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Centrais, empresários e movimentos se reúnem para discutir economia; novo debate em 3/12

CTB, CUT, Força Sindical, UGT e CSB se reuníram nesta segunda-feira (9) no sede paulista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para discutir a possibilidade de um pacto nacional em defesa do desenvolvimento econômico brasileiro. Além das Centrais, estavam presentes na plenária diversos representantes da indústria da construção civil e da engenharia naval, líderes de órgãos da sociedade civil organizada e representantes da Federação Única dos Petroleiros. A apreensão com o clima de instabilidade apresentado pelo país, assim como uma agenda para revertê-lo, foram expressados no documento “Recuperar e Fortalecer os Empregos no Brasil”.
Você pode baixar o documento na íntegra clicando aqui.
“A gente precisa trabalhar para construir um acordo nacional. Ele precisa ser feito através de um diálogo com os empregadores, com a sociedade civil organizada e com o governo, para que a gente possa pisar no freio um pouco e tomar uma nova rota. As medidas atuais que o governo adota, sobretudo o aumento na taxa de juros, estão conduzindo o Brasil para um recessão”, explicou o presidente da CTB, Adilson Araújo.
Ele frisou em sua participação a necessidade de evitar o uso político da Operação Lava Jato, que vem sendo aparelhada desde o início de 2015 para que se façam ataques à presidenta Dilma Rousseff e à engenharia nacional. “Os impactos que essa operação vem causando são imensos. Para se ter dimensão, sobre a retração econômica de 3% esperada para este ano, 2% estão ligados à Lava Jato. Ela esta afetando a Petrobras, o setor de gás e o setor naval de forma muito negativa. A prioridade tem que ser a retomada dos investimentos, como eram feitos anteriormente”, explicou.
O secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, também esteve presente, e ressaltou a importância de falar com empresários e empregadores neste momento: “Foi um evento para tratar da Petrobras e da cadeia produtiva que ela puxa, e por isso mesmo os empresários do setor naval da e da construção civil também estavam lá. Nós já fizemos isso antes em outros setores, como o das montadoras, porque são indústrias essenciais e é preciso que elas funcionem para que se busque o desenvolvimento”.
O consenso se formou em torno da necessidade de estancar a crise política, principal fator de arrasto no impasse vivido pelas companhias nacionais nesse setores-chave. “Essas empresas estão paradas”, afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, ressaltando o impacto negativo da retração da atividade desses setores sobre o emprego. O secretário-geral da CUT, Sergio Nobre, mencionou experiências anteriores com acordos de leniência, que teriam o poder de retomar os investimentos públicos em empresas investigadas. Por razões políticas e burocráticas (conflitos de jurisdição entre órgãos públicos), esses acordos estariam sendo preteridos pelo governo, mas Nobre alertou: “Não adianta fazer ajuste fiscal quando a economia não cresce. A crise lá fora vai demorar a passar. Nós temos que crescer aqui dentro”.
Agenda do acordo
Depois da aprovação do documento, os presentes definiram um plano de ação para a apresentação de uma proposta unificada entre trabalhadores e empresários para o governo.
Em 3 de dezembro, haverá em São Paulo um debate amplo entre movimentos sindicais, sociedade civil organizada, empresários do setor produtivo, representantes do governo e intelectuais de diversas áreas, cujo objetivo será criar uma plano de ação em que todos estejam de acordo.
Em 8 de dezembro, as centrais levarão adiante um ato nacional, concentrado no Rio de Janeiro, em defesa da Petrobras e que apresente o documento final à sociedade e à imprensa.
Em 9 de dezembro, este documento será entregue ao Congresso Nacional, em Brasília, na figura dos presidentes Renan Calheiros, no Senado, e Eduardo Cunha, na Câmara dos Deputados. Espera-se que eles levem essas pautas ao Ministério da Fazenda e à Presidência.
Fonte: Portal CTB
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10.11.15
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Homicídios contra mulheres negras aumentaram 54% em 10 anos, aponta estudo

Estudo elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), divulgado hoje (9), apontou o aumento de homicídios entre mulheres negras no Brasil nos últimos 10 anos. Segundo o Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil, elaborado pela Flacso, os assassinatos de mulheres negras aumentaram 54%, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. Enquanto, no mesmo período, o número de homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%, saindo de 1.747 em 2003 para 1.576 em 2013. A pesquisa aponta que, 13 mulheres foram mortas por dia, em 2013, no País. Um total de 4.762 homicídios, em média.
Segundo a Flacso, o estudo foca a violência de gênero e revela que, no Brasil, 55,3% desses crimes aconteceram no ambiente doméstico, sendo 33,2% cometidos pelos parceiros ou ex-parceiros das vítimas. Com base em dados de 2013 do Ministério da Saúde, ele aponta ainda que 50,3% das mortes violentas de mulheres são cometidas por familiares.
Sobre a idade das vítimas, o Mapa da Violência aponta baixa incidência até os 10 anos de idade, crescimento até os 18 e 19 anos, e a partir dessa idade, uma tendência de lento declínio até a velhice. O país tem taxa de 4,8 homicídios para cada 100 mil mulheres, a quinta maior do mundo, conforme dados da Organização Mundial da Saúde que avaliaram um grupo de 83 países, informou a Flacso.
O Mapa da Violência é um trabalho desenvolvido pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz que, desde 1998, já divulgou 27 estudos. Todos eles, de acordo a Flacso, trabalharam a distribuição por sexo das violências, sejam suicídios, homicídios ou acidentes de transporte, mas em 2012, dada a relevância do tema e as diversas solicitações nesse sentido, foi elaborado o primeiro mapa especificamente focado nas questões de gênero.
Homicídios de Mulheres no Brasil
De 1980 a 2013, foram vítimas de assassinato 106.093 mulheres. Entre 2003 e 2013, o número de vítimas do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762, incremento de 21,0% na década.
Segundo o Mapa da Violência, diversos estados evidenciaram “pesado crescimento” na década, como Roraima, onde as taxas de homicídios femininos cresceram 343,9%, ou Paraíba, onde mais que triplicaram (229,2%). Entre 2006, ano da promulgação da Lei Maria da Penha, e 2013, apenas em cinco estados registraram quedas nas taxas: Rondônia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro.
Vitória, Maceió, João Pessoa e Fortaleza encabeçam as capitais com taxas mais elevadas no ano de 2013, acima de 10 homicídios por 100 mil mulheres. No outro extremo, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais com as menores taxas.
O lançamento da pesquisa conta com o apoio do escritório no Brasil da ONU Mulheres, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.
Mobilização
No próximo dia 18, em Brasília, ocorrerá a Marcha das Mulheres Negras – contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. A manifestação é promovida por 8 organizações do movimento negro nacional, com o apoio de entidades parceiras, entre elas, a CTB. Segundo a coordenação do evento, a previsão é de que cerca de 20 mil mulheres marchem nesta grande mobilização política e social, realizada no mês da consciência negra.
O ato terá a presença de lideranças femininas negras dos EUA, África, América Latina e Caribe. A Diretora Executiva da ONU-Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, da África do Sul, e ministras da Rede de Mulheres da América Latina são presenças já confirmadas.Veja estudo completo sobre homicídio de mulheres no Brasil aqui.
Fonte: Portal CTB
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Mesmo na escola, mais de 50% das crianças de 8 anos continuam analfabetas
A diretora executiva da entidade da sociedade civil Todos pela Educação, Priscila Cruz, informou hoje (4) que mais da metade das crianças permanecem analfabetas ao fim do 3º ano do ensino fundamental. Ela apresentou à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2015. Esta é a quarta edição do anuário e a primeira após a promulgação do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei 13.005/14), sancionado em junho de 2014.
“O que está acontecendo no Brasil é que as crianças que frequentam a escola não estão se alfabetizando. Sem alfabetização, não há aprendizagem mais pra frente. É muito difícil recuperar esse aluno depois. O direito básico à alfabetização está sendo negado a essas crianças”, afirmou Priscila.
Para ela, um dos fatores que provoca isso é a má formação dos professores. “Não existe educação de qualidade sem professores de qualidade”, disse. A diretora defendeu o aumento dos salários dos professores, para que os melhores alunos do ensino médio possam ser atraídos para a carreira de docente. “Hoje os bons alunos são desencorajados para seguir essa carreira”, ressaltou.
Segundo Priscila, outro dado alarmante contido no anuário é o de que apenas 9% dos alunos do 3º ano do ensino médio têm aprendizado adequado de matemática. “Não é à toa que esses jovens têm dificuldades de entrar no mercado de trabalho. O sistema de educação não está preparando esses jovens para a vida, para o mercado de trabalho e para o século XXI”, salientou.
Prioridades
Conforme a diretora do Todos pela Educação, o Congresso Nacional deve se debruçar sobre dois temas fundamentais: a alfabetização e a reformulação do ensino médio. “Talvez esta seja a maior jabuticaba do Brasil: o ensino médio. O Brasil é o único país que eu tenho conhecimento que tem um único currículo de ensino médio”, disse. Para ela, a falta de diferenciação de currículos, de acordo com as diferentes vocações dos estudantes, deixa os alunos desmotivados.
O deputado Alex Canziani (PTB-PR) concorda que esses dois temas são prioritários, além da qualificação dos professores.
O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que pediu a reunião, também acredita ser essencial estabelecer prioridades entre as 20 metas do PNE. “O Brasil não é um país rico. Então, a gente tem que dar foco no ensino infantil e no primeiro ciclo do ensino fundamental, principalmente em matemática e português”, afirmou.
Marinho observou ainda que é preciso transformar os dados apresentados em políticas efetivas: “Se nós sabemos que a metodologia de ensino passada aos nossos professores nas universidades não está permitindo a formação de professores capazes de responder ao desafio da alfabetizar as crianças na idade adequada, temos que modificar o currículo de formação. E temos que fazer que a carreira estruturada seja atrativa para os jovens.”
Financiamento
A deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) destacou que a área de educação é a que tem mais cortes no Orçamento. “O país tem que assumir que a educação é prioridade. Tem que fazer cortes em outras áreas”, opinou.
“Dizer que o lema deste governo é Pátria Educadora é hipocrisia, isso é só discurso”, acrescentou o deputado Izalci (PSDB-DF). De acordo com o parlamentar, o Plano Plurianual (PPA 2016-2019) é incompatível com esse lema.
Priscila Cruz afirmou que o investimento por aluno do ensino médio dobrou nos últimos dez anos. Porém, na visão dela, os recursos a mais que estão sendo investidos não estão sendo revertidos em um ensino melhor para os alunos. Para ela, essa melhora só vai acontecer com o redesenho do ensino médio.
Na Câmara, aguarda votação pelo Plenário proposta de reformulação do ensino médio (PL 6840/13), que foi aprovada por comissão especial no ano passado.
Fonte: RBA
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Lula processa Veja por abuso em capa “grotesca”
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu ir à Justiça contra a Veja. Na sua última edição, a revista publicou uma montagem ofensiva na capa, na qual o petista aparecia com roupa de presidiário. Na ação de reparação por danos morais, os advogados de Lula classificam a montagem como “uma sórdida mentira”, “grotesca”, que ”extrapola o direito de crítica, configurando abuso e campanha infamante”.
Os advogados do ex-presidente protocolaram a ação nesta terça (3), no Foro Regional de Pinheiros, contra a editora Abril, responsável pela publicação. Nela, apontam, a “evidente manipulação e falta de critério jornalístico” da revista.
O processo destaca que, diferente do que a revista faz parecer, Lula não é réu em nenhuma ação. Segundo os advogados, a revista buscou “usurpar o papel da Justiça”, ao associar indevidamente a imagem de Lula à de um condenado.
“A imagem que a capa da revista Veja pretendeu sugerir aos seus leitores e à sociedade em geral, portanto, não possui qualquer lastro na realidade fática ou jurídica. Independentemente das afirmações e críticas contidas no interior da própria revista – sempre com evidente manipulação e falta de critério jornalístico –, não poderia ela estampar em uma capa uma imagem falsa e ofensiva, como se verifica no vertente caso”, diz o texto da ação.
De acordo com os advogados, a empresa jornalística não pode pretender lucrar com a venda de seus produtos “através da publicação de informação falsa”. O texto destaca ainda que a exibição da montagem não se deu apenas nas bancas de revistas, mas também em pontos de publicidade espalhados pelo país.
Segundo a ação, é de conhecimento geral que a revista dedica suas páginas à publicação de “afirmações mentirosas e aleivosias” envolvendo Lula, inclusive já tendo profissionais processados por isso. Os advogados afirmam que, com a divulgação da capa em questão, Veja “deixou ainda mais clara a sua torpe intenção de enxovalhar a honra e a imagem” de Lula, além de explicitar “seu desrespeito às instituições e à Constituição Federal”.
“Note-se, ainda, que no vertente caso não se está diante de qualquer situação que possa ser enquadrada como direito de crítica ou, ainda, a configurar mero animus narrandi. Simplesmente porque, insista-se, não há qualquer situação jurídica que possa permitir que a Ré [editora Abril] possa difundir à sociedade uma imagem do Autor vestindo trajes peculiares àqueles que foram condenados pela Justiça e estão cumprindo pena privativa de liberdade”, conclui a ação.
Os advogados do ex-presidente já entraram com outras duas queixas-crime, uma interpelação criminal e uma ação de indenização contra jornalistas da revista, além de queixa-crime específica contra a apresentadora da TVeja, Joice Hasselman, acusando a revista de atentar contra a honra do ex-presidente.
A última capa da Veja já havia provocado diversas reações. Entre os que criticaram a montagem, está o sociólogo Robson Sávio Reis Souza, que classificou a revista como uma “publicação nazista”. Segundo ele, “em nome de uma pseudoliberdade de imprensa, [Veja] atenta contra direitos constitucionais, afrontado o estado democrático de direito, ao arrepio das leis”.
O jornalista Fernando Britto defendeu que a publicação fosse retirada das bancas pela Justiça. “É o exercício criminoso da propaganda, para criar um estado de comoção e preparação para medidas arbitrárias”, avaliou.
Confira a íntegra da ação: http://institutolula.org/documentos/Acao_veja.pdfFonte: Vermelho
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Mais retrocesso: comissão especial da Câmara aprova revogação da lei do desarmamento
Foi aprovado nesta terça-feira (27), por 19 votos a 8, o texto-base do substitutivo apresentado pelo deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG) aos projetos de lei (3722/12 e apensados) que revogam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Os destaques devem ser votados pela comissão especial que analisa a proposta na próxima terça-feira (3), às 14 horas.
Novo estatuto reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País; estende o porte para deputados e senadores; e autoriza a posse e o porte de armas de fogo para pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal. Segundo o relatório do Mapa da Violência, o estatuto aprovado em 2003 poupou 160 mil vidas em uma década. De acordo com o estudo, em 2004, primeiro ano após a legislação entrar em vigor, o Brasil registrou a primeira queda em número de mortes violentas desde 1994.
Renomeado de Estatuto de Controle de Armas de Fogo, o novo texto assegura a todos os cidadãos que cumprirem os requisitos mínimos exigidos em lei o direito de possuir e portar armas de fogo para legítima defesa ou proteção do próprio patrimônio. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento prevê que o interessado declare a efetiva necessidade da arma, o que permite que a licença venha a ser negada ou recusada pelo órgão expedidor.
Entre outras mudanças, o parecer de Carvalho reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas no País; estende o porte para outras autoridades, como deputados e senadores; e autoriza a posse e o porte de armas de fogo para pessoas que respondam a inquérito policial ou a processo criminal.
Segundo o relator, o texto atende à vontade da maioria dos brasileiros, que, segundo ele, teve os direitos tolhidos com a edição do Estatuto do Desarmamento, em 2003. “A proposta devolve ao cidadão de bem o direito de trabalhar pela sua própria segurança. Vamos devolver o direito à vida, que foi retirado pela atual lei”, afirmou.
Isenção tributária
Para corrigir “erros e impropriedades” e acolher sugestões de parlamentares, Carvalho fez alterações no parecer, em complementação de voto divulgada hoje. Uma dessas mudanças acabou com a isenção de tributos para aquisições e importações de armas e munições pelas Forças Armadas e pelos órgãos de segurança pública. No mesmo sentido, o relator também suprimiu a isenção do IPI e do ICMS, existente na versão anterior do substitutivo, para importações de armas e componentes por atiradores desportivos e caçadores.Carvalho reconheceu que, da maneira como estavam previstos, os benefícios feriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De acordo com a norma, é proibido conceder isenção de tributo sem a devida compensação financeira pela perda de receita.
Importação
Outra alteração no substitutivo autoriza a importação de armas, partes e munições desde que o produto fabricado no Brasil não atenda às especificações técnicas e de qualidade pretendida pelo órgão adquirente. O texto anterior permitia a compra de armas no exterior mesmo havendo similares fabricados no País.Atualmente, uma portaria do Ministério da Defesa (620/MD) determina que a importação de armas de fogo e demais produtos controlados pode ser negada se existirem similares fabricados por indústria brasileira do setor de defesa.
Escolta parlamentar
Por sugestões de parlamentares, Carvalho ainda modificou o texto para conceder aos policiais legislativos da Câmara e do Senado o direito de portar armas em aviões quando realizarem a escolta de parlamentares. Essa situação acontece principalmente quando os congressistas visitam outros estados em missões oficiais.Fonte: Portal CTB
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NOTA DE PESAR
É com grande pesar e consternação que a diretoria da FETRACOM-BA vem a público informar a morte do companheiro de luta, Adelino Lima, 39, ex-diretor da FETRACOM-BA e tesoureiro do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Eunápolis.
Adelino Lima foi baleado com dois tiros na cabeça, na noite desta quinta-feira (22/10), na cidade de Eunápolis, quando saía de casa, na Rua Paralela, bairro Stela Reis, e caminhava em direção ao seu carro. Segundo informações de populares, os tiros foram disparados por dois homens que estavam em uma moto.Uma equipe do Samu prestou os primeiros socorros, mas Adelino não resistiu e faleceu, poucos minutos após dar entrada na emergência do Hospital Regional de Eunápolis.A FETRACOM-BA solidariza-se com familiares, amigos do dirigente e eterno companheiro de luta, Adelino. A causa da morte está sendo investigada pela polícia e informações sobre local e data do velório ainda não foram passadas pela família.
Adelino deixa mulher e filhos.
Fonte: Ascom FETRACOM-BA e site Radar 64
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Pedidos de impeachment são politicagem da oposição, avalia Comparato
Autor de parecer contrário à tese do impeachment defendida pela oposição, o jurista Fábio Konder Comparato reiterou, nesta quarta (14), que as tentativas de derrubar a presidenta “não têm nenhum fundamento jurídico”. Segundo ele, trata-se de mera “politicagem”. Em entrevista ao Portal Vermelho, o professor alertou: “Os opositores não querem resolver os problemas brasileiros. Eles querem é simplesmente chegar ao poder. E isso precisa ser denunciado”.
Comparato é professor emérito da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), doutor honoris causa da Universidade de Coimbra e doutor em Direito pela Universidade de Paris.
Aos 79 anos, ele é taxativo quanto à impertinência dos pedidos de afastamento de Dilma Rousseff. “Dei parecer nesse sentido e repito: crime de responsabilidade só fundamenta uma perda de mandato quando esse crime ocorreu durante o mandato referido. No caso, o que se levantou até agora, foram fatos ocorridos no mandato anterior”, resumiu.
Para o jurista, sem base legal, afastar a presidenta eleita democraticamente atentaria contra a Constituição. “Entendo que, tal como foi formulado até agora o pedido [de impeachment], significaria a destituição da presidente contra o Estado de Direito, ou seja, contra a Constituição”.
O jurista concedeu entrevista ao Vermelho no dia em que os jornais anunciam que a oposição deve apresentar novo pedido de impedimento, incluindo a suposição de que o governo teria cometido as chamadas “pedaladas fiscais” também em 2015. Comparato lembra, contudo, que, para isso, o Tribunal de Contas da União precisaria primeiro julgar como problemáticas as contas deste ano – que, por sinal, ainda está em curso.
A partir de então, seria necessário cumprir todo um trâmite, que inclui a análise das contas no Congresso, depois um exame do presidente da Câmara que, se julgar que houve crime de responsabilidade, encaminharia o tema ao Plenário para uma votação na qual seria preciso obter dois terços dos votos. “E isso seria ainda uma denúncia, que deve ser julgada não pela Câmara, mas pelo Senado Federal.” Para ele, a oposição tem ainda “muito chão a percorrer”.
“A lei é a lei”
Comparato questionou o rito que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, quis impor à análise dos pedidos de afastamento. “É o que as liminares [do STF] dizem. Ele [Cunha] não tem competência para isso. O processo de impeachment é regulado por lei”, defendeu. E, segundo ele, não há brecha na legislação. “A lei é a lei.”
O jurista defendeu ainda que o Supremo não ultrapassou nenhuma regra jurídica, ao suspender o rito estipulado por Cunha. “Respeitou perfeitamente as regras que definem um processo por crime de responsabilidade”, avaliou, no dia em que Cunha informou que irá recorrer da decisão do Supremo.
Ao comentar a insistência dos que tentam por várias vias derrubar Dilma, ele afirmou que “essa reiteração de pedidos é fruto da politicagem”. De acordo com o jurista, trocar de presidente não contribui para resolver as grandes questões do país, hoje mais relacionadas à economia, em um contexto de crise global.
“Infecção generalizada”
“O que ninguém até agora está entendendo é que nós – o Brasil e, na verdade, todos os países do mundo – estamos afundados num perigo imenso, que é a probabilidade de um colapso financeiro mundial. Na verdade, o mau funcionamento do governo atual é um simples sintoma de uma doença muito mais profunda. Quer dizer, tirar a presidenta Dilma Rousseff equivale a tratar uma infecção generalizada com aspirina. Eu gostaria de chamar a atenção sobre esse fato”, disse.De posse de vários números, ele apontou a desindustrialização e o enorme poder dos mercado financeiro como grandes questões colocadas no cenário atual. Comparato afirmou que o sistema financeiro hoje comanda o Estado brasileiro.
“Para se ter um ideia, o deficit orçamentário é composto por 96,9% de juros da dívida pública e apenas 3,1% de deficit de receitas em relação a despesas orçamentárias. Ora, esses juros da dívida correspondem a papéis que foram emitidos pela União e foram negociados pelos bancos. Os bancos tomaram esse papéis, de modo que a União está nas mãos deles. E se a União não pagar, obviamente os bancos vão entrar com ações e o Brasil seria considerado internacionalmente insolvente”, criticou.
O jurista destacou ainda que, há 20 anos, a indústria representava 36% do PIB brasileiro, e, segundo ele, hoje representa 9%, ou seja um quarto do que era no passado. “Todo mundo sabe que o crescimento econômico no Brasil foi fruto da industrialização. Começou com Getúlio e seguiu com Juscelino. Os bancos não produzem riqueza alguma. Na melhor das hipóteses, através do serviço de crédito, são instrumento para a produção da riqueza”, afirmou.
O professor disse ainda que, seguindo a lógica do capitalismo de procura do lucro máximo, os bancos têm negligenciado o crédito e apostado tudo na especulação financeira. “Hoje, no mundo inteiro, esses papéis de especulação financeira representam a módica quantia de US$ 710 trilhões, ou seja, dez vezes o produto mundial anual. Então, diante disso, não podemos fazer como no poema de Manuel Bandeira, que diz: só nos resta tocar um tango argentino”, ironizou.
“Abacaxi”
Na avaliação de Comparato, diante deste cenário conturbado do ponto de vista da economia e da política, a oposição está dividida quanto ao impeachment. “Há aqueles muito mais espertos, que acham que não convém assumir aquilo que o vulgo chama de abacaxi, ou seja, a situação política e econômica do Brasil deplorável. Se eles conseguirem o impeachment, são eles que vão assumir isso”, declarou.Para ele, essa parte da oposição tenta, então, enfraquecer o PT e seus aliados. “Por isso é que essa parte da oposição segue a orientação do Aloísio Nunes Ferreira, que disse: ‘nosso objetivo não é matar a presidente, é sangrá-la’”, concluiu.
Comparato crê que a maioria do empresariado brasileiro também não aderiu à campanha contra Dilma. “Para os industriais, que não têm mais poder sobre o Estado brasileiro, isso parece perigoso, crime de responsabilidade, etc. Eu tenho a impressão de que o empresariado está um pouco atônito. O empresariado, no conjunto, não está apoiando esse pedido”, disse, citando as repercussões que um impeachment teria na economia do país.
Autor de parecer contrário à tese do impeachment defendida pela oposição, o jurista Fábio Konder Comparato reiterou, nesta quarta (14), que as tentativas de derrubar a presidenta “não têm nenhum fundamento jurídico”. Segundo ele, trata-se de mera “politicagem”. Em entrevista ao Portal Vermelho, o professor alertou: “Os opositores não querem resolver os problemas brasileiros. Eles querem é simplesmente chegar ao poder. E isso precisa ser denunciado”.
Comparato é professor emérito da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), doutor honoris causa da Universidade de Coimbra e doutor em Direito pela Universidade de Paris.
Aos 79 anos, ele é taxativo quanto à impertinência dos pedidos de afastamento de Dilma Rousseff. “Dei parecer nesse sentido e repito: crime de responsabilidade só fundamenta uma perda de mandato quando esse crime ocorreu durante o mandato referido. No caso, o que se levantou até agora, foram fatos ocorridos no mandato anterior”, resumiu.
Para o jurista, sem base legal, afastar a presidenta eleita democraticamente atentaria contra a Constituição. “Entendo que, tal como foi formulado até agora o pedido [de impeachment], significaria a destituição da presidente contra o Estado de Direito, ou seja, contra a Constituição”.
O jurista concedeu entrevista ao Vermelho no dia em que os jornais anunciam que a oposição deve apresentar novo pedido de impedimento, incluindo a suposição de que o governo teria cometido as chamadas “pedaladas fiscais” também em 2015. Comparato lembra, contudo, que, para isso, o Tribunal de Contas da União precisaria primeiro julgar como problemáticas as contas deste ano – que, por sinal, ainda está em curso.
A partir de então, seria necessário cumprir todo um trâmite, que inclui a análise das contas no Congresso, depois um exame do presidente da Câmara que, se julgar que houve crime de responsabilidade, encaminharia o tema ao Plenário para uma votação na qual seria preciso obter dois terços dos votos. “E isso seria ainda uma denúncia, que deve ser julgada não pela Câmara, mas pelo Senado Federal.” Para ele, a oposição tem ainda “muito chão a percorrer”.
“A lei é a lei”
Comparato questionou o rito que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, quis impor à análise dos pedidos de afastamento. “É o que as liminares [do STF] dizem. Ele [Cunha] não tem competência para isso. O processo de impeachment é regulado por lei”, defendeu. E, segundo ele, não há brecha na legislação. “A lei é a lei.”
O jurista defendeu ainda que o Supremo não ultrapassou nenhuma regra jurídica, ao suspender o rito estipulado por Cunha. “Respeitou perfeitamente as regras que definem um processo por crime de responsabilidade”, avaliou, no dia em que Cunha informou que irá recorrer da decisão do Supremo.
Ao comentar a insistência dos que tentam por várias vias derrubar Dilma, ele afirmou que “essa reiteração de pedidos é fruto da politicagem”. De acordo com o jurista, trocar de presidente não contribui para resolver as grandes questões do país, hoje mais relacionadas à economia, em um contexto de crise global.
“Infecção generalizada”
“O que ninguém até agora está entendendo é que nós – o Brasil e, na verdade, todos os países do mundo – estamos afundados num perigo imenso, que é a probabilidade de um colapso financeiro mundial. Na verdade, o mau funcionamento do governo atual é um simples sintoma de uma doença muito mais profunda. Quer dizer, tirar a presidenta Dilma Rousseff equivale a tratar uma infecção generalizada com aspirina. Eu gostaria de chamar a atenção sobre esse fato”, disse.De posse de vários números, ele apontou a desindustrialização e o enorme poder dos mercado financeiro como grandes questões colocadas no cenário atual. Comparato afirmou que o sistema financeiro hoje comanda o Estado brasileiro.
“Para se ter um ideia, o deficit orçamentário é composto por 96,9% de juros da dívida pública e apenas 3,1% de deficit de receitas em relação a despesas orçamentárias. Ora, esses juros da dívida correspondem a papéis que foram emitidos pela União e foram negociados pelos bancos. Os bancos tomaram esse papéis, de modo que a União está nas mãos deles. E se a União não pagar, obviamente os bancos vão entrar com ações e o Brasil seria considerado internacionalmente insolvente”, criticou.
O jurista destacou ainda que, há 20 anos, a indústria representava 36% do PIB brasileiro, e, segundo ele, hoje representa 9%, ou seja um quarto do que era no passado. “Todo mundo sabe que o crescimento econômico no Brasil foi fruto da industrialização. Começou com Getúlio e seguiu com Juscelino. Os bancos não produzem riqueza alguma. Na melhor das hipóteses, através do serviço de crédito, são instrumento para a produção da riqueza”, afirmou.
O professor disse ainda que, seguindo a lógica do capitalismo de procura do lucro máximo, os bancos têm negligenciado o crédito e apostado tudo na especulação financeira. “Hoje, no mundo inteiro, esses papéis de especulação financeira representam a módica quantia de US$ 710 trilhões, ou seja, dez vezes o produto mundial anual. Então, diante disso, não podemos fazer como no poema de Manuel Bandeira, que diz: só nos resta tocar um tango argentino”, ironizou.
“Abacaxi”
Na avaliação de Comparato, diante deste cenário conturbado do ponto de vista da economia e da política, a oposição está dividida quanto ao impeachment. “Há aqueles muito mais espertos, que acham que não convém assumir aquilo que o vulgo chama de abacaxi, ou seja, a situação política e econômica do Brasil deplorável. Se eles conseguirem o impeachment, são eles que vão assumir isso”, declarou.Para ele, essa parte da oposição tenta, então, enfraquecer o PT e seus aliados. “Por isso é que essa parte da oposição segue a orientação do Aloísio Nunes Ferreira, que disse: ‘nosso objetivo não é matar a presidente, é sangrá-la’”, concluiu.
Comparato crê que a maioria do empresariado brasileiro também não aderiu à campanha contra Dilma. “Para os industriais, que não têm mais poder sobre o Estado brasileiro, isso parece perigoso, crime de responsabilidade, etc. Eu tenho a impressão de que o empresariado está um pouco atônito. O empresariado, no conjunto, não está apoiando esse pedido”, disse, citando as repercussões que um impeachment teria na economia do país.
Povo sem poder
De acordo com o jurista, a atual crise escancara os problemas do país. “Nós sempre tivemos nesse país um regime de oligarquia. O povo brasileiro nunca teve poder político. O que acontece é que a minoria que comanda atualmente, que são os empresários financeiros, provocou essa crise econômica. O país que vinha crescendo regulamente está num processo de desindustrialização. Como os bancos vão reconhecer que são culpados?”, questionou, defendendo que os meios de comunicação denunciem o assunto.“Infelizmente, os meios de comunicação de massa, na sua quase totalidade, estão submetidos ao controle empresarial e político (…). Vou relembrar aquilo que disse Marx: o pensamento crítico não é uma paixão da cabeça, é a cabeça da paixão. E tem que desembocar na denúncia e suscitar a indignação. No dia em que conseguirmos começar a suscitar a indignação do povo brasileiro contra o regime oligárquico, ele começa a balançar”, encerrou.
Fonte: Vermelho
Povo sem poder
De acordo com o jurista, a atual crise escancara os problemas do país. “Nós sempre tivemos nesse país um regime de oligarquia. O povo brasileiro nunca teve poder político. O que acontece é que a minoria que comanda atualmente, que são os empresários financeiros, provocou essa crise econômica. O país que vinha crescendo regulamente está num processo de desindustrialização. Como os bancos vão reconhecer que são culpados?”, questionou, defendendo que os meios de comunicação denunciem o assunto.“Infelizmente, os meios de comunicação de massa, na sua quase totalidade, estão submetidos ao controle empresarial e político (…). Vou relembrar aquilo que disse Marx: o pensamento crítico não é uma paixão da cabeça, é a cabeça da paixão. E tem que desembocar na denúncia e suscitar a indignação. No dia em que conseguirmos começar a suscitar a indignação do povo brasileiro contra o regime oligárquico, ele começa a balançar”, encerrou.
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