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    Angola: Setor da construção cria 30 a 32 mil emnpregos por ano

     

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    O sector da construção civil está a criar todos os anos entre 30 a 32 mil novos empregos, nas empreitadas de infra-estruturas públicas em todo o país, revelou o director de intercâmbio e cooperação, Adérito Mohamed.

    A perspectiva é de, até 2017, atingir perto de 200 mil novos postos de trabalho, nos contratos celebrados principalmente nas obras da rede fundamental de estradas. O sector é dos que mais está a crescer no país. Para este ano, a previsão é de um crescimento de 7,6 por cento, depois de 7,5 por cento do ano passado. Em 2011, o sector registou 79.765 empregos.

    “Temos contribuído com 30 a 32 mil empregados anualmente. Estamos a falar de 2013 até 2017, onde vamos gerar 190 mil novos postos de trabalho, no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento”, disse em declarações à RNA.

    No seu programa de desenvolvimento, o Executivo defende o aumento do nível de empregos como forma de remoção das assimetrias regionais e, acredita, deve ser alcançado através da forte parceria do Estado com o sector privado e com o estímulo às micro, pequenas e médias empresas.

    As bases para a intensificação do processo de diversificação estrutural da economia estão a ser lançadas com programas e projectos estruturantes nos domínios da energia, águas, vias de comunicação e telecomunicações, com a conclusão prevista para o próximo ano e pela criação de um ambiente macroeconómico favorável ao investimento privado no sector não petrolífero.

    A estratégia de estímulo e de sustentabilidade do crescimento dá prioridade ao alargamento da base do crescimento económico e à correcção dos desequilíbrios no sector real da economia, para reduzir a elevada dependência do sector petrolífero. O Executivo pretende consolidar e aprofundar a diversificação da estrutura produtiva, valorizar o mercado de trabalho através da criação de novos empregos no sector não-petrolífero e através da melhoria da competitividade da força de trabalho nacional, recorrendo a uma maior promoção das capacidades do capital humano do país, sobretudo no actual contexto de crescente concorrência internacional de trabalho que assola o país e que tem importantes implicações a nível da distribuição primária do rendimento nacional.

    O Executivo acredita que, além de dar continuidade a esse esforço, a efectivação do processo de diversificação resulta, também, da aplicação de uma política de apoio ao desenvolvimento dos vários sectores da economia nacional, como a construção, que tem como consequência a criação de empregos.

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