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    50 milhões de crianças e adolescentes vivem na pobreza na AL

    pobreza[1]

     

    As informações foram divulgadas no Boletim Desafios nº 16, elaborado pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) e pelo escritório regional do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Nele é registrado, também, o avanço do cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, referidos à infância e adolescência da região.

    De acordo com o Boletim, embora a pobreza infantil na zona rural seja quatro vezes maior que na zona urbana, a situação nas áreas urbanas está muito longe de serem igualitárias. De 155 milhões de crianças e adolescentes urbanos, muitos vivem em bairros precários, sem terem suas necessidades básicas supridas. O estudo faz comparações entre crianças pobres e de classes mais altas, para estas os problemas de acesso aos serviços públicos de qualidade inexistem.

    Os autores do informe, Diego Born, da Universidade de Buenos Aires; Victoria Colamarco e Enrique Delamonica, especialistas da regional da Unicef e Alberto Minujin, investigador de igualdade para a infância da New School University, as autoridades locais tem um papel fundamental na redução dos altos níveis de precariedade.

    O informe se encerra enfatizando que, apesar de viverem em situações precárias, não se pode considerar essas crianças e adolescentes apenas como vítimas, pois os mesmos possuem uma força emocional e intelectual muito grande, que não deve ser menosprezada. Portanto, é dever dos governos dar a assistência necessária para que essas crianças e adolescentes tenham um futuro digno.

    Fonte: Adital

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