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    BC prevê crescimento do PIB de 2% em 2014

    O Banco Central divulgou seu estudo do PIB com previsão de crescimento registrando alta de 2% em 2014. Essa foi a primeira vez que a autoridade monetária fez previsão para o crescimento econômico de todo este ano. O número está um pouco acima do que estima o mercado financeiro, cuja expectativa de alta do PIB, feita na semana passada, é de 1,7% para 2014. O valor, porém, está abaixo da estimativa que consta na peça orçamentária deste ano, que traz a estimativa de que o PIB de 2013 terá um crescimento da ordem de 2,5%. Esta previsão foi feita pelo Ministério da Fazenda.

     

    O IBGE informou, no fim do mês passado, que o PIB de 2013 avançou 2,3%. Com isso, houve aceleração frente ao resultado de 2012 (+1%). A alta teve  forte influência do desempenho da agropecuária, que teve expansão de 7% – a maior desde 1996. Entre uma lista de países selecionados e apresentados pelo IBGE, o crescimento da economia brasileira em 2013 aparece como o terceiro maior, atrás apenas da expansão de 7,7% da China e de 2,8% da Coreia do Sul.

     

    Segundo avaliou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no fim do mês passado, o ano de 2013 foi “difícil” para a economia mundial, incluindo o Brasil, por conta do baixo nível de atividade e da retirada dos estímulos nos Estados Unidos, mas o crescimento tende a ser “um pouco maior” no país este ano.

     

    O BC previu uma expansão de 3,5% para a produção agropecuária neste ano, contra 7%  de alta observados em 2013. Já a projeção de crescimento para a produção da indústria em 2014 é de 1,5% neste ano, em comparação com a alta de 1,3% registrada em 2013. Já no âmbito da demanda agregada, o BC projetou um crescimento de 2% para o consumo das famílias neste ano (contra os 2,3% registrados em 2013), “amparado no cenário de manutenção das baixas taxas de desemprego e de ganhos reais de salários moderados”.

     

    De acordo com as estimativas da autoridade monetária, o consumo do governo, por sua vez, deverá subir 2,1% em 2014 e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), ou seja, os investimentos, deverão ter alta de 1% neste ano – contra 6,3% no em 2013. “Cabe notar que a perspectiva de desaceleração na FBCF [investimentos] em 2014 reflete, em parte, o carregamento estatístico do último trimestre de 2013”, informou o BC.

    Fonte: Bahia Econômica

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