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Produção industrial brasileira cresce 2,9% em janeiro
No início de 2014, o setor industrial volta a mostrar um quadro de maior ritmo produtivo, na comparação janeiro de 2014/dezembro de 2013, mas também no perfil disseminado de taxas positivas, em que todas as categorias de uso e a maior parte das atividades apontaram crescimento na produção. No entanto, em relação a janeiro de 2013, houve queda na produção.
A produção industrial nacional avançou em janeiro, deste ano, 2,9% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após registrar recuos de 0,6% em novembro e de 3,7% em dezembro, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgados hoje (11).
Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês de 2013, o total da indústria recuou 2,4% em janeiro de 2014, segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto, já que recuou 2,5% em dezembro de 2013. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 0,5% em janeiro de 2014.
Segundo o IBGE, a expansão de 2,9% da atividade industrial na passagem de dezembro de 2013 para janeiro de 2014 teve perfil generalizado de crescimento, alcançando todas as categorias de uso e a maior parte (17) dos 27 ramos pesquisados.
Entre as atividades, as principais influências positivas foram registradas por farmacêutica (29,4%), veículos automotores (8,7%) e máquinas e equipamentos (6,4%). Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria vieram de máquinas para escritório e equipamentos de informática (18,2%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (7,6%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (17,5%), borracha e plástico (4,9%), metalurgia básica (2,8%), calçados e artigos de couro (10,7%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,9%).
Por outro lado, entre os nove ramos que reduziram a produção, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados por fumo (-47,6%), outros produtos químicos (-2,5%), refino de petróleo e produção de álcool (-2,2%), influenciada por paralisações em unidades produtivas do setor, e produtos de metal (-2,7%).
Um destaque importante foi setor de bens de capital, que cresceu 2,5% em janeiro de 2014, o 13º resultado positivo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior.
Fonte: Bahia Econômica