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Centrais lançam movimento pela retomada do crescimento nesta quinta-feira (03)
Na próxima quinta-feira (03), as Centrais Sindicais realizam em São Paulo um ato para apresentar documento que propõe agenda pela retomada do crescimento com o objetivo de sensibilizar governo, empresários, instituições e sociedade civil para a causa. É o lançamento oficial do movimento para “Recuperar e Fortalecer os Empregos no Brasil”.
No dia 9 de dezembro o documento será entregue à presidenta Dilma Roussef. No Rio de Janeiro, o ato acontece um dia antes (08), e deve reunir trabalhadores de vários estados do Brasil.
A ação do movimento se apoia em quatro propostas fundamentais: retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento social; geração de empregos; destrave dos investimentos em infraestrutura (como o PAC, por exemplo), dos investimentos da Petrobras, recuperação da capacidade produtiva e operacional dos setores da Construção e Naval e a preservação e fortalecimento da capacidade de engenharia nacional.Adilson Araújo, presidente da CTB, destaca que o compromisso nacional é sair do olho do furacão. “Não existe outra solução que não seja a retomada das grandes obras do PAC e do Pré-sal, e a Petrobras retomando os investimentos no país”, afirmou o sindicalista.
Outro foco do documento é que a investigação da operação lava-jato possa prosseguir sem paralisar as operações das empresas referenciais para a economia brasileira, como a Petrobras. São pelo menos 29 empresas nessa situação, o que tem gerado demissões em massa.
Para Adilson Araújo, a instabilidade alimentada pela direita que não aceitou o resultado das eleições que reelegeram a presidenta Dilma, pode levar o país a uma profunda recessão. “E a seletividade da lava-jato tem contribuído para essa tentativa de sangrar a presidenta e ferir a democracia e o legado de conquistas no plano econômico e social que conseguimos até então”, ressaltou Adilson.
O movimento deverá atuar ainda como um fórum com ampla participação do movimento sindical e promovendo a interlocução com o empresariado e também potencializando o diálogo com a sociedade.
Acesse o documento na íntegra aqui.
Serviço:
Lançamento do movimento para “Recuperar e fortalecer os empregos no Brasil”
Dia 3 de dezembro
Hora: 10h
Local: Centro Social Hakka Brasil (Rua São Joaquim, 460 – Liberdade) Próximo ao metrô Liberdade – São PauloMobilização para o fortalecimento do setor de Petróleo, gás, construção e Naval
8 de dezembro
Local: Rio de JaneiroFonte: Portal CTB
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Juros altos: danos para indústria, trabalhadores e cofres públicos
Na quarta (25), o Copom manteve a Selic em 14,25%. A decisão não foi unânime. Dois membros defenderam elevação de 0,50 ponto percentual. Economistas avaliam que a divisão amplia as chances de o Banco Central retomar a trajetória de alta na próxima reunião, em janeiro – o que só traria mais danos a uma economia em crise. “Não vamos conseguir evitar que o país entre em recessão profunda se continuarmos fazendo coro com o rentismo”, alerta o sindicalista Adílson Araújo.
Outro indicativo de que o Banco Central pode voltar a aumentar a taxa de básica de juros é o fato de o Copom ter retirado do comunicado desta quarta a avaliação – divulgada em outubro deste ano – de que a manutenção dos juros no patamar atual por um “período suficientemente prolongado” seria necessária para a “convergência da inflação para a meta no horizonte relevante da política monetária”.
Presidente nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo avalia que aumentar ainda mais uma taxa de juros que já é mais alta do mundo não faz nenhum sentido. “Isso contraria a lógica, por que os sinais são de retração. A indústria está em queda, perto de índices que se aproximam dos verificados na década de 1940. A indústria já teve participação no PIB da ordem de 30%. Agora caminha para cair aos 10%”, lamenta, em entrevista ao Portal Vermelho.
De acordo com ele, só quem se beneficia com uma Selic tão elevada são os banqueiros. Os trabalhadores pagam com desemprego e a indústria nacional sofre, perdendo competitividade. Para o sindicalista, a política monetária em curso ainda por cima contraria a expectativa de uma agenda de crescimento sustentado.
“Esse é um ingrediente amargo para a classe trabalhadora, que almeja ver o Brasil em um patamar de desenvolvimento necessário para elevar sua autoestima, garantir a produção de empregos e desatar os gargalos estruturais, sobretudo as grandes obras de infraestrutura, que hoje estão cercadas pelo uso político da Operação Lava Jato. Porque há um impacto direto na indústria do petróleo, do gás, naval e da construção, que dá sinais de paralisação. E não podemos levar o país ao caos”, afirma.
Adilson reitera o impacto perverso das estratosféricas taxas de juros, que acentuam o processo de desindustrialização. “Se você tem taxa de 14,25%, é mais rentável comprar títulos do governo do que ficar fabricando equipamento. Tá entendendo? Ninguém vai querer investir, vai para o mercado financeiro. Aperta o calo da indústria e só os bancos ganham mais. Porque os bancos continuam batendo recorde de lucratividade? Esse spread bancário é absurdo”, critica. Spread é diferença entre o que o banco paga ao tomar um empréstimo e o que ele cobra ao conceder um empréstimo.
Segundo o presidente da CTB, além de prejudicial ao desenvolvimento, a política monetária vigente não é sequer eficaz. “Porque a tese da equipe econômica é de que os juros altos são para controlar a inflação. Balela! Não vai enganar a torcida, porque está claro que o governo continua a aumentar os juros e a inflação continua a subir”.
É o que mostram dados reunidos pelo economista Márcio Pochmann. De acordo com ele, entre abril de 2013 e setembro de 2015, a taxa anual de juros subiu de 7,25% para 14,25%. Já a taxa de inflação acumulada em 12 meses passou de 6,6% em março de 2013 para 9,5% em setembro de 2015.
O também economista Lécio Morais reforça que “elevar a taxa de juros até agora não teve nenhum resultado. A inflação continua alta e até se elevando. Não há razão para que isso se mantenha”, opina.
Classificando uma eventual alta na Selic em janeiro como algo “muito ruim”, Morais acrescenta que isso só pioraria as expectativas em relação à crise, e, após um efeito em cadeia sobre a economia, “haveria grande probabilidade de as expectativas se transformarem em realidade”.
Além disso, uma alta na Selic tem ainda efeito imediato sobre a dívida pública, lembra Morais. Pochman, por exemplo, calcula que a cada 1% de ampliação na taxa de juros, o custo da dívida pública cresce em quase R$ 14 bilhões ao ano.
É diante desse cenário que Adilson defende que o movimento social precisa fazer pressão para o governo corrigir esta distorção. “O país tem maior taxa de juros do planeta. Há uma pressão sobre o governo para que ele fique numa posição de rendição aos apelos do mercado. Temos que combater isso”, declara Araújo.
“Ou muda a política ou teremos um entrave que conduzirá o país à recessão profunda, que pode ser um caminho sem volta e um prato cheio para essa direita que aposta na instabilidade e no fracasso do governo”, conclui o sindicalista.
Fonte: Vermelho
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27.11.15
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Carta aberta à ministra Carmen Lúcia, do STF
Ao falar de esperança, medo, cinismo e escárnio, além de tratar com insolência o papel da Justiça, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia, extrapolou os limites de suas responsabilidades. Incomodado com o discurso proferido pela jurista, o bispo Dom Orvandil escreveu uma carta comovente endereçada à ministra.
A fala da ministra foi registrada na ocasião em que a 2ª Turma do STF, composta por cinco ministros,em sessão na manhã desta quarta-feira(25) decidia por mandar prender o senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Em um discurso contundente, a ministra Carmen Lúcia comparou a Lava Jato com a Ação Penal 470, chamada pela grande mídia de “mensalão do PT”. E disse: “Na história recente de nossa pátria, houve um momento em que a maioria de nós brasileiros acreditou no mote de que a esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a Ação Penal 470 (mensalão) e descobrimos que o cinismo venceu a esperança. E agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo”.
Indignado com as comparações e com a fala infundada da ministra, Dom Orvandil escreve abaixo. Segue a íntegra:
Carta aberta à ministra Carmen Lúcia, do STF
Prezada Ministra Carmem Lúcia,
Nosso país acordou estupefato com a prisão de um senador da República. Por outro lado, alivio-me com a prisão de um banqueiro, um dos mais ricos do Brasil.Não guardo intimidade com o pensamento do senador Delcídio do Amaral em virtude de suas origens políticas, ligadas à privatizações e ao nefasto neoliberalismo. Porém, sua prisão nos coloca sob espanto pelo colorido de arbitrariedade em face da imunidade parlamentar de que gozam os eleitos pelo povo para ocupar cadeira na mais alta casa legislativa.
Perdoe-me, ministra Carmem, por me dirigir a senhora sem o traquejo jurídico próprio dos advogados, já que não sou um e sem a formalidade de um tribunal, já que não pertenço a nenhum.
Aqui tenho o objetivo de questioná-la pelo que disse na 2ª Turma do STF ao justificar seu voto na decisão do ministro Teori Zavascki ao ordenar a prisão do senador Delcídio do Amaral e do banqueiro André Esteves.
É de se esperar que os homens e as mulheres eleitos e eleitas sejam honestos, honestas, probos e probas nas suas atividades parlamentares, embora alguns afrontem e desrespeitem a sensibilidade social e a cidadania, como é o caso do senador Ronaldo Caiado, que frequentemente usa camiseta amarela com os sinais de 9 dedos, em deboche à deficiência física do ex-presidente Luiz Inácio Luiz da Silva, sem que seja incomodado em momento algum por esse preconceito e crime.
Nesta carta singela desejo lhe dizer que me senti ofendido e desrespeitado como cidadão com seu discurso ao justificar seu voto a favor da prisão de Delcídio do Amaral, nesta manhã.
A senhora disse que antes nos fizeram acreditar que a esperança venceu o medo. É evidente que a senhora se referiu à campanha eleitoral e eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem citá-lo.
E vencemos mesmo, ministra Carmem. Milhões de brasileiros fomos ameaçados com o estouro do dólar, com a fuga dos empresários que investiriam em outros países, abandonando o Brasil ao desemprego e à pobreza. Uma atriz da TV Globo apareceu em noticiários e na propaganda eleitoral do PSDB fazendo caras teatrais de assustada e dizendo: “ai, estou com medo”. Pois vencemos essa tentativa. Os milhões de votos investidos em Lula transcenderam fronteiras partidárias para afirmar nossa esperança contra as ameaças rasteiras e desonestas. Vencemos o medo, com muita esperança. O Brasil se sentiu recompensado com essa vitória. A senhora sabe!
Como cidadão e como povo me sinto ofendido e agredido em minha esperança e em minha fé com essa sua fala, para mim irônica e sem nenhuma relação com o mensalão da mídia, com muitos casos dúbios e influenciados pela opinião publicada.
A senhora carregou sobre a ironia sem nexo ao afirmar que “agora o escárnio venceu o cinismo”.
Qual a relação do possível crime do senador Delcídio do Amaral, nem investigado totalmente e, muito menos julgado e condenado, com a vitória da esperança em 2002?
A senhora quer nos envolver em todos os possíveis crimes de Delcídio? A senhora falou pensando em investigação e condenação do ex-presidente Lula, o candidato a respeito de quem se usou o slogan “a esperança venceu o medo”? A senhora já sabe, mesmo sem julgamento, que o senador Delcídio do Amaral é criminoso, até mesmo antes da manifestação da casa onde ele é parlamentar?
Na fundamentação de seu voto a favor da prisão do aludido senador a senhora asseverou que “agora o escárnio venceu o cinismo”.
Pergunto se o seu voto não se referia a um senador? Se se referia ao senador Delcídio do Amaral qual a relação da ironia com os votos de milhões de brasileiros que tiveram esperança de mudar aquela realidade triste de desemprego, de miséria e de pobreza em 2002?
A senhora ameaçou quem ao afirmar posteriormente que “criminosos não passarão sobre a justiça”, alertando a todos do mundo da corrupção?
Perdão, ministra, mas a minha ofensa também vem do fato de a senhora misturar ironicamente fatos e valores sem nenhuma relação, sendo que a esperança realmente venceu o medo e sempre vencerá as vilanias da classe dominante, principalmente da rapinagem dos poderosos internacionais, que atuam por meio de jagunços nacionais.
Pior, a sua referência de falso senso de oportunidade choca por estabelecer nexos irreais entre um senador atual, preso acusado de atrapalhar investigações, com toda a força da esperança de um povo.
Choca mais o fato de a senhora não fazer nenhuma menção ao banqueiro André Esteves, dono do Banco BTG Pactual, também preso como suspeito de fazer uma operação polêmica na área internacional da Petrobras, ao comprar poços de petróleo na África, sendo ele um dos homens mais ricos do Brasil, um país pobre e, mesmo assim, de esperanças que vencem os medos.
A senhora não disse nada sobre André Esteves foi pelo fato de ele ser banqueiro e rico? Haveria na senhora algum senso de seletividade, como o há na mídia que reforçou com grande destaque as suas palavras?
Enfim, perdoe-me pela ousadia de exercer o direito de questionar, de me indignar contra as seletividades e contra o deboche em relação ao povo que tem esperança, apesar do medo que diuturnamente lhe impingem.
• Abraços críticos e fraternos na luta pela justiça e pela paz sociais.
• Dom Orvandil, OSF: bispo cabano, farrapo e republicano, presidente da Ibrapaz, bispo da Diocese Brasil Central e professor universitário, trabalhando duro sem explorar ninguém.Fonte: Vermelho
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Guia do eSocial com tributos sobre 13º estará disponível em dezembro
A Receita Federal irá atualizar o site do eSocialpara recolhimento dos tributos referentes ao 13º salário dos empregados domésticos. A partir de 1º de dezembro, a atualização estará funcionando e os patrões poderão recolher os tributos sobre a primeira parcela do décimo terceiro salário.
A primeira parcela deve ser paga até o próximo dia 30. Já os tributos podem ser pagos, conforme limite fixado por lei, até o dia 7 de dezembro.
A ferramenta para o recolhimento dos tributos sobre o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário está sendo finalizada pela área técnica do governo, e o pagamento está previsto para 7 de janeiro. Os patrões devem ficar atentos, pois são obrigados a pagar a segunda parcela do 13º salário aos trabalhadores até o dia 20 de dezembro.
Outra funcionalidade prevista para dezembro é o registro do desligamento de empregados no eSocial, segundo a Receita Federal.
No eSocial, além dos tributos sobre o 13º salário, o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência. A guia também inclui 8% de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 0,8% de seguro contra acidentes de trabalho, 3,2% de indenização compensatória (multa do FGTS) e Imposto de Renda para quem recebe acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98).
Fonte: Rede Brasil Atual
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Ampliado limite de financiamento para obras da Olimpíada 2016
O Diário Oficial da União publica hoje (23)resolução que amplia os limites de contratação de financiamento para obras de infraestrutura associadas aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A elevação dos gastos, autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), foi divulgada na sexta-feira (20).
A medida amplia os limites para contratação de financiamento para empreendimentos de infraestrutura em R$ 800 milhões, ao passar de R$ 2,8 bilhões para R$ 3,6 bilhões, de acordo com o Ministério da Fazenda.
Também como parte dos preparativos para os Jogos, a prefeitura do Rio de Janeiro apresentou ontem (22) o Campo Olímpico de Golfe. Fora da competição desde a edição de St Louis, no início do século 20, o golfe retornará ao quadro Olímpico no Rio 2016. A arena terá capacidade para 15 mil espectadores. Após os Jogos, o local será explorado como patrimônio público por 20 anos.
A competição olímpica ocorrerá entre os dias 5 e 16 de agosto de 2016. Os Jogos Paralímpicos, de 7 a 18 de setembro.
Fonte: Agência Brasil
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O programa Jornada dessa semana mostra casos em que as empresas limitam a quantidade de vezes que o empregado vai ao banheiro durante o expediente ou até o tempo que pode ser gasto pelo trabalhador para necessidades fisiológicas. Mas até onde vai o poder diretivo da empresa nesses casos? Em que situações o trabalhador tem direito a indenização por dano moral? Em uma reportagem especial, o programa fala sobre os processos envolvendo o assunto e como eles têm sido julgados pela Justiça do Trabalho.
O quadro “Saúde e Segurança no Trabalho” traz dicas de prevenção de acidentes para os mecânicos industriais que precisam de treinamento e dispositivos de proteção para utilização de máquinas e equipamentos.
Em Brasília, magistrados de todo o país definem novas estratégias para o Programa de Combate ao Trabalho Infantil da Justiça do Trabalho, que, desde 2011, realiza estudos, ações educativas e campanhas para alertar a população sobre os males do trabalho na infância. O programa também recebe denúncias de trabalho infantil e mobiliza juízes em todo o país para o combate à exploração de crianças e adolescentes.
Vamos também até Florianópolis conhecer a história e o funcionamento do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), pioneiro em inovações tecnológicas, no quadro “Raio X”. Esse TRT foi o primeiro a utilizar o peticionamento eletrônico e o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho, o PJe-JT. E em São Luís, os belos azulejos maranhenses, famosos desde a época do império, são destaque no quadro “Meu Trabalho é uma Arte”.
O Jornada é exibido pela TV Justiça às segundas-feiras, às 19h30, com reapresentações às quartas-feiras, às 6h30, quintas-feiras, às 10h30, e sábados, às 17h30. Todas as edições também podem ser assistidas pelo canal do TST no Youtube: www.youtube.com/tst.
Confira a íntegra da última edição:
http://www.youtube.com/watch?v=E0mPbU7hBpM
Fonte: TST
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