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Petroleiros param atividades por 24 horas nesta sexta-feira
Cerca de cinco mil petroleiros baianos, funcionários da Petrobras e de empresas terceirizadas, paralisam nesta sexta-feira, 24, as atividades por 24 horas, acompanhando o movimento nacional da categoria em protesto pelo corte de investimentos e pela venda de ativos anunciada pela estatal.
No estado, a paralisação atinge as unidades da Transpetro, PBio (Petrobras Biocombustíveis) e a Usina Celso Furtado (antiga Termobahia), além da sede da Petrobras, em Salvador, e a Refinaria Landulfo Alves (Rlam), em Mataripe.
“Caso a empresa mantenha a proposta de vender os campos maduros, grande parte dos trabalhadores será demitida, no caso das empresas terceirizadas; ou transferida para outras unidades fora da Bahia, no caso dos funcionários da estatal”, frisou o diretor do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro), Paulo César Martim.
Segundo ele, a categoria tem receio de que as empresas indepen
Cerca de cinco mil petroleiros baianos, funcionários da Petrobras e de empresas terceirizadas, paralisam nesta sexta-feira, 24, as atividades por 24 horas, acompanhando o movimento nacional da categoria em protesto pelo corte de investimentos e pela venda de ativos anunciada pela estatal.
No estado, a paralisação atinge as unidades da Transpetro, PBio (Petrobras Biocombustíveis) e a Usina Celso Furtado (antiga Termobahia), além da sede da Petrobras, em Salvador, e a Refinaria Landulfo Alves (Rlam), em Mataripe.
“Caso a empresa mantenha a proposta de vender os campos maduros, grande parte dos trabalhadores será demitida, no caso das empresas terceirizadas; ou transferida para outras unidades fora da Bahia, no caso dos funcionários da estatal”, frisou o diretor do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro), Paulo César Martim.
Segundo ele, a categoria tem receio de que as empresas independentes não tenham condições de manter os mesmos níveis de investimentos para garantir um bom desempenho dos poços baianos.
“Em Candeias, temos um poço que produz há 73 anos, o que ainda faz da exploração dos campos maduros uma atividade altamente lucrativa, com geração de empregos e impactos para os municípios da região”, afirma o petroleiro, defendendo que a estatal mantenha a atividade, sobretudo na Região Nordeste.
Martim detalha os demais itens da pauta da mobilização que acontece nesta sexta: privatização, reposição de funcionários que saíram da empresa por meio do Programa de Demissão Voluntária com realização de concurso e convocação do cadastro de reserva, incorporação de subsidiárias e nacionalização da exploração da camada pré-sal, com a Petrobras mantendo-se como única operadora, além da participação mínimo de 30% da participação societária nos consórcios de investidores.
Fonte: A Tarde
dentes não tenham condições de manter os mesmos níveis de investimentos para garantir um bom desempenho dos poços baianos.
“Em Candeias, temos um poço que produz há 73 anos, o que ainda faz da exploração dos campos maduros uma atividade altamente lucrativa, com geração de empregos e impactos para os municípios da região”, afirma o petroleiro, defendendo que a estatal mantenha a atividade, sobretudo na Região Nordeste.
Martim detalha os demais itens da pauta da mobilização que acontece nesta sexta: privatização, reposição de funcionários que saíram da empresa por meio do Programa de Demissão Voluntária com realização de concurso e convocação do cadastro de reserva, incorporação de subsidiárias e nacionalização da exploração da camada pré-sal, com a Petrobras mantendo-se como única operadora, além da participação mínimo de 30% da participação societária nos consórcios de investidores.
Fonte: A Tarde