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    Outubro Rosa chama a atenção para a necessidade de prevenção ao câncer de mama

    OUTUBRO ROSA site

     

     

     

    Tudo começou com a Corrida pela Cura, realizada em Nova York, nos Estados Unidos, em 1990, quando o laço rosa (símbolo do Outubro Rosa) foi distribuído pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A partir de 1997, cidades norte-americanas começaram a fomentar a campanha todos os anos.

    Para Elgiane Lago, secretária da Saúde da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o movimento mundial é “muito importante porque abre espaço para o debate sobre a prevenção a essa doença, que atinge 28,1% das cancerígenas no país”.

    A sindicalista gaúcha informa ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) faz tratamentos, exames e desenvolve campanhas de esclarecimentos para a prevenção desse tipo de câncer “com muita qualidade”.

    Ela lamenta apenas que o governo ilegítimo de Michel Temer mostra interesse em acabar com o SUS. “Liquidar com o SUS significa tirar a possibilidade da população mais pobre de ter um atendimento digno para a sua saúde”, diz.

    A campanha chegou ao Brasil com a iluminação em rosa do Obelisco do Ibirapuera, em 2002. A ideia de iluminar monumentos pegou e nos governos da presidenta Dilma Rousseff, até o Palácio do Planalto ficava rosa em outubro.

    “A CTB adere ao Outubro Rosa porque é fundamental orientar as mulheres a cuidar da saúde e a prevenir o câncer de mama”, afirma Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB.

    Por isso, “continuaremos nas ruas defendendo a ampliação do SUS e contra a sua extinção. O Outubro Rosa serve para combater o câncer de mama e levar informações sobre os direitos que todas as mulheres têm a uma vida saudável”.

    O Instituto Nacional do Câncer dá dicas de como prevenir

    – Praticar atividade física regularmente;

    – Alimentar-se de forma saudável;

    – Manter o peso corporal adequado;

    – Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;

    – Amamentar

    Sinais e sintomas

    – Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;

    – Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;

    – Alterações no bico do peito (mamilo);

    – Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

    – Saída espontânea de líquido dos mamilos

    No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada 2 anos.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

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