu nome exposto numa lista de devedores por diferença de caixa na prestação de contas. A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da empresa, entendendo comprovado o abalo moral e a negligência da empresa ao deixar de evitar as brincadeiras entre os empregados sobre a lista.
Caso faltassem valores no caixa referentes às entregas do dia, o prejuízo era dividido pelo motorista e pelo auxiliar, que pagavam a diferença à empresa. Se não quitassem os valores imediatamente, os nomes iam para a lista, exposta a todos os empregados. Segundo o auxiliar, a situação era vexatória, pois os “devedores” se tornavam alvo de chacotas pelos colegas, chamados de maus pagadores e até de ladrões ou caloteiros.
O juízo da 10ª Vara do Trabalho de Curitiba condenou a Spaipa ao pagamento de indenização de R$ 2 mil. O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a sentença, com base no artigo 932 do Código Civil.
A indústria recorreu ao TST, sem sucesso. Para o ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, relator, o empregado comprovou, como ressaltado pelo TRT-PR, o abalo moral com os elementos exigidos – o dano, a culpa e o nexo causal. O ministro destacou que a decisão está de acordo com entendimento da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST no sentido de que o abalo moral independe da prova do efetivo prejuízo.
A decisão, unânime, já transitou em julgado.
Fonte: TST
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12.05.15
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Ex-gerente ganha ação contra Itaú por síndrome do esgotamento profissional causado por estresse
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12.05.15
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Terceirização: opine sobre o projeto no portal do Senado
O portal do Senado colocou disponível enquete sobre o PLC 30/15 (PL 4.330/04), que trata da terceirização, aprovado na Câmara e, agora, em discussão no Senado Federal.
O projeto de lei dispõe sobre os contratos de terceirização e as relações de trabalho deles decorrentes, regulamentando a terceirização nas atividades-meio das empresas privadas e expandindo-as para as atividades-fim.
Até agora, o projeto recebeu quase 47 mil votos, sendo mais de 41 mil votos contra a proposição em discussão no Senado e pouco mais de 5 mil a favor.
Opine você também. Acesse a enquete e vote!
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12.05.15
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Plenária unitária das centrais convoca paralisação nacional no dia 29
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11.05.15
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Emenda à MP da pensão por morte flexibiliza fator previdenciário
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11.05.15
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Empresa deve indenizar trabalhadora que sofria apalpes durante revista
A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo de instrumento da Tess Indústria e Comércio Ltda. contra condenação ao pagamento de indenização por danos morais a uma ex-empregada que se sentia constrangida pelas revistas realizdas ao fim do expediente. Ela alegou que era humilhada com “ofensivos apalpes na cintura”.
O Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (PB), que arbitrou a indenização em R$ 3 mil, justificou a decisão afirmando que “a prática cotidiana de revista de bolsas, com exposição de objetos pessoais e com abertura de casacos, levantamento das barras das calças e apalpação eventual, extrapola os limites do poder diretivo do empregador, porque viola a intimidade dos trabalhadores”. A decisão está respaldada pelo artigo 5º da Constituição Federal e pelo artigo 186 do Código Civil.
Em sua defesa, a empresa alegou que a revista era generalizada e impessoal, por isso não se tratava de situação humilhante. No entanto, o Regional observou que “outros mecanismos de fiscalização poderiam ser empregados, a exemplo do circuito interno de TV, que inibe furtos e evita a violação do patrimônio da empresa”.
TST
A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais tem decidido que a revista em pertences do trabalhador realizada de forma impessoal, sem que haja contato físico nesse procedimento, não caracteriza ato passível da necessária reparação civil. Porém, diante da comprovação do contato físico, está qualificado o abuso do direito de fiscalização, acarretando violação à dignidade do trabalhador.
O relator do agravo, desembargador convocado José Ribamar Oliveira Lima Júnior, asseverou que “apalpar o funcionário durante as revistas extrapola os limites da razoabilidade”.
A decisão foi unânime, e já transitou em julgado.
Processo: AIRR-219200-95.2013.5.13.0024
Fonte: TST
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11.05.15
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Empresa não pode demitir trabalhador que questiona condições de trabalho
Empresas não podem demitir funcionários que reivindicam melhores condições de trabalho, pois essa atitude afronta a liberdade de reunião garantida pela Constituição Federal. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou, por unanimidade, a Transportes Bertolini a reintegrar um grupo de trabalhadores dispensado após se reunir com a gerência para reivindicar melhorias trabalhistas.
A decisão também obrigou a empresa a pagar os salários relativos ao período de afastamento. Ao analisar a ação, o relator do caso, ministro Alberto Bresciani, afirmou que “se uma empresa não pode ouvir os empregados no que for contrário aos seus interesses, claro que abusa de seu poder e comete uma ilegalidade escancarada”.
Os funcionários desligados pediam mudanças no sistema de banco de horas e na jornada de trabalho, pagamento de adicional de insalubridade e cesta básica mensal. Esses trabalhadores atuavam com transporte de cargas e eram membros de comissão formada para representar a categoria. “Solicitamos uma reunião para apresentar algumas propostas de melhoria e no dia seguinte fomos impedidos de entrar na empresa”, afirmou um dos empregados.
No caso, a empresa alegou que a demissão dos trabalhadores tinha ocorrido por causa de um tumulto generalizado após a reunião e não pelas reivindicações. A companhia também argumentou que os nomes dos empregados dispensados já constavam em uma lista de demissão elaborada pelos gerentes antes dos ocorridos.
Instâncias anteriores
Após a dispensa, o grupo de trabalhadores ingressou com ação na 12ª Vara do Trabalho de Belém (PA), requerendo a reintegração e indenização por danos morais. O juízo de primeiro grau deu ganho de causa aos funcionários, condenando a empresa a reintegrá-los, a pagar os salários do período e indenizar cada um dos demitidos em R$ 30 mil. Segundo a corte, o dano era evidente, pois “o maior prejuízo que se pode impingir o trabalhador é excluí-lo do mercado de trabalho, justamente quando se encontra motivado e engajado na luta por melhores condições”.
Como resultado, a empresa recorreu da decisão ao Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. O TRT-8 considerou as provas “controversas” e, após examinar os depoimentos de testemunhas, optou por reformar a sentença, julgando a reclamação trabalhista “totalmente improcedente”. Com informações da Assessoria de imprensa do TST.
Fonte: CONJUR,Saiba mais >
11.05.15
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Dilma descarta mudanças nas regras do pré-sal
Presidente Dilma Rousseff rebate autoridades do governo e não admite flexibilizar o sistema de partilha e a exigência de que a Petrobras seja sócia de pelo menos 30% de cada bloco de exploração do pré-sal; o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, um dos defensores de revisão das regras, confirmou que Dilma está “totalmente” comprometida “com o status quo” vigente; em artigo recente, o deputado federal pelo PT-CE e líder do governo na Câmara, José Guimarães, criticou o projeto de concessão também sustentado pelo PSDB e defendeu um regime de partilha, no qual o Estado recebe um porcentual do produto explorado, e não apenas a remuneração monetária pela exploração.
Diante de declarações recentes de autoridades do governo sobre o pré-sal, a presidente Dilma Rousseff descartou qualquer flexibilização das regras atuais.
Segundo a colunista Mônica Bergamo, a presidente não admite mudança no sistema de partilha e na exigência de que a Petrobras seja sócia de pelo menos 30% de cada bloco de exploração do pré-sal.
Um dos defensores de revisão da exigência imposta à estatal, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, admite que Dilma está “totalmente” comprometida “com o status quo” vigente.
Em artigo recente, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, criticou a proposta de concessão, também defendida pelo PSDB – “para que riqueza gerada pelo petróleo seja abocanhada pelas grandes petrolíferas mundiais”. Ele sugere um regime de partilha, no qual o Estado recebe um porcentual do produto explorado, e não apenas a remuneração monetária pela exploração.
Fonte: Brasil247
Fonte: fetraconspar.org.br
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11.05.15
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Deputado sugere meios de reduzir violência contra jovens negros
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11.05.15
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Somente 8% dos crimes cometidos contra jovens são investigados no país
O Senado instalou, nesta quarta-feira (6), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o assassinato de jovens no Brasil. A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) será a presidenta. O cargo de vice-presidente ficou com o senador Paulo Paim (PT-RS) e o de relator com Lindbergh Farias (PT-RJ).
Em entrevista ao programa Conexão Senado, da Rádio Senado, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), autora do pedido de instalação da CPI, diz no que a comissão vai ouvir especialistas que trabalham com jovens vítimas de violência para formar um quadro da situação no Brasil. De acordo com dados apresentados pelo Senado, somente 8% dos crimes cometidos contra jovens são investigados no país.
Ela ainda destaca a importância de identificar se o jovem é vítima ou infrator, procurando buscar a origem da violência que vitima milhares de adolescentes.
A CPI terá o prazo de 180 dias de funcionamento. A proposta inicial é de que a comissão se reúna nas segundas-feiras às 19 horas com realização de audiências públicas. As audiências também poderão ocorrer em outros estados, o que deverá ser definido na próxima semana, em reunião sobre plano de trabalho do colegiado.
Mapa da Violência 2014
Os dados da violência contra a juventude no Brasil são escandalosos e pioram quando a estatística analisa as mortes de jovens negros. Considerando os dados de 2004 a 2007 percebe-se que o número de mortes da juventude negra supera o de mortos na guerra do Afeganistão. Sendo que as estatísticas mostram os jovens negros morrem 3,7 vezes mais que os brancos.
Fonte: Vermelho
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07.05.15
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Senado vota dia 19 fim do financiamento privado de campanha
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Câmara aprova texto-base da MP que dificulta acesso ao seguro-desemprego
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Rejeitados destaques que mudariam texto da medida sobre seguro-desemprego
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Temer apoia proposta da bancada feminina para reforma política
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Entidades reafirmam posição contrária à redução da maioridade penal
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Dilma reúne coordenação e decide intensificar diálogo com Congresso
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“País vive epidemia de dengue”, afirma Arthur Chioro
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05.05.15
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Inocêncio Uchôa: A precarização do trabalho
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05.05.15
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Dilma cria fórum para debater políticas públicas sobre aposentadoria, trabalho, emprego e renda
A presidente Dilma Rousseff editou e foi publicado, no Diário Oficial da União (DOU) de 4 maio, Decreto 8.443, de 30 de abril de 2015, que institui o “Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social”.
O objetivo do fórum de debates é aperfeiçoar a sustentabilidade das políticas de emprego, trabalho e renda e de Previdência Social e subsidiar a elaboração de proposições pertinentes para cada setor.
O fórum terá a participação das centrais sindicais e das confederações patronais, terá como finalidade a promoção de debate entre os representantes dos trabalhadores, dos aposentados e pensionistas, dos empregadores e do Poder Executivo federal.
O órgão consultivo e de debate terá ainda a participação da Secretaria-Geral da Presidência da República, que o coordenará os trabalhos do novo órgão, da Casa Civil da Presidência da República; e dos ministérios do Trabalho e Emprego; da Previdência Social; do Planejamento, Orçamento e Gestão; e da Fazenda.
Para representar os aposentados e pensionistas irão compor o Fórum, os sindicatos nacionais dos trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sintapi-CUT); dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindinapi-Força Sindical); dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindiapi-UGT); e a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).
Os trabalhadores rurais serão representados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Poderão ser chamados também para participar dos debates no Fórum representantes do Poder Legislativo federal. O prazo de funcionamento do novo órgão federal, previsto no decreto, foi fixado em seis meses, podendo ser prorrogado de acordo com a necessidade.
Baixe a íntegra do decreto presidencial
Fonte: Diap
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05.05.15
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País tem protestos contra repressão e pela educação nesta terça
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05.05.15
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Novos contratos do Fies dependem de maior orçamento
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05.05.15
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MP de correção da tabela do Imposto de Renda é prorrogada por 60 dias
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05.05.15
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Volkswagen coloca 8 mil funcionários em férias coletivas na fábrica do ABC
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05.05.15
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Eleitor tem até segunda-feira,4, para regularizar o título
Quem não votou nem justificou nas três últimas eleições, tem até esta segunda-feira, 4, para regularizar a situação com a Justiça Eleitoral, evitando o cancelamento do título de eleitor.
Os eleitores devem consultar se o documento está sujeito ao cancelamento no portal do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. É só acessar a seção ‘Serviços ao Eleitor’ e clicar na opção ‘Situação Eleitoral’.
O eleitor que estiver em falta com a Justiça Eleitoral perde uma série de benefícios. Não poderá obter passaporte ou carteira de identidade; inscrever-se em concurso público ou tomar posse no respectivo cargo; conseguir empréstimos em instituições oficiais de crédito; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outros benefícios.
Biometria
O eleitor que for regularizar sua situação em um dos postos de atendimento da Justiça Eleitoral, na Capital ou em outro município com biometria, também deverão passar pelo procedimento. Para os dados da biometria serem coletados (coleta de dados como impressões digitais, fotografia e assinatura digitalizada) é necessário apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência atualizado.
Fonte: A Tarde
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04.05.15
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San Martin: obra continua a congestionar o trânsito nesta 2ª
O trânsito segue interditado nos dois sentidos da avenida San Martin, na manhã deste segunda-feira, 4, o que causa um intenso congestionamento na região. O bloqueio na via é por conta de uma obra para a recuperação de um buraco que foi provocado pelas chuvas na semana passada.
De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transporte em Salvador (Transalvador), os técnicos da prefeitura estão no local realizando o conserto do buraco. A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) participa da intervenção.
O prazo para que a obra seja finalizada é até esta segunda, segundo a prefeitura. O horário, no entanto, não foi definido. Antes, a gestão municipal havia estabelecido como prazo as 16h da última sexta, 1º
A interdição do trânsito na avenida, que vai da altura do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães até a Igreja Universal do Reino de Deus, provocou a mudança no itinerário de ônibus, que agora têm de passar pelos bairros de São Caetano e Fazenda Grande do Retiro.
Já os demais motoristas podem usar algumas ruas próximas da San Martin como desvio, a exemplo da rua conhecida como Calafate e dos bairros de Santa Mônica e Curuzu.
Fonte: A Tarde
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04.05.15
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Relatório aponta 55 violações à liberdade de expressão em 2014 no país
Em todo o ano passado, 55 casos de violações à liberdade de expressão foram registrados no Brasil, sendo 15 assassinatos. O número consta de relatório anual divulgado hoje (3), no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, pela organização não governamental (ONG) Artigo 19, que trabalha pelo direito à liberdade de imprensa. Além de assassinatos, há denúncias de tentativa de homicídio, ameaça de morte e tortura.
Segundo o relatório Violações à Liberdade de Expressão – Relatório Anual 2014, o número de casos de violações registrados em 2014 representou um aumento de 15% em relação ao ano anterior, quando houve 45 ocorrências. Em todos os casos, as pessoas foram vítimas em função de atividades ligadas à liberdade de expressão, seja pela publicação de uma matéria, seja pela mobilização de uma comunidade ou a organização de uma manifestação.
O relatório foi feito com base na repercussão dos casos de violações na imprensa, de dados de associações de comunicadores e organizações de direitos humanos, que foram apurados por meio de entrevistas com as vítimas e outros contatos relacionados aos casos. O Pará teve o maior número de ocorrências (oito), seguido pelo Rio de Janeiro (seis). Nesse último, Júlia Lima, uma das responsáveis pelo relatório, diz que pesaram as denúncias contra militantes que participaram de protestos no ano passado. Com cinco mortes, a Região Norte foi a parte do país com maior número de assassinatos de defensores dos direitos humanos. Em seguida vem o Nordeste, com quatro casos.
O crescimento da violência contra essas pessoas está diretamente ligado, segundo Júlia Lima, à falta de investigação e punição de envolvidos em crimes. “A gente continua acompanhando os casos apurados nos anos anteriores e a gente observa que eles não caminham como deveriam. A responsabilização dos envolvidos não ocorre. E o perfil de novos casos é o mesmo”, diz.
Dos 55 casos registrados em 2014, 15 foram homicídios contra comunicadores (jornalistas, blogueiros etc.) ou defensores de direitos humanos (lideranças rurais, indígenas e quilombolas, entre outros). Onze foram tentativas de assassinato; 28, ameaças de morte; e um, crime de tortura.
Entre os comunicadores, ocorreram 21 casos de violação à liberdade de expressão, queda em relação ao ano anterior, quando foram registradas 29 situações de violência, seis delas contra mulheres. Desse total, três foram homicídios, quatro tentativas de assassinato e 14 ameaças de morte.
“Os três profissionais de comunicação assassinados em 2014 eram muito envolvidos com a política local de suas cidades [nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo], questionavam as autoridades públicas e eram reconhecidos por isso. Pedro Palma era proprietário de um jornal chamado Panorama Regional, Geolino Xavier era um antigo radialista e chegou a ser vereador de seu município e Marcos Guerra mantinha um blog sobre a gestão pública de sua cidade. Os três foram assassinados a tiros na presença de outras pessoas que não foram alvo dos disparos, o que demonstra a intencionalidade de executar somente os comunicadores”, diz o relatório.
A maior parte dos comunicadores que sofreram violações é de veículos comerciais (17). Segundo a organização, houve uma mudança significativa no perfil das vítimas pois, nos anos anteriores, a violação era praticada principalmente contra comunicadores, enquanto neste ano as principais vítimas são defensores dos direitos humanos.
Um dos comunicadores que sofreram tentativa de assassinato foi o radialista e jornalista Márcio Lúcio Seraguci. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que foi atacado por três homens ao sair de um evento, nas imediações de Parnaíba, em Mato Grosso do Sul, cidade onde vive. “Fiquei muito machucado. Fiquei três semanas acamado”, relatou. Espancado e estrangulado com uma corda, Seraguci diz que perdeu a consciência durante a agressão e acordou desnorteado. “Eu nem lembrava o que tinha acontecido.”
O radialista apresenta desde 1988 o programa Tribuna Livre, em que trata de temas delicados como operações policiais e denúncias envolvendo políticos. Nesse período Seraguci, que também dirige um jornal, diz ter recebido outras ameaças. “Você sabe como é política em cidade do interior”, comentou o radialista para explicar as reações a seu trabalho. Além desse histórico, o radialista conta que as próprias atitudes dos atacantes não deixam dúvidas de que o crime foi motivado por sua atuação como comunicador. “Eu dizia ‘leva tudo’. Eles respondiam que não vieram pegar nada. Não levaram nem a carteira.”
A falta de conclusão das investigações sobre o caso é algo que incomoda, especialmente Seraguci. “Uma coisa que a gente fica chateado é de não ter a conclusão dessa investigação. Eu aguardo isso com ansiedade, eu quero saber [o motivo do ataque].”
Quanto aos motivos que estariam por trás das violações, nove deles ocorreram em razão de alguma denúncia feita; sete, devido a uma investigação [como apuração de informações para reportagem] e cinco acontecerm em função de manifestação de críticas e opiniões.
Os agentes do Estado aparecem como os principais autores das violações contra comunicadores no país, sendo responsáveis por 16 dos 21 casos. Entre os agentes, políticos estavam envolvidos em nove casos.
Em relação aos defensores dos direitos humanos, ocorreram 34 violações, das quais 12 foram homicídios, sete tentativas de assassinato, 14 ameaças de morte e um caso de tortura. Das 34 violações, 20 ocorreram em municípios com até 100 mil habitantes. “Os crimes que aumentaram foram relacionados a lideranças rurais, indígenas e quilombolas”, disse Júlia Lima.
A maior parte dos casos relaciona-se com conflitos de terra (23), sendo que 15 vitimaram lideranças rurais. Quatro foram contra lideranças indígenas e quatro contra quilombolas. Houve casos de violações contra três militantes políticos e três lideranças LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais), seguidos por violações a lideranças comunitárias e advogados, com dois casos cada. Houve também um caso contra uma política em exercício.
Entre as mortes ocorridas em 2014, está a de uma integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Eldorado dos Carajás (PA). De acordo com a denúncia, Maria Paciência dos Santos, de 59 anos, foi atropelada por um caminhoneiro que avançou deliberadamente contra uma passeata do movimento na BR-155. No mesmo município, 19 militantes do MST foram mortos em abril de 1996 durante uma operação policial para desobstruir a mesma rodovia em que Maria Paciência foi atropelada. O MST ainda cobra punição para os responsáveis pelo massacre.
Entre os perfis de possíveis autores das violações contra defensores dos direitos humanos, destaca-se a figura do fazendeiro ou grileiro, com 17 casos, metade do total. Em seguida, vêm empresários (11% dos casos), políticos (9%) e policiais (6%). Não fazem parte de nenhum desses perfis típicos os possíveis autores de três casos e não foi possível apurar o perfil do autor em cinco outros casos.
Fonte: Agência Brasil
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