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    PDDU e Louos saem em 2015

     

    PDDU

     

     

    A prefeitura de Salvador vai elaborar e encaminhar para a Câmara de Vereadores, nos próximos 12 meses, os novos Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos).

    O anúncio foi feito ontem pelo prefeito ACM Neto, durante o lançamento do projeto Salvador 500, que tem o objetivo de elaborar o planejamento urbano, social e econômico da cidade nos próximo 35 anos – em 2049, a capital completa 500 anos.

    O evento reuniu especialistas no tema desenvolvimento urbano e contou com palestras do norte-americano Nicolas Ronderos, diretor da RPA, entidade de planejamento regional de Nova Iorque (EUA), e dos professores Pedro Taddei (USP) e Sylvio Bandeira de Mello (Universidade Católica de Salvador).

    De acordo com ACM Neto, a expectativa é que os novos PDDU e Louos sejam votados ainda no primeiro semestre de 2015. O prefeito ainda ressaltou que o desenvolvimento do projeto terá participação  da sociedade, desde associações de bairros até entidades de representação da economia, empresários, trabalhadores e ambientalistas.

    “Vamos fazer um estudo amplo dos aspectos urbanos de Salvador, entender quais são as vocações econômicas de cada uma das suas regiões, quais são os impactos sociais do crescimento da cidade e projetar qual é a Salvador que a gente deseja”, disse.

    Desta forma, segundo o gestor, podem-se evitar problemas como a judicialização. Por isso, ele convocou os vereadores a participarem do desenvolvimento do projeto.

    “O nosso desejo é facilitar a  tramitação desses dois projetos na Câmara, antecipando o debate e trazendo, já  para este primeiro momento, a contribuição dos vereadores”, completou ACM Neto.

    Responsabilidade

    Segundo o secretário municipal de Urbanismo e Transporte, José Carlos Aleluia, o desenvolvimento do projeto vai ficar sob a responsabilidade da Fundação Mário Leal Ferreira.

    “Estamos montando a equipe, que terá um escritório e trabalhará exclusivamente nesse plano”, disse.

    “Você tem que ver onde as pessoas vão morar, trabalhar, em que lugares estão as escolas, hospitais, onde vão se abastecer de água, energia  elétrica, lazer. É todo um processo que não pode ser aleatório”, ressaltou Aleluia.

     

    Fonte: A Tarde on line