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Decreto presidencial cria Conselho Nacional do Trabalho
Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), o Decreto 8.732/16, da Presidência da República, que cria o Conselho Nacional do Trabalho (CNT), órgão colegiado de natureza consultiva, composto de forma tripartite e paritária, integrante da estrutura básica do Ministério do Trabalho e Previdência Social.
Tem por finalidade promover primado da justiça social e o tripartismo no âmbito da legislação trabalhista, com vistas à democratização das relações de trabalho e também fomentar a negociação coletiva e o diálogo social como mecanismos de solução de conflitos.
Também cabe promover o entendimento entre trabalhadores, empregadores e governo federal e buscar soluções acordadas sobre temas estratégicos relativos às relações de trabalho e propor diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos, dos programas e das normas sobre políticas públicas voltadas ao mundo do trabalho, de competência do Ministério do Trabalho e Previdência Social, com base em informações conjunturais e prospectivas das situações política, econômica e social do País, dentre outras competências.
O conselho será composto por 30 membros titulares e igual número de suplentes. Além de integrado pelos ministérios participa as confederações patronais e centrais sindicais com registro no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais.
Leia íntegra do Decreto 8.732/16
Fonte: Diap
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04.05.16
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Projeto proíbe que tempo gasto com benefícios seja computado como hora trabalho
Tramita na Câmara dos Deputados o PL 4.522/16, do deputado Laercio Oliveira (SD-SE), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho para descontar da jornada de trabalho o tempo que o funcionário gasta com a troca de uniforme ou para usufruir benefícios oferecidos pela empresa, como café e lanche. Pelo texto, também não será considerado serviço efetivo o atendimento a condições higiênicas.
A proposta proíbe que seja computado como de serviço efetivo o período anterior ou posterior ao registro de ponto usado no deslocamento entre a portaria e o ambiente de trabalho.
O texto também desconsidera do cálculo do serviço extraordinário período inferior a cinco minutos que excedam à jornada ordinária. A jornada extraordinária não pode exceder a 10 minutos diários, exceto por negociação coletiva quando esse intervalo pode ser ampliado para 30 minutos.
Tramitação
Aguarda designação de relator na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Ainda deverá ser votada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.Conheça mais sobre a proposta
Fonte: Diap
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04.05.16
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Plano Temer coloca em risco ganho e renda do trabalhador, diz FST
“O primeiro risco é o trabalhador perder ganho e renda”. A afirmação é de Lourenço do Prado, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e coordenador do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), que reúne as Confederações. Ele analisou a proposta do Plano Temer de que o negociado se sobreponha ao legislado. Ou seja, avançar sobre a proteção social do trabalhador formalizada na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)
De acordo com ele, “a CLT já prevê negociações, que acabam compondo as Convenções Coletivas de Trabalho”. E comenta: “Esse é o instrumento que norteia as relações trabalhistas”.
Lourenço esclarece que o movimento sindical não vai para o debate com qualquer posição partidária. “Somos do lado dos trabalhadores, sempre. E isso transcende à questão partidária”, diz. Segundo o dirigente, este tema, que foi debatido em outros momentos do país, ressurge agora com “nova roupagem”.
No atual contexto ele diz que há pressão empresarial e oportunismo. “Setores antitrabalhistas estão jogando peso e se aproveitam do momento de instabilidade para tentar impor suas posições”, finaliza.
Marcelo Mendes Pereira, do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarulhos, filiado a Força Sindical, diz que 90% dos Servidores na prefeitura local são celetistas. “A prevalência do negociado coloca na corda bamba diversas conquistas e ganhos obtidos nos últimos anos. Existe risco de retrocesso e o movimento sindical precisa se colocar com força nesse debate”, afirma.
O Fórum Sindical volta a se reunir em Brasília nesta quarta-feira (4). A resistência contra ataques aos direitos dos trabalhadores estará em pauta.Fonte: Vermelho
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04.05.16
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Não há crime cometido por Dilma, diz autor de impeachment de Collor
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04.05.16
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O aumento do salário mínimo tirou muitos trabalhadores da pobreza
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04.05.16
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Trabalho em setores com demanda variável de empregados poderá ter regras próprias
Em reunião na quarta-feira (4/5), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) deverá analisar, em caráter terminativo, o PLS 107/2015, que cria o contrato de trabalho por prazo intercalado em setores com demanda variável por trabalhadores, a exemplo do setor hoteleiro. Isso vai permitir que os empregados desses setores sejam contratados por tempo indeterminado.
Nos períodos de baixa demanda, como a chamada ‘baixa temporada’ no setor hoteleiro, o contrato poderá ser suspenso, situação em que o vínculo empregatício será mantido. Nesse período, o trabalhador poderá exercer outra atividade.
O projeto original, do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), tratava apenas do setor hoteleiro. De acordo com o senador, o sistema de contratação proposto por ele evitaria a dispensa de pessoal qualificado para o setor na baixa temporada, período em que a manutenção do pacto de trabalho não interessa ao empregador. “Em virtude dos custos suportados pelo empregador, não é interessante que o trabalhador temporário deixe a empresa, justamente após ter sido qualificado para o exercício de determinada função profissional”, argumenta.
Insalubridade
A comissão também deverá votar o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 294/2008, que dispõe sobre a base de cálculo do adicional de insalubridade. A proposta determina que o adicional deve ser calculado sobre o salário do empregado, e não sobre o valor do salário mínimo, como estabelece a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Em seu relatório sobre o PLS 294/2008, o senador Vicentinho Alves (PR-TO) mantém os percentuais de 40%, 20% e 10% sobre o salário, conforme o grau de insalubridade aferido, como previsto na CLT. Ele é favorável, assim, a emenda com esse objetivo que já havia sido aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em dezembro de 2010. De acordo com o projeto original, do senador Paulo Paim (PT-RS), os percentuais seriam de 50%, 30% e 20%.
O projeto é uma resposta legislativa à decisão do Supremo Tribunal Federal, que entendeu que a vinculação do adicional ao salário mínimo contrariava a Constituição e, por extensão, a Súmula Vinculante nº 4 daquela Corte, que veda qualquer expressão legislativa de valores em paridade com o benefício.
Fonte: Agência Senado
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04.05.16
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Lei destina R$ 37,5 bilhões para os ministérios da Saúde, do Trabalho e das Cidades
Foi publicada nesta segunda-feira (2) a Lei 13.276/2006, que abriu crédito extraordinário no valor de R$ 37,5 bilhões em favor dos ministérios da Saúde, do Trabalho e das Cidades. A lei teve origem na Medida Provisória (MP) 702/2015, aprovada no início de abril pelo Senado.
Para o Ministério da Saúde, o governo remanejou R$ 2,5 bilhões, que foram direcionados para procedimentos de média e alta complexidade, ambulatorial e hospitalar, do Sistema Único de Saúde (SUS) nos estados de Alagoas, Tocantins, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Bahia e Paraíba. De acordo com o governo, os recursos servem para reforçar e intensificar os serviços de atenção à saúde nos estados que apresentam alta incidência de epidemias de dengue, zika e chikungunya.
Os R$ 10,9 bilhões para o Ministério do Trabalho e Emprego servirão, de acordo com o governo federal, para pagamento de passivos e valores devidos “relativos ao complemento da atualização monetária” do FGTS.
A pasta de Cidades recebeu R$ 8,9 bilhões para pagamento de despesas relacionadas “à implementação de projetos de interesse social em áreas urbanas”.
Já R$ 15,1 bilhões foram para equalizar gastos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com operações de financiamento destinadas à “produção, aquisição e exportação de bens de capital e à inovação tecnológica” no Programa de Sustentação do Investimento e do Programa Emergencial de Reconstrução de Municípios Afetados por Desastres Naturais.
Fonte: Agência Senado
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04.05.16
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Projeto reserva unidades do Minha Casa, Minha Vida para trabalhadores da construção
Em reunião na quarta-feira (4), a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) deverá analisar o projeto de Lei do Senado (PLS) 331/2015, que reserva 5% das unidades produzidas no Programa Minha Casa, Minha Vida aos trabalhadores da construção civil. A reunião tem início às 9h.
A proposta, que conta com relatório favorável do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), é da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ela observa que as exigências burocráticas do Minha Casa, Minha Vida impedem que segmentos carentes de atendimento habitacional sejam beneficiados. No caso dos trabalhadores da construção civil, afirma a senadora, essa exclusão é particularmente perversa, uma vez que eles são a mão de obra responsável pelo sucesso do programa.
Fundo Constitucional
A comissão deverá analisar ainda o PLS 51/2016. O projeto inclui o Mato Grosso e parte do Maranhão na zona de abrangência do Fundo Constitucional do Norte (FNO). Do senador Roberto Rocha (PSB-MA), a proposta conta com relatório a favor do senador José Medeiros (PSD-MT). A matéria será votada depois pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
Com a alteração, Roberto Rocha espera atender melhor a pré-Amazônia matogrossense e maranhense, com a oferta, ao setor produtivo, de linhas de financiamento mais identificadas com os processos de produção típicos da Região Norte. A inclusão dessas novas áreas ocorreria sem prejuízo da atual ação do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).
Fonte: Agência Senado
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Conferências unificadas debaterão avanços nos direitos humanos
A partir deste domingo (24), cerca de 7 mil representantes do Poder Público e da sociedade civil se reúnem em Brasília para discutir a construção de políticas e ações relacionadas a diversos temas de direitos humanos. Os debates seguem até a próxima sexta-feira (29) em meio às conferências conjuntas de direitos humanos, convocadas por meio de decreto publicado em novembro de 2015.
O evento vai reunir em um único espaço cinco conferências temáticas: a 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, a 10ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, a 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, a 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
“Esta é a primeira vez que o Brasil realizará as conferências temáticas de forma simultânea, garantindo os princípios da transversalidade, interdependência e indivisibilidade dos direitos humanos. As pautas e demandas que serão abordadas foram definidas nas conferências promovidas em nível local, municipal, regional, estadual e distrital, onde também ocorreu a escolha dos representantes dos estados que participarão desta etapa nacional”, informou a Secretaria de Direitos Humanos.
As conferências conjuntas acontecem no Centro Internacional de Convenções do Brasil. Mais informações estão disponíveis no sitewww.sdh.gov.br/assuntos/conferenciasdh. Os debates poderão ser acompanhados pela página da Secretaria de Direitos Humanos na internet.
Fonte: Agência Brasil
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Dilma sanciona lei que proíbe revista íntima em locais de trabalho
A presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que proíbe revista íntima de funcionárias nos locais de trabalho. A Lei 13.271 foi publicada na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União.
Segundo o texto, as empresas privadas, os órgãos e entidades da administração pública, direta e indireta, ficam proibidos de adotar qualquer prática de revista íntima de suas funcionárias e de clientes do sexo feminino.
Se a lei for descumprida, será aplicada multa de R$ 20 mil ao empregador, revertida aos órgãos de proteção dos direitos da mulher. Em caso de reincidência, independentemente da indenização por danos morais e materiais e sanções de ordem penal, a multa será em dobro.
Fonte: RBA
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Facebook censura página de Fernando Morais, que é contra o impeachment
O jornalista e escritor Fernando Morais teve sua página do Facebook bloqueada na noite em que ocorria a votação da admissibilidade do pedido de impedimento da presidenta Dilma pela Câmara dos Deputados no domingo (17).
Veja a página de Fernando Morais aqui.
“A censura imposta desde domingo à noite ao ‘foicebook’ foi suspensa há poucos minutos”, escreveu Morais em sua página da rede social hoje (18). Ele afirma ainda que “um diretor do Facebook me ligou para informar que a censura tinha sido imposta a partir de uma denúncia de postagem de nudez”.
Por isso, cresce a suspeita de que grupos defensores do impeachment tenham organizado uma onda de denúncias contra Morais e, quando isso acontece, a pessoa fica impedida de mexer em suas publicações por 30 dias.
Tudo porque o funcionamento do Facebook se dá por algorítmos e, portanto, não se individualiza e não se dá chance de defesa aos denunciados. Então, com um certo número denunciantes a página fica suspensa para averiguações, segundo a rede social.
O ativismo político e as ideias comunistas podem ter influenciado o bloqueio pela rede social de Mark Zuckerberg. Além disso, Morais acompanha o ex-presidente Lula em suas palestras para escrever um livro e tem sido voz constante nos atos contra o impeachment de Dilma.
De acordo com o escritor, a revogação de sua pena aconteceu depois de interferência de Keffin Gracher, responsável pela comunicação digital do governo federal. “A revogação da censura é, estou certo, resultado da gritaria feita aqui mesmo, no Facebook”, reforça em sua página já de volta.
Autor de importantes livros como “A Ilha” (1976), “Olga” (1985), “Chatô: o Rei do Brasil” (1994), “Corações Sujos” (2000) e “Os Últimos Soldados da Guerra Fria” (2011), Morais se diz “ de novo, um branco forro”, alforriado para exercer o que sabe fazer bem: escrever. E além disso, denunciar as mazelas de golpistas de plantão.
Ele reclama do ocorrido: “O episódio encheu muito o meu saco”. Além de relatar que conviveu com a censura “da noite de 13 de dezembro de 1968, quando foi editado o Ato-5, até o dia 2 de junho de 1976, quando os censores deixaram as redações da grande imprensa”.
Assim, acentua que “não tenho mais idade nem paciência para censor. Para evitar novos dissabores talvez eu tenha que seguir o conselho de amigos e começar a migrar do Facebook para um blog”.
E para que ninguém se esqueça, ele conclui, bem ao seu estilo, o texto com um PS: “Só para não esquecer. A família Marinho e as Organizações Globo são inimigas do Brasil e dos brasileiros e assim devem ser tratadas”.
Bruno Torturra também é bloqueado
Contrário ao impeachment da presidenta Dilma, o jornalista Bruno Torturra também teve sua página nessa rede social suspensa por “suspeita de ser uma conta falsa”. Torturra teve mais sorte que Morais, sua conta foi liberada no mesmo dia.
A página de Torturra aqui.
Ele reclama de não ter sido “consultado previamente” e acha errado isso ocorrer “sem a chance de defesa prévia” porque “essa dinâmica protege caluniadores”.
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Por Cynara Menezes*
Não se deixe enganar pela mídia manipuladora subserviente ao poder econômico e com interesses próprios na queda da presidenta Dilma e do PT.
Clique AQUI e entenda.
Fonte: Vermelho
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